
27 fevereiro 2007
Marcio, valeu a dica nos comentários, esse aqui vai pra vc.
Meu livro foi lançado em Maio/2006, e até hoje no Brasil não existia nenhuma outra fonte de informação sobre blogs voltados para negócios em um bom e velho português. Até hoje. Porque há 2 dias a Thomas Nelson Brasil lançou a tradução (a primeira tradução do gênero) de um livro de Hugh Hewitt chamado: “Blog: entenda a revolução que vai mudar seu mundo“.
Segundo o autor deste livro, milhões de pessoas estão mudando seus hábitos no que diz respeito à aquisição de informação. “Isso aconteceu muitas vezes antes, com o surgimento da imprensa, do telégrafo, do telefone, do rádio, da televisão e da internet – agora, surgiu a blogosfera, e isso foi tão repentino que surpreendeu até mesmo os analistas mais sofisticados”, observa Hugh Hewitt.
Na blogosfera, há um mundo com uma platéia quase ilimitada. Trata-se de uma oportunidade extremamente econômica para se estabelecer uma marca e introduzir novos produtos.
Vale a pena algumas observações:
- O livro parte do impacto dos blogs na política;
- O livro foi lançado em janeiro de 2005 nos EUA, com uma edição em junho do ano passado;
- O livro é interessante por trazer um contexto histórico do blog e vendeu relativamente bem nos EUA;
- Existem outras literaturas muito mais lúdicas, focadas e completas para quem deseja o blog nos seus negócios como por exemplo (lógico) meu livro, e outros sem tradução para o português como: Blog Marketing, BuzzMarketing with blogs for dummies, entre outros os quais também são bibliografias do meu livro;
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26 fevereiro 2007
Olhe a figura abaixo e veja só que coisa impressionante (oh!). Por meses, ao buscar as palavras “blog” + “corporativo” no Google, o primeiro resultado sempre foi meu.
Aí vieram as nossas queridas empresas brasileiras que entraram no filão do anúncio by Google, e fizeram bem, porque posicionamento é tudo (vejam as duas primeiras colocadas).
E não é que depois veio o próprio Google e, num ato de nepotismo (e de direito), colocou o link para seu blog corporativo (o americano, pq a iniciativa do Brasil nem foi lembrada - e eles só traduzem a maior parte dos posts do anterior).
Nada como ser dono do Google. Até para um blog mais ou menos (na minha humilde opinião). Mas se alguém puxar a tomada dos servidores deles o mundo pára.
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22 fevereiro 2007
Consumidores confiam (e compram) os produtos quando recebem a recomendação de um amigo.
A figura ao lado é parte de uma apresentação da Forrester sobre marketing boca-a-boca e monitoração de sua marca na rede. Ela mostra que logo após nós mesmos, a indicação de amigos é a mais confiável (e apropriada) para vender seus produtos/serviços.
Mas dados mastigados não satisfazem? As apresentações são superficiais?
Então leia o artigo Network-Based Marketing: Identifying Likely Adopters via Consumer Networks (pdf) de vários autores ligados ao instituto de estatísticas matemáticas da Universidade de Cornell. Eles fazem uma análise criteriosa do assunto.
E o blog corporativo com isso?
Tudo. Ele é o estopim, a centelha mágica que desperta o desejo do “tenho que contar” na sua base atual de clientes. É o veículo de comunicação mais apropriado e controlável no tema “Marketing de Rede“. Pense nisso.
Frase de Christopher Barger, o dono da iniciativa blogs na IBM (fonte):
“There is a huge shift in the communications model. We [companies] are no longer informers; we are influencers”
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13 fevereiro 2007
… enquanto estou completamente sem tempo para postar algo mais elaborado.
Considere como leituras obrigatórias (uma delas te levará a escutar):
Bônus do dia e Web 2.0 - uma apresentação.
Amanhã vou dar uma entrevista sobre blogs de uso interno em uma empresa para o Jornal do Comércio. Voltamos a falar sobre isso. Prometo.
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5 fevereiro 2007
Comentei há 2 semanas sobre o paper da Forrester sobre o retorno do investimento de um blog. Conforme prometi, vou dar uma figura geral da idéia do artigo.
Eu já havia comentado o assunto em alguns posts e também na entrevista que concedi à revista Webdesign. O conceito da Forrester não fugiu muito da idéia central de medir os benefícios versus riscos.
Levantar o valor gerado pelo blog, ou seja, economias em propaganda, agências, marketing com base no número de visitas e calcular a porcentagem descontando o custo do blog mais possíveis riscos. Junte tudo isso e especule cenários prováveis.
Não deu pra imaginar como fazer? Então tente o vídeo deste sujeito, o dono de uma empresa de métricas em blogs. O vídeo tem uns 20 minutos e possui conceitos semelhantes a este acima e um pouco mais.
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