Compre o livro

Categorias

Assine este blog

Digite seu email:

Drops Twitter

Top Leitores

Top 5 Leitores com mais comentários no ano:

  • Renato Teixeira (4)
  • Thiago Paiva (3)
  • profissão (3)
  • Gratuidade (2)
  • Ivo Gonzaga da Silva (2)
  • Calendário

    setembro 2010
    S T Q Q S S D
    « ago    
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    27282930  

    Diversos

    Geo-Serendipidade
    GeoURL
    Technorati





    Creative Commons License
    Obra licenciada pela
    Creative Commons

    Tag Cloud

    Arquivos

    Links

    O papel do líder de TI no contexto das mídias sociais

    8 maio 2009

    Mês passado eu concedi uma entrevista à Revista CIO falando um pouco da forma de entender essa revolução das mídias sociais e qual o papel que esses CIOs/Líderes de TI possuem nas iniciativas de implementação de redes sociais nas empresas. Ainda não consegui a revista, mas hoje recebi o clipping da matéria e aqui vai um pequeno trecho (veja o conteúdo completo aqui):

    [...] Por isso, segundo o especialista, mesmo que a área específica do CIO não pretenda adotar projetos de web 2.0, o executivo deve ter os conhecimentos necessários para gerenciar esse modelo de aplicação. “Esse conhecimento, no entanto, só é conseguido por meio da experiência real de utilização das ferramentas colaborativas”, afirma Cipriani.

    Ele explica que, para tanto, os líderes de TI devem criar perfis pessoais em redes como o Twitter, Facebook e LinkedIn. Além disso, precisam acessar e participar de discussões em blogs, fóruns e comunidades. “Tudo isso é necessário para que o gestor entre realmente no mundo das mídias sociais e consiga adaptá-las ao negócio”, diz o consultor.[...]

    Hoje topei com um post do George Colony, Chairman e CEO da Forrester, entitulado “Como CEOs podem entender tecnologias sociais?”. Entre outras palavras, Colony falou que não há outra forma de entender as mídias sociais senão usando-a.

    [...] Social [Media] é como sexo. É divertido falar e ler a respeito, mas você não pode compreendê-lo completamente ao menos que você o faça.[...]

    Falamos a mesma coisa mas com apelos diferentes. Bom saber que estamos alinhados pois os profissionais de mídia social devem falar a mesma língua nesse mar de desentendimento. Só assim se gera mais resultado e se educa mais e mais pessoas nessa área.

    Tem algo que falei e que não foi publicado. Vou repetir aqui para completar o conteúdo da reportagem.

    Além de entender as novas tecnologias (no caso tudo sobre mídia social), o CIO também precisa garantir que as ferramentas selecionadas estão alinhadas com e suportam as necessidades de negócio (efetividade) e a gestão do portifolio de TI (menor custo mantendo mesma efetividade).


    Clipping :: Revista Power Channel – Blog se for capaz

    14 outubro 2008

    Blog se for capaz

    Executivos descobrem que essa é uma excelente ferramenta corporativa de relacionamento. Blogar ou não blogar? O dilema de Hamlet não deve ser levado em consideração pelos executivos porque ter um blog corporativo é a tendência no mundo virtual para se aproximar de clientes e colaboradores

    10/2008

    Mais do que um modismo, os blogs estão sendo usados pelos executivos para entender as necessidades e anseios dos seus clientes (internos e externos). O que não é tarefa das mais fáceis, mas é mandatório para que o usuário, do outro lado, acredite que tem um canal direto de relacionamento com o alto escalão.

    Por meio do blog, o executivo pode responder individualmente os comentários postados e fazer a réplica quando necessário. O resultado é ter feedbacks reais e a custo quase zero, comparado ao que a contratação de uma consultoria ou implementação de um CRM para esse fim consumiria do seu budget.

    De acordo com uma pesquisa da ChangeWave Research, com 2.081 CEOs, 26% dos que pretendem usar a web 2.0 acreditam que os blogs serão muito benéficos ao negócio e 21% apostam primariamente nos benefícios das redes sociais.

    Nos Estados Unidos muitos executivos já aderiram ao diário virtual para fortalecer a comunicação com clientes e funcionários, entender as necessidades dos departamentos e receber colaboração de todos os níveis hierárquicos das empresas. Em muitos casos (veja quadro na página ao lado), esse canal é chamado
    de o Blog do CEO, que pode ser incorporado ao site da companhia.

    No país, o exemplo de blog corporativo mais conhecido é do presidente e CEO do HSBC Brasil, Emilson Alonso, que, via intranet, publica semanalmente um artigo com a sua opinião sobre o que está acontecendo de mais importante na companhia e sobre assuntos diversos. Todos os funcionários são estimulados a comentar os artigos, propor sugestões e têm suas dúvidas respondidas pelo CEO, pelos gestores e colegas
    das diversas áreas, que são estimulados a não deixar ninguém sem resposta.

    O blog foi lançado em abril e na primeira semana, o tema foi empregabilidade. Houve 13 mil acessos, apenas
    nos centros administrativos, sem contar as agências bancárias que também têm acesso ao blog, além de 398 comentários. Além disso, houve a desmistificação da figura do CEO porque a empresa está espalhada por todo o país e é importante que os funcionários tenham uma forma de comunicação com quem, de alguma forma, personifica o banco no Brasil.

    O blog também aproximou as diferentes regiões, níveis hierárquicos e áreas, inclusive os profissionais dos departamentos de operações, sistemas e tecnologia. Prova disso foi a repercussão de um projeto da área de operações que estava mapeando processos e recebeu colaborações por esse meio. Um funcionário levantou a questão no blog e recebeu muitas reclamações a respeito da quantidade de papéis que precisavam ser assinados e que depois iam para o lixo, algo que poderia ser modificado.

    No entanto, para Rodrigo Prior, analista de tendências de consumo e comportamento de usuários da web, são necessários alguns cuidados antes do executivo aderir a um blog. “Dependendo do perfil do seu produto/serviço, muitas vezes uma tentativa de contato mais próximo e direto com os consumidores pode acabar tornando-se um jogo perigoso”, explica Prior.

    Segundo ele, ao optar por iniciar essa empreitada é importante concentrar esforços internos na empresa e, se possível, montar uma equipe interna que se responsabilize pelas respostas junto com o CEO, para conscientizar os funcionários da importância que o blog terá na relação e construção da imagem corporativa.

    As decisões relativas ao Blog deverão ser sempre tomadas em equipe. Isso evitará atitudes precipitadas que, muitas vezes, acarretam em problemas. Também é fundamental definir previamente a política de relacionamento e privacidade a ser adotada junto aos visitantes. Serão permitidos comentários? Poderão ser feitos de forma anônima?

    “Dar voz aos visitantes e consumidores é importante, mas é preciso estar atento aos comentários, para realizar a devida moderação. Uma boa idéia é criar um termo de política de comentários, deixando claro aos visitantes onde termina uma opinião e começam as agressividades”, aconselha o analista.

    Fábio Cipriani, autor do livro Blogs Corporativos (que teve a 2º edição lançada em setembro) e do site www.blogcorporativo.net compartilha da mesma opinião. “O blog coloca a empresa frente a frente a dois grandes desafios. Um é a intensa demanda de trabalho para criar os posts e manter o blog atualizado, respondendo comentários e monitorando a blogosfera para criar uma comunidade em torno da marca”, explica Cipriani.

    O outro desafio é a exposição da empresa a diversos riscos. Entre eles, receber muitas reclamações via blog, vazamento de informações confidenciais, violação de direitos autorais e difamação de terceiros. Segundo ele, esses dois desafios são facilmente mitigáveis com um planejamento e gestão adequada, seguindo as melhores práticas de outros blogs corporativos.

    Cipriani cita como exemplo do que nunca pode acontecer, o caso de John Mackey, CEO Whole Foods, que
    postou, de 1999 a 2006, mais de mil comentários sobre a sua empresa em um fórum de discussão sobre investimentos do Yahoo. O problema foi que ele usou um outro nickname e se fez passar por outra pessoa, que não tinha nada a ver com a empresa que ele representava. O nickname de Mackey era um anagrama com as letras do nome da esposa.

    Dentro de casa, o blog é uma tentativa de aproximar lideranças dos funcionários, por meio da abertura ao diálogo, mas nem sempre os funcionários são estimulados a participar por falta de uma comunicação clara dos objetivos. “Se a lição de casa for feita corretamente, a empresa pode ter muitos ganhos no futuro por meio do blog corporativo”, acredita Cipriani.

    Autor: -
    Fonte: Revista Power Channel

    < Voltar para ‘Imprensa’


    Posts populares

    Últimos comentários

    • Giulliana Bianconi: Olá, Fábio A reportagem da revista Página 22 sobre comunicação interna na era da web 2.0 –...
    • Fábio Cipriani: David, obrigado pelo retorno. Fico imensamente satisfeito por saber que pude ajudá-lo. À disposição,...
    • David Willian: Bom dia. Comprei seu livro e o mesmo supriu minhas dúvidas referente à blogs e ainda me ajudou a...
    • profissão: A profissão do momento é a pedagogia, as maiores empresas dos países mais desenvolvidos estão investindo...
    • profissão: A profissão do momento é a pedagogia, as maiores empresas dos países mais desenvolvidos estão investindo...