
25 janeiro 2007
A Deloitte vai apresentar, no próximo dia 31 de janeiro, um webcast com a proposta de discutir comunidades virtuais e a web 2.0.
The explosion of Web 2.0 technology adoption continues to drive rapid changes in the online community marketplace. Social networks are now the cornerstone of media companies’ digital platforms and online strategies. But as investment continues, what will the future bring? [...]
Learn how communities are evolving, redefining the media landscape, and altering how media companies are conducting business.
Para quem puder, vale a pena participar desta discussão.
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25 janeiro 2007
O Business Blog Consulting nos aponta que a Forrester Research lançou ontem (24/01) dois relatórios de muita importância para nossa comunidade de “admiradores dos blogs”.
Como foi dito lá, as empresas em geral confiam muito em relatórios da Forrester ou a Gartner, e a notícia não poderia ser melhor para os blogs corporativos.
No primeiro deles a Forrester discute os retornos que um blog externo pode promover e como medir esse retorno. No segundo, a Forrester nos presenteia um estudo de caso com a GM e seu blog FastLane.
Eu possuo acesso aos relatórios da Forrester. Vou ler ambos ainda hoje. Se tiver algo que eu possa publicar a vocês, fazê-lo-ei.
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16 janeiro 2007
No começo do mês postei sobre a confusão gerada pelo Banco do Brasil ao adotar sua nova campanha de marketing. Nesse post eu falava sobre como um blog faria toda a diferença no momento de lidar com as expectativas (crises ou “pitís”) de seus clientes ou prospects.
Sobre as recentes ondas de acontecimentos confrontando o Google, os internautas brasileiros e o governo (Cheques do Adsense bloqueados e bloqueio do YouTube pela Cicarelli), foi muito feliz o comentário do Mr. Wagner no Blog de Guerrilha. A idéia foi questionar o silêncio do Google Brasil nos blogs corporativos da firma.
Certamente o Google Brasil não deve ter muita autonomia para se posicionar sobre estes assuntos e talvez nenhum dos funcionários responsáveis pela atualização do blog quis (ou pôde) colocar o seu na reta. Mas alguma coisa poderia ser escrita, nem que essa coisa fosse: “Galera, sabemos que há muito interesse em saber o que está acontecendo com o YouTube, mas o Google Brasil não tem qualquer relação com este serviço”. Afinal, ficar calado no meio de uma confusão dessas não é muito humano.
Fica registrado. Ele ainda adicionou:
Ainda é utópico imaginar corporações “descendo do palanque” e vindo para o debate corpo-a-corpo. Abrir um canal de comunicação franco e de duas vias é muito arriscado, ainda mais se for para lidar com esses furacões que varrem a rede, como bloqueios de Orkut ou YouTube.
Concordo que seja arriscado, mas acho que o risco/benefício ainda é menor em ambos os casos. Afinal de contas, comentários devem ser moderados e posts devem ser escritos por quem tem “licença para matar”, ainda que “matar” tenha um sentido especial quando estamos lidando com pessoas/consumidores da nova geração - às vezes empowerment para os blogueiros oficiais pode fazer a diferença. Se o Scoble não afundou a sempre polêmica Microsoft, porque o Joãozinho ou a Maria iria afundar a empresa queridinha do planeta terra? - Lógico que não podemos esquecer que Scoble tinha talento.
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15 janeiro 2007
Via blog do Mauro Lupi encontrei um link para um relatório da Edelman (em PDF aqui) que cobre o status da blogosfera em diversos países (Japão, China, Coréia do Sul, Itália, Grã Bretanha, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica, Polônia e França).
Interessante é saber que os Estados Unidos já não estão mais no centro do universo da blogosfera global. Vale muito a pena uma leitura para quem se interessa no assunto.
Sugerí ao Steve Rubel que incluísse o Brasil na próxima rodada.
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3 janeiro 2007
Estava comentando no Serendipidade sobre a campanha do Banco do Brasil em busca de uma aproximação com os clientes que acabou gerando alguns contratempos.
Veja a história aqui. Veja a repercursão ao lado no gráfico da Technorati.
Website fora do ar. Call center derrotado.
O ponto é que se eles tivessem um blog há alguns meses a ponto de ser conhecido do público ou de ao menos alguns clientes, eu imaginava um outro cenário para eles:
- Um diagnóstico instantâneo do problema via comentários
- Call center mais tranquilo e menos sobrecarregado (menor custo)
- Um único post esclarecedor gerenciando todo o burburinho dos clientes
- Clientes esclarecidos e satisfeitos
Aliás, com um blog em ação, pra quê uma campanha para dizer que sua marca agora é marca do João do José ou da Maria? Mudar o nome da sua marca para o nome próprio dos seus clientes não é abrir porta nenhuma para eles. Abrir um blog e escutá-los sim.
Em tempo. Estou de férias, vou continuar postando menos até o fim deste mês.
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