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    Clipping :: CIO – Projetos de colaboração: as barreiras que separam teoria e realidade

    24 janeiro 2010

    Projetos de colaboração: as barreiras que separam teoria e realidade

    25/05/2009

    As promessas de baixo custo e retorno rápido dos projetos de web 2.0 colocam esse tipo de iniciativa entre as prioridades dos gestores de tecnologia, que também podem utilizá-las como forma de mostrar que estão atuando de acordo com a estratégia global do negócio

    Conhecidas e acessadas por cerca de 20,6 milhões de usuários finais brasileiros mensalmente, segundo levantamento realizado pelo IBOPE/NetRatings, as redes sociais deixaram o status de promessa para virar uma realidade. Até mesmo no mundo corporativo, os recursos de colaboração provenientes das ferramentas de web 2.0 já são encarados como essenciais e, por conta disso, entraram na pauta dos projetos de muitas empresas nos últimos anos.

    Um estudo divulgado pela McKinsey mostra que as organizações ainda estão divididas em relação à gestão das ferramentas de colaboração. No levantamento, que ouviu cerca de 1,9 mil executivos da área de tecnologia de grandes empresas que já implementaram redes sociais, 21% deles estão tão satisfeitos com os resultados obtidos e que planejam aumentar os investimentos na web 2.0. Por outro lado, 22% dos entrevistados confessaram que ainda não venceram os desafios impostos por essas soluções.

    Da experiência de quem conduziu um projeto de colaboração, Fabrício Saad, superintendente da área de CRM da SulAmérica – seguradora brasileira ligada ao grupo ING –, afirma que esse tipo de iniciativa tem os mesmos desafios de qualquer outra inovação: a falta de parâmetros e de resultados obtidos em outras companhias.

    Mesmo sem um modelo a seguir, Saad, que está subordinado à vice-presidência de TI da seguradora, idealizou a implementação das ferramentas de colaboração na época em que iniciou o projeto para um novo portal institucional da companhia, lançado em abril de 2008. Além de design diferenciado, a solução estava preparada para suportar, no futuro, redes sociais e blogs.

    Seis meses depois, o executivo deu um outro passo no seu projeto de web 2.0 ao iniciar um monitoramento de todas as citações feitas à SulAmérica em meios digitais. E, a partir desses dados e de casos de sucesso, Saad apresentou o plano de transformar o portal em uma ferramenta de colaboração com usuários internos e externos para o board da companhia.

    “O corpo diretivo da SulAmérica acredita muito na área de CRM e comprou nossa ideia imediatamente”, conta o superintentende. “Sem esse suporte não seria possível tocar o projeto com a rapidez e a eficiência que conseguimos”, considera o executivo.

    Após desenvolver uma plataforma própria para suportar as ferramentas colaborativas, em dezembro do ano passado, a seguradora colocou no ar o SulAmérica.comvocê. Voltado a clientes – atuais e potenciais – da companhia, o portal conta com jogos, aplicativos, chats com especialistas e uma área de perguntas. “Para respondê-las com agilidade, criamos uma ferramenta de gestão que identifica o tema de cada texto postado e já o encaminha ao responsável”, explica Saad, ao afirmar que uma das preocupações foi em adaptar os processos à web 2.0.

    Atualmente, o portal interativo já contabiliza aproximadamente 70 mil usuários únicos. No entanto, o superintendente ressalta que, desse total, 40 mil pessoas que acessam o ambiente não são clientes ainda da seguradora. “O que nos dá um escopo muito grande para prospectar novos consumidores”, sinaliza o superintendente.

    Ainda segundo ele, no caso do SulAmérica.comvocê a conversão de potenciais clientes em contratos assinados é cinco vezes maior do que a obtida por outros meios de relacionamento com os usuários, como telefone, e-mail e malas diretas.

    Para Norberto Tomasini, gerente sênior de TI da consultoria PriceWaterhouseCoopers no Brasil, os baixos investimentos e os resultados em curto prazo para o negócio transformam os projetos de portais colaborativos em um filão interessante a ser explorado pelos CIOs.

    “O gestor tem a chance de não ser mais enxergado como um executivo de TI e, sim, como um profissional com capacidades que extrapolam as fronteiras do seu departamento”, sinaliza Tomasini, afirmando ainda que ao liderar uma iniciativa de web 2.0, o executivo passa a ser encarado como alguém inovador.

    Na prática, contudo, muitos projetos de colaboração acabam engavetados por um pequeno detalhe: a dificuldade de aprová-los no board da companhia. A dica do consultor da PriceWaterhouseCoopers para ultrapassar essa barreira é que o CIO tenha resultados que justifiquem a iniciativa para o alto comando da organização. Como? Por meio de um projeto-piloto de web 2.0, de pequeno porte e que pode ser realizados com a alocação de uma parte do orçamento da área de TI.

    Dominar o assunto e conhecer muito bem as ferramentas de colaboração também representa outro requisito fundamental para que o gestor de TI convença o board da companhia a investir nos projetos. E, de acordo com Fabio Cipriani, consultor sênior da Deloitte para TMT (Tecnologia, Mídia e Telecomunicações), as áreas de tecnologia serão, cada vez mais cobradas por conhecimentos nesse novo ambiente de internet.

    “Não importa quem é a área responsável pelo projeto, no momento do desenvolvimento e implementação de uma rede social, por exemplo, o CIO será chamado para dar consultoria”, alerta Cipriani, que escreveu um livro (intitulado Blog Corporativo) sobre as mudanças geradas pela interatividade no ambiente corporativo.

    Ainda de acordo com o consultor da Deloitte, a maior parte dos CIOs enfrenta dificuldades para trabalhar com as ferramentas de colaboração, uma vez que elas fogem do escopo tradicional da área de tecnologia e exigem novas competências dos profissionais.

    Leonardo Almeida, diretor de TI e serviços médicos do Grupo Amil – empresa brasileira que atua com convênios na área de saúde –, sentiu na pele os desafios citados por Cipriani quando decidiu implementar um portal interativo para médicos e pacientes. A iniciativa tem como intuito criar um repositório único de informações (com laudos, análises e prontuários) de cada usuário, atualizado online.

    Depois de implementar o primeiro portal, em meados de 2007, Almeida percebeu uma resistência dos médicos credenciados à Amil em atualizar as informações por meio da web. O que exigiu do diretor um plano de comunicação e conscientização dos profissionais sobre os benefícios e a segurança do portal. “Investimos em treinamento”, conta o executivo. Para tanto, ele afirma que alocou os profissionais mais experientes da sua equipe para esse trabalho de ‘evangelização’.

    Vencida essa barreira cultural, Almeida ressalta que hoje a Amil já colhe benefícios importantes com o projeto de colaboração. “Reduzimos os tempos levados para que médicos e pacientes solicitem resultados e tivessem acesso a documentações”, explica o diretor. “Só no Hospital das Clínicas de Niterói, graças à redução na impressão de películas para Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética, conseguimos uma economia mensal de aproximadamente 22 mil reais”, acrescenta.

    Se os benefícios financeiros representam o grande objetivo dos projetos de web 2.0, Ricardo Cavallini, autor do livro O Marketing Depois de Amanhã, ressalta que as corporações tendem a utilizar as ferramentas de colaboração para outros fins, como melhorar a produtividade das equipes ou, ainda, construir a imagem das empresas no mercado.

    No caso da montadora General Motors, essa preocupação em conquistar a simpatia dos consumidores levou a montadora a criar, no segundo semestre de 2008, o “Carona Chevrolet”. Trata-se de um portal, voltado a estimular que pessoas localizadas em regiões próximas ou que fazem trajetos parecidos diariamente compartilhem um mesmo veículo, com o intuito de reduzir o número de carros que circulam nas cidades. Para tanto, o sistema faz um cruzamento de informações dos usuários cadastrados e sugere uma rota.

    “Se pensarmos friamente, estimular a menor circulação de carros nas ruas vai contra a estratégia de uma montadora”, analisa Claudio Martins, CIO da General Motors para o Mercosul, que acrescenta: “Mas quando mostramos como essa atitude pode melhorar o mundo em que vivemos, conquistamos a admiração do público. O que deve ser revertido em aumento das vendas.”

    Fonte: Revista CIO
    Autora: Patricia Lisboa

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    Clipping :: InformationWeek – Redes sociais: você ouviu falar em s-business?

    24 janeiro 2010

    Redes sociais: você ouviu falar em s-business?

    05/01/2010

    Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business

    Se alguém disser que as redes sociais vieram pra ficar, não acredite. O verbo ficar talvez não seja o mais adequado para as novas plataformas de relacionamento e troca de informações. Isto porque elas já começam a ser pensadas para objetivos maiores e mais complexos dos negócios das empresas, muito além das ações de promoção e propaganda. Talvez, o mais adequado seja dizer que as redes sociais vieram para abalar.

    “O poder das pessoas reunidas em comunidades, trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de hoje”, defende o professor de marketing e de arena digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner. Ele é um defensor do s-commerce (social commerce). O termo pode ser traduzido por uma extensão do que se convencionou chamar de e-commerce, só que agora turbinado com as redes sociais.

    Um exemplo recente é o Nike Plus, um tênis feito para quem gosta de praticar corrida. O calçado traz um chip embutido que recolhe dados sobre a atividade esportiva, armazena tudo em um iPod e envia as informações para o site da comunidade que tem mais de um milhão de corredores ao redor do mundo. Também divulga as listas de música (playlists). O iPod conectado ao tênis percebe, por meio de um sensor, o ritmo da corrida e pode sugerir uma trilha sonora. Há listas pra tudo. Músicas pra animar na subida, pra relaxar ao ar livre, rock pesado pra queimar mais calorias etc.

    A mania das playlists favorece a loja virtual de música da Apple, a iTunes. Do lado da Nike, o entusiasmo da comunidade incentiva pessoas a calçarem o tênis e a correr. “Isto é apenas o começo de um s-commerce. Outras oportunidades poderiam sair da interação destas empresas com seus consumidores”, argumenta Tafner. As possibilidades são muitas: CDs específicos para cada tipo de corrida, lançamentos exclusivos de artistas, shows, entre outros.

    A etapa futura do s-commerce depende de as empresas entenderem o que os consumidores gostariam de comprar. Elas precisam saber lidar com o manancial de informações da comunidade e integrar isso em seus processos. Detectar qual opinião ou comportamento tem chance de se tornar uma nova estratégia de negócios é outro braço do social business. “Já temos condições de evoluir no CRM social”, defende o gerente de estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fabio Cipriani.

    A integração do CRM com as redes sociais também tem dominado fóruns de discussões sobre o novo modelo de negócios. Certas de que o cenário é promissor, empresas como Oracle, SAP, Salesforce, Microsoft e uma dezena de startups já desenvolvem produtos específicos para este fim. “Já conhecemos o potencial disto nas ações de marketing. O próximo passo é levar esta interação para outros processos de negócio”, propõe Cipriani.

    No CRM social, a gestão do cliente se transforma na gestão da relação cliente-empresa; tudo é pensado como uma estratégia horizontal que leva ao lucro. Qualquer processo que envolva o cliente e tenha este objetivo final pode ser apoiado por uma rede social. “Quem trabalha com dados transacionais passará a lidar com dados conversasionais”, explica o consultor, com o apoio de um neologismo para lá de apropriado.

    Inovação social

    Porém, o suprassumo do s-business – a inovação aberta – ainda é pouco conhecido. São teorias que expostas primeiramente em 2003 no livro Open Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from Technology, do professor da Universidade de Berkeley, Henry Chesbrough. A ideia é simples, mas a prática é complexa. O termo opõe-se ao conhecido modelo de inovação fechada, que conta com laboratórios isolados e técnicos caros. Em substituição, seriam usados clientes, parceiros de negócio e quem mais estiver disposto a colaborar para aprimorar o negócio. “As redes sociais têm o papel importante de fazer a ponte entre a necessidade de inovação da empresa e as comunidades dispostas a colaborar”, comenta o professor de inovação da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda.

    Já existem exemplos. O Fiat Mio foi construído com ideias enviadas por milhares de pessoas ao redor do mundo por meio do portal http://www.fiatmio.cc. A cafeteria Starbucks mantém o site My Starbucks Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do McDonald”s. Há outros casos, e todos devidamente apoiados por uma rede social aberta ou privada. “São grandes empresas, mas a inovação aberta é perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo”, acrescenta Arruda.

    Basta um pouco de pesquisa e algumas conversas para ver que o “s” está realmente migrando para dentro do negócio. É bem provável que ele seja mais uma evolução do que uma revolução. Porém, não há como esquecer que, quando o conceito de e-business surgiu, ele também não foi compreendido na sua totalidade. Hoje, não há empresa que não tenha ao menos um processo e-alguma-coisa. E, juntando estes casos e opiniões aqui e ali, é bem provável que estejamos migrando para o s-alguma-coisa netse exato momento. Sua empresa está preparada?

    Autor: Gilberto Pavoni Junior
    Fonte: InformationWeek

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    Clipping :: ITWeb – Redes sociais podem mudar o CRM

    24 janeiro 2010

    Redes sociais podem mudar o CRM

    22/09/2009

    Já existe a mistura de softwares de gestão de relacionamento e sites como Facebook. Acostume-se com um novo termo na TI – o CRM Social

    Com o sucesso das redes sociais entre consumidores e as novidadeiros de tecnologia, as empresas estão buscando novas formas de adaptarem sites como Facebook, Orkut e Twitter a seus sistemas internos. A integração destas plataformas cheias de usuários com opinião tem sido um grande desafio, mas uma novidade pode aproximar de vez tudo isto do mundo corporativo. É o chamado CRM social, que já está no mercado com dois grandes players de tecnologia da informação.

    A empresa de softwares sob demanda SalesForce.com lançou o Service Cloud 2, que traz plug ins que permitem um monitoramento interativo das redes sociais. Os funcionários da empresa, ao notarem comentários sobre determinado produto, podem entrar nos sites e trocar informações diretamente com os consumidores. A SalesForce está anunciando a novidade como o primeiro serviço de knowledge as a service (conhecimento como serviço), uma analogia com software como serviço (SaaS, na sigla em inglês), um termo que tem ganhado cada vez mais importância nas estratégias de TI corporativa.

    O uso das redes sociais em CRM tende a se fortalecer. O Oracle CRM On Demand Release 15 também traz características que ajudam empresas a entrarem em sites e coletarem informações. O intercâmbio de objetos do software com portais como o iGoogle ou MyYahoo é facilitado e vários conteúdos da web, como feed RSS, podem ser incorporados.

    O conceito por trás desses produtos é o crowdn sourcing, teoria que prega um modelo de produção que utiliza o conhecimento disperso nas redes como o mais importante insumo para as empresas. É a mão-de-obra barata e farta da Web 2.0. Algo que pode ter tanto impacto no mercado quanto a descoberta das facilidades e reduções de custo das fábricas da China. “O CRM Social é um modelo promissor de suporte ao cliente e atendimento ao consumidor”, explica o gerente de estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fabio Cipriani, autor do livro Blog Corporativo e especialista em redes sociais. É como se o consumidor trabalhasse para ele mesmo e ainda achando isso tudo uma maravilha.

    E não deixa de ser maravilhoso. Ter foco no cliente é um jargão repetido à exaustão por todos. Mas, boa parte é só retórica decorada de um livro. Com o CRM Social, pode ser que finalmente o consumidor seja convocado para dar opinião em algo que dizem que ele manda – a empresa.

    Autor: Gilberto Pavoni Junior
    Fonte: InformationWeek

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    Clipping :: InformationWeek – REDES SOCIAIS: Dor de cabeça ou oportunidade?

    28 setembro 2009

    REDES SOCIAIS: Dor de cabeça ou oportunidade?

    01/09/2009

    O DEPARTAMENTO DE MARKETING DAS EMPRESAS JÁ DESCOBRIU COMO UTILIZAR A INTERAÇÃO E A TROCA DE CONHECIMENTO PROPORCIONADA POR FERRAMENTAS COMO FACEBOOK, ORKUT, WIKIPEDIA, BLOGS E TWITTER EM SUAS ESTRATÉGIAS. AGORA, É A VEZ DA TI COMEÇAR A TER CONTATO COM ESTAS NOVIDADES

    Vida dura a do chief executive officer (CIO). Parece que toda mudança que ocorre no mundo dos negócios passa pela sua mesa. Antes da década de 90, este executivo era o típico técnico enclausurado em um ambiente cheio de máquinas e ar condicionado. Nos últimos anos, esse quadro mudou drasticamente. Todo CIO moderno é um agente de mudanças e parceiro importante do negócio. Por suas mãos passam decisões gerenciais e orçamentárias e ele tem assento cativo nas salas onde são estabelecidas as estratégias da empresa. Parabéns a eles, que conseguiram se moldar às mudanças do ambiente de mercado.

    Mas não aplaudam muito. Outra mudança está a caminho e o CIO terá um papel importante — de novo. A nova onda do mundo informatizado e conectado é língua das multidões. As mídias sociais são expoentes em termos de inovação tecnológica e já seduzem empresas pelo mundo afora. Mais da metade da lista da Fortune 500 está desencravando novos meios de se comunicar com stakeholders e consumidores por meio de redes sociais, segundo recente levantamento da empresa de relações públicas Burson- Marsteller. Tudo é feito em sites como o Facebook, Twitter, Youtube, além de wikis e blogs variados. Quem investiu nisto teve aumento de 18% nas vendas nos últimos 12 meses, aponta estudo da Wetpaint e Altimeter Group.

    Números fantásticos e que se repetem quase toda a semana no noticiário especializado. O problema é que tudo isso ainda está muito ligado ao marketing. Mas como fica o CIO fora da pirotecnia deste departamento? Assustado, dizem especialistas na área. Imagine um gestor de tecnologia tendo de lidar com um ambiente heterogêneo cheio de trocas de mensagens instantâneas e em várias direções. Informações entrando e saindo da organização diretamente dos funcionários, centenas de links externos sendo abertos e tudo tendo de caber em um desktop, um netbook ou um smartphone com a mesma qualidade.

    Parece um prato cheio para problemas com segurança, vazamento de informação privilegiada e perda de produtividade. Não é por acaso que o número de empresas que passaram a bloquear sites como Orkut, MySpace, Facebook e Twitter aumentou 20% em um ano. O levantamento da ScanSafe aponta que o cerceamento é feito por medo de ataques de malwares e de queda da produtividade dos funcionários.

    Parece uma visão meio paranóica de tudo, contudo é a realidade para o CIO e uma característica do departamento de TI. Diferentemente do marketing, a área de tecnologia tem de lidar com padrões, homologações e processos verticais e documentados. Tem de evitar ao máximo o risco, enquanto quem trabalha com marca e comportamento de consumo pode fazer do risco uma estratégia. Mesmo assim, as ferramentas de mídia social estão no foco dos CIOs. É impossível encontrar um que não esteja “brincando” com a novidade. “O marketing não é o fim para as mídias sociais, é só o começo da brincadeira”, aponta o gerente de estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fábio Cipriani, autor do livro Blog Corporativo. Para ele, há muitas oportunidades a serem exploradas com essas ferramentas. “As empresas precisam tratar estrategicamente a vontade das pessoas de quererem se conectar.”

    E parece mesmo impossível frear o ímpeto dos funcionários em se manterem conectados. Empresas que bloqueiam o Twitter costumam se ver às voltas com o Yammer (www.yammer.com) , site que funciona independentemente da infraestrutura da companhia, basta ter o endereço eletrônico corporativo para se cadastrar e encontrar seus pares pelo mundo afora. Não apenas isto: quem barrou o uso do Yammer, teve de lidar com o SocialCast  (www.socialcast.com) e outras plataformas que oferecem serviço semelhante.

    “As empresas não detém mais o controle das informações como antigamente”, enfatiza Mauro Segura, líder de marketing e comunicação da IBM Brasil, que possui uma política de redes sociais desde 2005. Dos 400 mil funcionários em todo o mundo, 80 mil são usuários de blogs (internos ou externos). Números mais impressionantes são os dos wikis: existem 15 mil diferentes na IBM. Alguns são estratégicos e fechados a um grupo, já outros, mais abertos. Cerca de 370 mil funcionários, bem próximo da totalidade da empresa, utilizam wikis. Para o executivo da IBM, o papel do CIO nesta revolução é entender que o cenário de negócios está mudando e, provavelmente, a visão sobre o controle da infraestrutura terá de se adaptar a isso. “A segurança passa a ter um papel mais cultural, que necessita de educação e treinamento.” Segundo ele, dificilmente as iniciativas de redes sociais vão nascer no departamento de TI. Elas virão de outras áreas, como marketing, vendas, comunicação e RH. “Mas cabe ao CIO trabalhar a parte tecnológica das ferramentas”, comenta

    Autor: Gilberto Pavoni Junior
    Fonte: InformationWeek

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    Clipping :: Revista CIO – O líder de TI vai ser desafiado pela web 2.0, alerta especialista

    8 maio 2009

    O líder de TI vai ser desafiado pela web 2.0, alerta especialista

    17/04/2009

    Para Fabio Cipriani, consultor-sênior da Deloitte e autor do livro “Blog Corporativo”, os CIOs devem dominar as mídias sociais. Tal conhecimento poderá ser usado em ações corporativas ou mesmo para networking pessoal. Não importa quem é a área responsável pelo projeto, no momento do desenvolvimento e implementação de uma rede social, o CIO será chamado para dar consultoria ao projeto e, nessa ocasião, deverá dominar o assunto e conhecer as ferramentas.” Assim, Fabio Cipriani, consultor sênior da Deloitte para o setor de TMT (tecnologia, mídia e telecomunicação) e autor do livro “Blog Corporativo”, classifica a participação dos líderes de TI nas iniciativas empresariais de colaboração.

    Por isso, segundo o especialista, mesmo que a área específica do CIO não pretenda adotar projetos de web 2.0, o executivo deve ter os conhecimentos necessários para gerenciar esse modelo de aplicação. “Esse conhecimento, no entanto, só é conseguido por meio da experiência real de utilização das ferramentas colaborativas”, afirma Cipriani.

    Ele explica que, para tanto, os líderes de TI devem criar perfis pessoais em redes como o Twitter, Facebook e LinkedIn. Além disso, precisam acessar e participar de discussões em blogs, fóruns e comunidades. “Tudo isso é necessário para que o gestor entre realmente no mundo das mídias sociais e consiga adaptá-las ao negócio”, diz o consultor.

    Essas tarefas, contudo, devem ser gerenciadas fora do ambiente de trabalho, uma vez que podem ser ótimas ferramentas para o desenvolvimento de networking profissional e criação de novas oportunidades e desafios na carreira.

    Fonte: Revista CIO

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    O papel do líder de TI no contexto das mídias sociais

    8 maio 2009

    Mês passado eu concedi uma entrevista à Revista CIO falando um pouco da forma de entender essa revolução das mídias sociais e qual o papel que esses CIOs/Líderes de TI possuem nas iniciativas de implementação de redes sociais nas empresas. Ainda não consegui a revista, mas hoje recebi o clipping da matéria e aqui vai um pequeno trecho (veja o conteúdo completo aqui):

    [...] Por isso, segundo o especialista, mesmo que a área específica do CIO não pretenda adotar projetos de web 2.0, o executivo deve ter os conhecimentos necessários para gerenciar esse modelo de aplicação. “Esse conhecimento, no entanto, só é conseguido por meio da experiência real de utilização das ferramentas colaborativas”, afirma Cipriani.

    Ele explica que, para tanto, os líderes de TI devem criar perfis pessoais em redes como o Twitter, Facebook e LinkedIn. Além disso, precisam acessar e participar de discussões em blogs, fóruns e comunidades. “Tudo isso é necessário para que o gestor entre realmente no mundo das mídias sociais e consiga adaptá-las ao negócio”, diz o consultor.[...]

    Hoje topei com um post do George Colony, Chairman e CEO da Forrester, entitulado “Como CEOs podem entender tecnologias sociais?”. Entre outras palavras, Colony falou que não há outra forma de entender as mídias sociais senão usando-a.

    [...] Social [Media] é como sexo. É divertido falar e ler a respeito, mas você não pode compreendê-lo completamente ao menos que você o faça.[...]

    Falamos a mesma coisa mas com apelos diferentes. Bom saber que estamos alinhados pois os profissionais de mídia social devem falar a mesma língua nesse mar de desentendimento. Só assim se gera mais resultado e se educa mais e mais pessoas nessa área.

    Tem algo que falei e que não foi publicado. Vou repetir aqui para completar o conteúdo da reportagem.

    Além de entender as novas tecnologias (no caso tudo sobre mídia social), o CIO também precisa garantir que as ferramentas selecionadas estão alinhadas com e suportam as necessidades de negócio (efetividade) e a gestão do portifolio de TI (menor custo mantendo mesma efetividade).


    Clipping :: Banco do Brasil – Entrevista

    12 março 2009

    03/2009

    Fabio Cipriani, formado em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo (USP), é posgraduado em Economia e Gestão de Pequenas e Médias Empresas pela Università degli Studi di Torino, em Turim, na Itália. Atualmente, Cipriani é consultor empresarial na Deloitte, em Amsterdã, na Holanda. Além disso, é autor do livro Blog Corporativo (Editora Novatec, 2006) e escreve em página homônima e no Serendipidade, que aborda temas de marketing, negócios, criatividade, inovação e comportamento. Nesta entrevista, Cipriani, que também possui título de Master of Science in Wireless Systems pelo Politecnico di Torino, fala sobre o uso dessa ferramenta nas empresas.

    O que é um blog corporativo?

    Blog Corporativo é o uso da ferramenta blog pelas empresas. Ele é usado para estabelecer uma nova forma de se comunicar com o mercado ou mesmo com o público interno da companhia. A internet encurtou distâncias e formou consumidores mais exigentes, com maior poder de comparação e compartilhamento de opiniões. Esse novo tipo de cliente encontrou na web um meio de se comunicar facilmente. O blog é um canal de comunicação que pode canalizar essa ânsia de interatividade desse neocliente e estabelecer uma troca de informações entre empresa e consumidor de forma mais transparente e humana.

    Por que manter um blog corporativo?

    Muitas empresas adotam a ferramenta pensando no aumento das vendas. Porém, o blog não é um instrumento de e-business. É uma ferramenta de diálogo, cuja consequência do seu uso pode ser o aumento das vendas e da visibilidade da marca. O blog humaniza a empresa, apontando para alguém com quem o cliente pode conversar, trocar opiniões, reclamar ou elogiar. Por meio dele é possível estimular a satisfação dos consumidores. Esse é o principal motivo.

    Como garantir o sucesso dessa página?

    Para o blog crescer em popularidade, o público deve pressentir um possível retorno material, financeiro ou intelectual sendo transmitido de pessoa para pessoa e não de empresa para pessoa. Além disso, quem publica deve ter persistência, paixão por escrever e transmitir sua opinião com o intuito de oferecer informação útil para o público. Os leitores mais assíduos são aqueles que encontraram o blog em ferramentas de busca. Por isso, é a partir do primeiro contato que se começa a conquistar o público.

    Dessa maneira, quais são os passos para a empresa iniciar o desenvolvimento de um blog?

    Existem quatro passos importantes:
    1)
    Conhecer a “blogosfera” antes de tudo. Ambiente-se com blogs e conteúdos que podem ser publicados, conheça os termos usados e estude as páginas que dão dicas sobre a sua área. Vale ainda olhar o blog do concorrente, comentar em outros que escrevam assuntos do seu interesse e fazer uma busca para saber quais páginas mencionam sua marca ou seu produto;
    2) Escolha bem o blogueiro e o assunto a ser tratado no blog. Dependendo do tema, quem publica pode ser um profissional de relações públicas, alguma pessoa externa contratada e até mesmo o presidente da empresa. Sobre o conteúdo, quanto mais específico e fascinante for, melhor;
    3) A criação do blog pode ser feita gratuitamente em páginas como o Blogger.com. Outra opção é hospedá-lo em um servidor próprio utilizando scripts que criam blogs automaticamente;
    4) Postar, monitorar comentários, responder e conversar com público. Assim é possível ter um retorno a partir de 3 a 6 meses, dependendo da habilidade em gerar conversações.

    Quais as diferenças entre o blog corporativo e o site da empresa?

    O blog é uma ferramenta nova para um conceito antigo que uma simples página web não possui: conversações. Para aumentar o número de clientes que compram, mais do que possuir um produto ou serviço de qualidade, é preciso convencer as pessoas e estar aberto para interagir com elas. Essa necessidade de comunicação se tornou mais evidente com a internet, pois não há mais distâncias e tudo flui rapidamente. Diante disso, o blog abre uma nova possibilidade: alavancar oportunidades de negócios de maneira mais eficiente e com mais evidência. A estrutura do blog e sua atualização frequente permitem que ele sempre se posicione melhor que websites tradicionais em buscadores como o Google ou o Yahoo.

    Cada vez mais os internautas buscam informações em redes sociais e blogs. De acordo com o Ibope/NetRatings, em dezembro de 2008, o acesso a blogs no Brasil cresceu 22% em comparação ao mesmo período de 2007. Como explicar esse aumento?

    Um relacionamento é estabelecido por diálogo, reciprocidade e voz humana. Redes sociais e blogs não são vistos como websites, entidades sem vida e pensamento. São tidos como uma outra pessoa usando essa forma de comunicação para compartilhar conhecimento. A procura e uso desses tipos de website só aumentarão nos próximos anos.

    Como aproveitar as opiniões dos leitores para melhorar o desempenho e a imagem da empresa?

    Escutar o que o mercado está falando sobre a sua empresa não cabe apenas ao monitoramento dos comentários no seu blog corporativo. É preciso também estar atento também ao que se fala em redes sociais e outros blogs. Essa é a única forma de capturar idéias, sugestões e endereçar problemas para melhorar seus processos e estratégias de relacionamento com clientes.

    Como lidar com os comentários negativos?

    É natural uma empresa blogueira receber comentários contendo reclamações. A melhor forma de lidar com isso é responder publicamente da melhor forma possível. Quando escutamos argumentos contrários ao nosso estilo ou idéias, reagimos naturalmente contrapondo o que consideramos falso. Sou a favor da moderação de comentários devido a problemas de spam e internautas que adoram comentar em baixo calão.

    Fonte: CL2G Comunicação

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    Clipping :: Revista do Varejo – Conversas Conectadas

    23 dezembro 2008

    Conversas Conectadas

    04/12/2008

    Nova página na internet é tão fácil de fazer que até mesmo o próprio dono da loja pode se encarregar de mantê-la atualizada.

    Marcar presença na internet tornou-se quase um requisito obrigatório para o sucesso no varejo. Além da possibilidade de criar um canal de vendas on-line, a web também se mostra eficaz para incrementar a comunicação com clientes e fornecedores, além de divulgar produtos e promoções. Para estimular a interatividade e a participação dos consumidores, uma das ferramentas mais acessíveis e eficazes é o blog, página virtual gratuita e fácil de atualizar. Junção das palavras web + log (registro), essa nova forma de publicar na internet surgiu por volta de 1995 associada a diários pessoais, mas não demorou até ser adotada pelas empresas.

    Segundo Pollyana Ferrari – doutora em Ciências da Comunicação pela USP e professora da PUC/SP –, os blogs possuem um formato já consagrado, em que o conteúdo é organizado de forma cronológica, com a identidade visual no topo superior e uma descrição da temática do site logo abaixo. “Utilizar o blog como portfólio para a loja é uma tendência, lembrando que o importante é sempre buscar a conversa com o leitor”, afirma. Outra vantagem é melhorar o posicionamento da loja em resultados de páginas de busca como Google e Yahoo. “Isso porque um blog é atualizado com mais freqüência que um site tradicional, o que é bem-visto pelos mecanismos de busca”, explica Fábio Cipriani, consultor empresarial e autor do livro Blogs Corporativos.

    A forma e o conteúdo do blog, por exemplo, devem estar em sintonia com a proposta da loja e incentivar o diálogo com o cliente-leitor. Para Cipriani, ainda que a proposta seja divulgar as mercadorias, é preciso gerar um mínimo de interatividade. “A não ser que se deixe clara a intenção de ser apenas uma vitrine virtual, quem faz um blog deve conversar ou gerar uma comunidade em torno da marca.” Provocar a participação do internauta, portanto, é fundamental.

    Ferramenta acessível

    Por se tratar de uma ferramenta gratuita, de atualização simples e imediata, o blog pode ser o caminho mais curto para pequenos e médios varejistas darem os primeiros passos na web. Foi esta facilidade que motivou as proprietárias da Santo Babado, loja gaúcha especializada em lingerie, a investir no formato, antes mesmo de possuir um site próprio na internet. A idéia é utilizar o espaço do blog, criado em fevereiro de 2007, para divulgar promoções, eventos e lançamentos. “Mas também incluímos reportagens sobre moda ou auto-estima da mulher, alinhadas com os valores que procuramos transmitir”, conta Aline Fuhrmeister, uma das três sócias da loja.

    Provocar a participação do leitor, no entanto, não é uma tarefa simples. De acordo com Aline, os poucos comentários até agora se devem ao fato de que muitas clientes não se sentem à vontade para comentar publicamente. “Recebemos muito retorno através do e-mail e às vezes pedimos autorização para transformar as mensagens em posts”, explica.

    De acordo com Cipriani, em um blog de loja o assunto dos posts é livre, mas o ideal é misturar informações sobre promoções e novidades com temas mais gerais sugeridos pelo mix de produtos ou pelos comentários, sempre com o objetivo de estimular a interação. “Falar só de mercadorias ou promoções não gera diálogo e pode se tornar muito chato”, afirma. Se o autor dos textos for o próprio lojista, melhor ainda. “Isso significa que o dono da loja possui grande afinidade com o mercado, deixa o site ainda mais pessoal e humaniza o negócio”, explica.

    Uma opção para lojistas que não dispõem de tempo – ou habilidade – suficiente para manter um blog é contratar um profissional específico para administrar o conteúdo. Este é o caso da grife cearense MissMano, que fabrica e vende roupas femininas. Para administrar o blog dos três pontos-de-venda em Fortaleza, as sócias Carla Jonia e Rosanna Cavalcante chamaram duas consultoras de moda – Andréa Fialho e Ana Maria Sisnando, que também são autoras do blog Vanguarda. A idéia do blog da MissMano, aliás, surgiu quando a direção da loja as procurou com interesse em anunciar no Vanguarda. Cipriani, entretanto, recomenda cautela em situações desse tipo. “O blog deve ser escrito por alguém que goste de interagir com os leitores e literalmente entrar na discussão.”

    Apostar no blog como “passaporte” para o mundo virtual é tendência entre os pequenos lojistas que ainda não possuem endereço eletrônico. Este é o caso da Loja Loja!, que estreou na web há cinco meses através de um blog hospedado em um provedor gratuito.

    Localizado em São Paulo, o ponto-de-venda é inspirado nas butiques parisienses e mistura brechó com venda de antiguidades, acessórios e roupas de grife. Segundo a gerente de marketing Vivian Feriani, a Loja Loja! não possuía nenhum canal de interação com os clientes além do e-mail. Hoje, o blog traz informações sobre novidades e promoções, e já rendeu até encomendas de pessoas de fora da cidade. “Conquistamos clientes no Rio de Janeiro com o blog”, conta Vivian. “Hoje muita gente nos procura por ter visto a página, ainda mais depois que o endereço foi divulgado no site Radar 55 (revista eletrônica de artes, moda e gastronomia)”, completa.

    Participação ativa

    Além da possibilidade de ter sua marca citada em outros sites, os blogs estimulam o que Pollyana Ferrari define como “mídia gerada pelo consumidor”, ou seja, conteúdos que são criados pelos próprios consumidores através de comentários e links divulgados em comunidades como o Orkut. “É um fator que causará uma verdadeira revolução no consumo dentro dos próximos três anos”, afirma a professora. Dessa forma, sites de relacionamento pessoal e fotologs (sites para publicação de imagens e fotografias) também são recursos muito úteis para se aproximar dos consumidores e divulgar a loja.

    Tirar proveito de todas essas ferramentas faz parte da história da Pó de Estrela, loja gaúcha que vende objetos de decoração e acessórios de moda. Desde o início da operação, em 2005, as sócias Patrícia Lima e Paula Howe apostaram na internet como forma de divulgar os produtos. Além do site propriamente dito e do blog, a loja ainda possui fotolog e uma comunidade no Orkut com 688 participantes. “Utilizamos todas as formas possíveis para nos aproximarmos de nossos clientes e atingir outros em potencial. Muitas pessoas já chegaram até a loja através do Orkut e do blog”, diz Patrícia.

    A combinação de site, blog, Orkut e fotolog também faz parte da filosofia da ChicFashion, que comercializa cosméticos e artigos de brechó. Por se tratar de uma loja exclusivamente virtual, nada melhor do que aproveitar todos os recursos que a web oferece. Neste caso, o blog também surgiu antes do site, como parte da estratégia para iniciar a operação de e-commerce. “Durante o benchmarking, vimos que a procura por informações sobre moda, beleza e comportamento é imensa, e o blog é um dos formatos mais acessados, então decidimos fazer um blog com dicas sobre beleza e criamos uma expectativa para a inauguração da loja”, conta a proprietária Íris Duarte. De acordo com a lojista, a iniciativa foi responsável pelos mais de 300 acessos que o site oficial da ChicFashion recebeu logo que entrou no ar, há quatro meses. A loja investe ainda em um fotolog, um perfil no site MySpace e na comunidade do Orkut, com 240 participantes.

    Dicas para criar um blog

    * O design da página deve corresponder à marca da empresa. Manter as cores e a logomarca da loja são requisitos fundamentais.

    *O blog precisa ser autoral, ou seja, ter a voz de quem fala, ter estilo próprio.

    * Deve ser um espaço sempre aberto a comentários, sem exigir cadastro prévio.

    * Deixe o cliente opinar e dar dicas, mandando fotos com customização de peças que a loja vende, por exemplo.

    * Atenção para os comentários, que podem sugerir temas para futuros posts.

    * Em caso de comentários negativos, a dica é prestar atenção, avaliar se a reclamação faz sentido e responder publicamente no próprio blog.

    * Blog é conversa, não é assessoria de imprensa. Nada de publicar press-releases da loja ou da fábrica.

    Contato

    Fábio Cipriani: www.blogcorporativo.net

    Pollyana Ferrari: www.polipress.com.br

    Autor: Mônica Pupo
    Fonte: Revista do Varejo

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    Clipping :: Papel & Arte – O que é blog corporativo?

    26 novembro 2008

    <p class=”titulo”><strong>O que é blog corporativo?</strong>!</p>

    <small>01/06/2007</small>

    O recurso melhora o relacionamento com os clientes e fortalece a imagem da empresa.

    É o assunto do momento. Todo mundo tem um blog ou participa de um. Essa rede de comunicação ininterrupta, que transmite e recebe mensagens na velocidade da internet, pode funcionar além disso. A proposta de Fábio Cipriani em sua obra Blog Corporativo é justamente essa: por que não aproveitar a eficiência da “blogosfera” para alavancar seus negócios e fortalecer a imagem da sua empresa? Engenheiro, pós-graduado em Economia e Gestão de Pequenas e Médias Empresas pela Università degli Studi di Torino e certificado em Management e Leadership Essentials pela Harvard Business School, o autor explica nesta entrevista o conceito de Blog Corporativo e suas vantagens.
    Como surgiu a idéia de escrever o livro?

    Fábio Cipriani: Em meados de 2005, eu criei o serendipidade.com, meu primeiro blog para discutir assuntos relacionados a negócios, criatividade e inovação. O assunto de blogs corporativos começou a ganhar destaque no mundo todo e eu não podia deixar de mencionar isso em meu site. Esses textos acabaram abrindo caminho para que eu fosse abordado pela imprensa sobre o assunto e acabei percebendo uma demanda por esse tipo de informação. No início de 2006, decidi escrever o livro. Esperava que ele pudesse abrir uma nova perspectiva sobre a comunicação. O blog humaniza a empresa, pois as relações com o mercado são feitas por pessoas e não por departamentos. Ainda existe muita falta de informação e desentendimento por parte dos próprios executivos sobre o tema. O livro é a tentativa de quebrar esta barreira.
    Muitas pessoas pensam que os blogs são destinados somente ao uso pessoal, como, por exemplo, adolescentes que os utilizam como diário. De que forma essa visão dos blogs está mudando e quando surgiu a idéia de que eles poderiam ter um apelo corporativo?

    Fábio Cipriani: Não acredito que, hoje, o blog seja associado a diários pessoais, mas sim ao fenômeno que ele se tornou. O conceito “pessoal” mencionado na pergunta não se aplica, porque, aberto e acessível na internet, ele representa uma das mais primordiais necessidades humanas: a comunicação em busca de um retorno. O blog é um assunto em pauta hoje, porque ele influencia as pessoas, engaja comunidades e espalha assuntos pertinentes. O apelo corporativo foi natural a partir do momento que mais e mais pessoas entraram na onda. Inicialmente, um profissional de uma determinada empresa iniciou um blog pessoal sobre negócios. As empresas viram seus funcionários blogando e decidiram ter o seu também. O real entendimento das vantagens dessa ferramenta é um ótimo início para começar a se empolgar com a idéia.
    O que as pequenas empresas podem ganhar ao fazer um blog?

    Fábio Cipriani: Por que os diálogos entre uma empresa e seus clientes (quando existem) devem ser departamentalizado ou formais? Quebrar este paradigma corporativo é importante. Eu vejo isso como a principal vantagem do blog, seguido por melhoras nas vendas e fidelização de clientes. Podemos dizer que oportunidade de negócios é uma das principais razões disso, mas não é a única. Podemos obter ganhos em processos, redução de custos, motivação dos colaboradores, entre outras. No final de 2005, eu resolvi blogar sobre vassouras feitas com garrafas plásticas de refrigerantes. Graças à visibilidade em páginas de busca, como o Google ou Yahoo, o meu comentário ficou famoso e, até hoje, recebo visitas e comentários freqüentes pedindo informações sobre máquinas para construir esse tipo de vassoura. O bom posicionamento em páginas de busca acontece porque os blogs são páginas freqüentemente atualizadas e as ferramentas de busca valorizam isso.
    Quais os cuidados a serem observados por quem decidir criar um blog corporativo?

    Fábio Cipriani: Escolher bem o blogueiro e o assunto a ser tratado no blog, pois quanto mais específico e fascinante o assunto melhor. Para o blog crescer em popularidade, o público deve pressentir um possível retorno material, financeiro ou intelectual. Além disso, é importante ressaltar que um comentário publicado é um registro de negócios. Uma vez publicado, ele é um documento e tem valor perante o mercado, é indexado em ferramentas de busca e pode ser alvo de ações.
    Que tipo de informações você aconselha?

    Fábio Cipriani: Qualquer tipo de informação sobre temas que circundam a realidade em que a empresa está fixada. De forma alguma, utilize os comentários do seu blog para falar dos seus produtos de forma exagerada, transformando-o em uma vitrine. O seu produto deve se encaixar no contexto do que é discutido on-line. Se você escreve sobre origami, por exemplo, registre idéias que vão fazer com que seus leitores as espalhem mesmo que o assunto fuja um pouco do tema central.
    Quem deve ser responsável pelo site?

    Fábio Cipriani: Um blogueiro que tenha certa liberdade para falar bem e mal da própria empresa que representa. Isso gera credibilidade. Não estou falando de liberdade radical, mas também não precisamos ser tão quadrados a ponto de querer monitorar todos os comentários. O blogueiro é um profissional sério e, portanto, deve ter um cargo de confiança, atrelado a diversas áreas de uma companhia: comunicação, marketing, produção, financeiro, tributário, jurídico, recursos humanos, etc.
    Quanto de investimento é necessário para que empresas de grande e médio porte montem seu blog corporativo?

    Fábio Cipriani: Não importa o tamanho da companhia, o preço do blog varia de acordo com a popularidade. É possível fazer o blog gratuitamente ou gastar somas da ordem de R$ 5 mil por ano ou mais. O gratuito possui limitações de configuração e capacidade, além do fato de não permitir um domínio próprio. Eu possuo dois blogs, o do livro e um de negócios. Não gasto mais do que R$ 100 em cada um por ano. Alugar um serviço de hospedagem de páginas hoje em dia não é caro. Porém, mais do que a hospedagem do seu blog, existe o gasto com o blogueiro. Ele pode não ser um profissional dedicado exclusivamente a isso, mas ao menos um período de tempo diário será gasto nessa nova tarefa.
    É possível mensurar o retorno deste investimento? De que forma?

    Fábio Cipriani: É complicado medir um retorno sobre investimento nos moldes clássicos, porque o blog promove um tipo de resultado subjetivo: ele converte visitas em oportunidades de negócios, por meio da construção de fidelidade e bom relacionamento com clientes. É difícil relacionar as vendas com o blog e seus custos relacionados (gastos com salários de blogueiros, hospedagem de sites, instalação da aplicação, entre outros). Medir os benefícios em relação a custos ou contra riscos pode mostrar um caminho interessante para uma empresa preocupada com clientes satisfeitos (o que seguramente se transforma em mais vendas). Quão interessante é ter seus clientes satisfeitos e falando bem da sua empresa para amigos, parentes ou em blogs pessoais na internet? Isso pode acontecer com um blog criado por uma empresa ou pelo simples monitoramento da “blogosfera”.

    <strong>Fonte: Papel &amp; Arte</strong>

    <strong><a href=”http://www.blogcorporativo.net/midia” target=”_self”>&lt; Voltar para ‘Imprensa’</a></strong>


    Clipping :: Gazeta Mercantil – Cresce o uso de Blog no cenário corporativo

    29 outubro 2008

    Cresce o uso de Blog no cenário corporativo

    29/10/2008

    O Brasil já possui 269 blogs corporativos. Desse total, 179 são de pequenas e médias empresas, outros 57 são de grandes corporações e o restante se divide em blogs de ensino e de instituições, entre outros. As informações são do autor do livro “Blog Corporativo (Editora Novatec), o consultor Fábio Cipriani. Para ele, os blogs podem ser bem mais úteis na relação empresa-cliente para as pequenas e médias do que para as grandes corporações. Cipriani é formado em engenharia elétrica pela Escola de Engenharia de São Carlos da USP e vive em Amsterdã (Holanda), onde é consultor empresarial da Deloitte, empresa de serviços profissionais. A seguir, a entrevista concedida por e-mail por Cipriani:

    Gazeta Mercantil – Há um “boom” de pequenas e médias empresas apostando nessas novas mídias para potencializar seus negócios? É possível quantificar esse movimento?

    Eu diria que hoje existe mais uma tendência. O “boom” não foi e não é pontual, ele vem acontecendo desde 2006, quando as pequenas/médias empresas descobriram blogs e comunidades virtuais como forma alternativa de marketing. A adoção certamente ocorre com mais freqüência em empresas desse tipo porque são menos burocratizadas e com hierarquia horizontalizada. Além disso, o risco de novas iniciativas prejudicarem o desempenho dos negócios é mais baixa porque a ação é menor. No meu wiki (http://wiki.blogcorporativo.net) mantenho uma lista de blogs corporativos e a lista de pequenas/médias empresas é bem maior que as demais categorias. Essa é uma forma de quantificar.

    Gazeta Mercantil – Dá para traçar um perfil do uso de cada ferramenta? Por exemplo, o blog corporativo tem o objetivo de abrir um canal direto de comunicação com o consumidor, para que ele possa reclamar ou dar sugestões. E o orkut, e-groups, fóruns, sites de sharing e messengers?

    Sim é possível, cada um pode ter uma forma de aplicação e resultados diferentes, mas no final todos os novos canais que a internet está abrindo para a comunicação empresa-cliente e cliente-cliente tem a nobre funcionalidade de criar uma comunidade baseada no diálogo aberto e troca de idéias interessantes. Uma comunidade em torno das suas idéias e sua marca.

    Gazeta Mercantil – O custo desse tipo de ferramenta é alto em relação aos outros tipos de ação de marketing mais tradicionais?

    De forma alguma. Publicidade tradicional é caríssima quando comparada com o custo de manter um blog ou visitar freqüentemente uma comunidade em redes sociais. O custo não é uma barreira para as empresas que querem estabelecer um canal de diálogo com o mercado. A maior barreira hoje é a falta de informação sobre os benefícios dessas ferramentas e a falta de conhecimento sobre o que acontece dentro dessas comunidades virtuais.

    Gazeta Mercantil – Como uma pequena ou média empresa pode montar seu próprio blog ? Ela deve procurar uma consultoria?

    Ela pode procurar uma consultoria, mas no meu ponto de vista essa atitude quebra o encanto. Explico. Um autêntico blog nasce do interesse de um indivíduo – não uma empresa – em construir conversações em torno de um tema. Quando a empresa, na figura de um profissional, vai atrás da informação e usa a própria internet ou a literatura disponível para construir sozinha seu conhecimento sobre blogs, tudo tende a acontecer de forma muito mais natural e acertada. Lógico que podemos contar com uma consultoria para orientar a empresa nos primeiros passos, é até recomendável quando o conhecimento é nulo, mas uma vez construída a arquitetura do blog é importante. Temos pessoas de dentro da organização dando o seu ponto de vista e tom nas conversas do blog.

    Gazeta Mercantil – Você acha que no caso de uma pequena ou média empresa os resultados de um blog corporativo podem ser tão positivos quanto os de uma grande multinacional?

    Certamente. O blog de uma pequena/média empresa costuma atingir resultados positivos tão rápido quanto blogs de grandes marcas. Além de ser um canal de comunicação moderno, o blog pode ser o primeiro website de muitas empresas e costuma se posicionar melhor em ferramentas de busca. Só o número de oportunidades de negócio que o blog pode gerar no médio prazo possibilita dizer que às vezes pode ser muito mais frutífero em termos de venda e marketing para a pequena/média empresa do que para uma grande marca.

    Gazeta Mercantil – Quais são os erros mais freqüentes na montagem de um blog corporativo e como evitá-los?

    O maior erro no caso do blog é começar a conversa sem entender o que é a blogosfera e como interagir com comentários e outros blogueiros. No geral, muitas empresas entram na discussão por ser algo muito falado hoje na imprensa e na internet, isso sem ter um objetivo traçado. Engajar-se com a Web 2.0 deve fazer parte de um plano bem estruturado com metas e modos de mensurar resultados. Entendê-la é o primeiro passo.

    Gazeta Mercantil – Como tornar os blogs e demais mídias interessantes para o consumidor e como levá-lo até esses serviços?

    Primeiramente, a dedicação para manter consistência e continuidade nas interações, depois, colocar pessoas da empresa na linha de frente, e não a empresa em si. Humanizar a discussão é a melhor forma de manter o interesse da audiência. Temas criativos em torno da marca costumam atrair pequenos nichos de interessados que podem, no final, agir como evangelistas espalhando ainda mais o seu nome.

    Gazeta Mercantil – Quem deve escrever no blog corporativo? O presidente da empresa, o diretor de marketing, funcionários comuns?

    Antes de tudo uma pessoa, não uma entidade abstrata. Não importa quem é o blogueiro, essa pessoa deve gostar de escrever no blog e manter diálogo com a audiência. Geralmente, o blog de um presidente ajuda a posicioná-lo como especialista na área em que atua. O blog de funcionários comuns pode trazer o ponto de vista curioso de alguém de dentro da realidade da empresa. Diretores e gerentes, que são pessoas que conhecem bastante o negócio da empresa, podem trazer ou discutir idéias de temas em torno do produto que pode ajudar a conhecer ainda melhor o perfil de sua carteira de clientes. Cada escritor pode trazer benefícios diferentes se a iniciativa for explorada adequadamente.

    Gazeta Mercantil – Além das mídias virtuais existentes, estão surgindo outras novas? Qual é o próximo passo corporativo na internet?

    A mais recente é o uso de “microblogging”, ou pequenos posts para divulgar lançamentos, idéias e a própria marca. O Twitter provê espaço e as empresas estão criando formas de usá-lo para benefício próprio.

    Autor: Rubens Linhares
    Fonte: Gazeta Mercantil

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