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Aumento de 18% nas vendas graças às mídias sociais

23 julho 2009

receita_vs_engagement @ by EngagementDBEssa semana foi divulgado um relatório de pesquisa da Wetpaint e Altimeter Group (a Charlene Li, ex-Forrester, co-autora do Groundswell que está por trás dessa empresa) chamado EngagementDB que trouxe alguns numerinhos bonitos para o nosso mundo das mídias sociais.

O destaque vai para o fabuloso aumento em 18% nas vendas nos últimos 12 meses dentre as empresas que mais ativamente usam as mídias sociais para estabelecer um canal diferenciado de comunicação com o mercado. As menos ativas com mídias sociais tiveram redução de 6% nas receitas.

Acho que deixo o restante das conclusões com vocês mesmos. Baixem o relatório aqui


O papel do líder de TI no contexto das mídias sociais

8 maio 2009

Mês passado eu concedi uma entrevista à Revista CIO falando um pouco da forma de entender essa revolução das mídias sociais e qual o papel que esses CIOs/Líderes de TI possuem nas iniciativas de implementação de redes sociais nas empresas. Ainda não consegui a revista, mas hoje recebi o clipping da matéria e aqui vai um pequeno trecho (veja o conteúdo completo aqui):

[...] Por isso, segundo o especialista, mesmo que a área específica do CIO não pretenda adotar projetos de web 2.0, o executivo deve ter os conhecimentos necessários para gerenciar esse modelo de aplicação. “Esse conhecimento, no entanto, só é conseguido por meio da experiência real de utilização das ferramentas colaborativas”, afirma Cipriani.

Ele explica que, para tanto, os líderes de TI devem criar perfis pessoais em redes como o Twitter, Facebook e LinkedIn. Além disso, precisam acessar e participar de discussões em blogs, fóruns e comunidades. “Tudo isso é necessário para que o gestor entre realmente no mundo das mídias sociais e consiga adaptá-las ao negócio”, diz o consultor.[...]

Hoje topei com um post do George Colony, Chairman e CEO da Forrester, entitulado “Como CEOs podem entender tecnologias sociais?”. Entre outras palavras, Colony falou que não há outra forma de entender as mídias sociais senão usando-a.

[...] Social [Media] é como sexo. É divertido falar e ler a respeito, mas você não pode compreendê-lo completamente ao menos que você o faça.[...]

Falamos a mesma coisa mas com apelos diferentes. Bom saber que estamos alinhados pois os profissionais de mídia social devem falar a mesma língua nesse mar de desentendimento. Só assim se gera mais resultado e se educa mais e mais pessoas nessa área.

Tem algo que falei e que não foi publicado. Vou repetir aqui para completar o conteúdo da reportagem.

Além de entender as novas tecnologias (no caso tudo sobre mídia social), o CIO também precisa garantir que as ferramentas selecionadas estão alinhadas com e suportam as necessidades de negócio (efetividade) e a gestão do portifolio de TI (menor custo mantendo mesma efetividade).


Foi preciso chegar até aqui para que você acordasse?

10 dezembro 2008

Rolou um burburinho na rede sobre uma pesquisa da Forrester que demonstrou que apenas 16% dos adultos norte-americanos confiam no condeúdo de um blog corporativo – em último lugar. E quem disse que acredita normalmente acredita em todas as outras fontes de informação sobre uma empresa e seus produtos.

Isso é culpa das próprias empresas e seus pseudoblogs corporativos.

Convenientemente Josh Bernoff, co-autor do Groundswell, publicou um estudo que custa quase 300 dólares. Como eu tenho acesso aos relatórios da Forrester, eu abri e fui ver o que ele contava. Basicamente ele defende os pontos de vista que sempre conversamos aqui no blog e está explícito no meu livro:

  • Blog não é vitrine de produto
  • Blog é a ferramenta ideal para mostrar o quão preparada sua empresa está para corresponder às expectativas de seus clientes
  • Plano, objetivo e consistência são as palavras de ordem

Tem também uma pancada de gráficos e vários pontos “melhores práticas”. Tudo é tão simples. As empresas é que gostam de complicar e acabam fazendo com que o resultado da pesquisa se mostre tão “medonho”.

Somente um parêntesis: Entre blogueiros e leitores de blogs a figura é diferente. Óbvio que é porque eles conhecem o assunto muito mais em detalhes do que um “consumidor 1.0″.


Fim dos blogs? Ahhh… conta outra…

1 dezembro 2008

Hype Cycle 2008O cara da Wired escreveu um artigo e todo mundo ficou especulando: “Oh! É o fim dos blogs?

Como algo que existe aos milhares pode desaparecer? Pior, como dizer que o Twitter vai substituir os blogs se a maior parte dos links divulgados por ele são links para posts de blogs ou artigos?

Aí eu vejo o Pavoni nos apresentado o Hype Cycle de Softwares Sociais da Gartner (figura). Foi bom porque nessa concepção o “fim dos blogs”, o seu resultado final, é ser adotado com perfeição por todos interessados e alinhado com o “Platô da produtividade”. Isso não me parece nada com “ser exterminado da rede”, está mais para “olha como esse treco traz resultado!”.

Depois o e-marketer solta essa: mais de 2/3 dos marketeiros americanos usam blogs como ferramenta de marketing e muitos blogueiros adoram falar sobre marcas nos seus blogs. Não é bom?

Agora que entendemos o fim dos blogs, vamos partir pra outra polêmica.

Durante o chat no portal Nós da Comunicação, Paulo Teixeira perguntou minha opinião sobre uma pesquisa da Forrester que estudou origens de venda nas empresas. Ele diz que o blog ficou com 0% – i.e. nenhuma contribuição para as vendas. Eu respondi que a pesquisa estava errada, mas na verdade as empresas que responderam é que estão erradas.

Compare os 2/3 de marketeiros que usam blogs como ferramenta de marketing e o resultado da pesquisa da Forrester. O que você conclui?

Eu concluo que das duas uma: ou os marketeiros usam o blog por modismo cego, ou eles sabem que o blog traz resultado mas não sabem mensurar os retornos adequadamente. Sou mais a segunda opção.

Espero que os “is” estejam bem “pingados” agora.


Clipping :: Comunique-se – Blogs corporativos: especialistas discutem uso e estratégias

1 agosto 2008

Blogs corporativos: especialistas discutem uso e estratégias

31/07/2008

Quem ainda define blog como “simples diário adolescente” precisa conhecer o meio empresarial. A agilidade, interatividade e informalidade transformou a ferramenta num mecanismo de relacionamento para pequenas, médias e grandes empresas.

Corporações e organizações como Tecnisa, Claro, Petrobrás, Embrapa, Google, entre outras, mantêm blogs. A ferramenta estreita o relacionamento com o público, o que pode expor a empresa a sugestões e elogios, mas também a críticas.

As empresas que acabam adotando a ferramenta estão mais próximas ao ambiente da web e às novas tecnologias. Quem não tem intimidade com o meio digital acaba procurando por empresas que descobriram este novo mercado: atender essa necessidade específica de comunicação por meio de blogs. “Muitas empresas adotam o blog para serem mais bem vistas no recurso de busca do Google”, afirma Vinícius Braga, responsável pelo atendimento e desenvolvimento do Blog Empresa, plataforma desenvolvida pela BielSystems.

Exposição no mercado
A Tecnisa foi a primeira empresa do ramo imobiliário brasileiro a adotar um blog corporativo. Há dois anos ela insere conteúdo, recebe comentários e mantém esse tipo de relacionamento com o mercado. “Os clientes postam no blog e nós passamos para a área de marketing. Isso nos ajuda a melhorar processos, funciona como uma governança e ouvidoria. Além da transparência, o que mostra que não temos medo dos nossos erros”, diz Roberto Loureiro, e-business da Tecnisa.

“A abertura, transparência e participação são pontos positivos dos blogs, mas também há pontos negativos como a exposição e vulnerabilidade a criticas, que, de certo modo, pode ser uma oportunidade”, esclarece Carolina Franzon Terra, autora do livro Blogs Corporativos, modismo ou tendência?

Para Thiane Loureiro, gerente digital da Edelman, o ambiente corporativo deve estar preparado para essa exposição. “A empresa tem que estar preparada para ouvir o que quer e o que não quer, deve estar preparada para se expor”, afirma.

Os blogs corporativos são usados no ambiente interno e externo. Algumas empresas também monitoram blogs do mercado, assim como fazem com a maioria dos veículos de comunicação, no chamado clipping de mídia.

“Além de postar, monitorar comentários, responder, conversar e colher os primeiros benefícios, o blogueiro e a empresa precisam saber o que acontece com outros blogs corporativos, com concorrentes e assim por diante. A monitoração da blogosfera é mandatória”, adverte Fábio Cipriani, autor do livro Blog Corporativo.

Resistência à novidade
De acordo com o levantamento Cipriani há mais de 100 blogs corporativos no País, 81 deles de pequenas e médias empresas e 27 de grandes corporações.

Ainda assim, em relação ao mundo corporativo, o número é pequeno. A conclusão é de que as empresas ainda têm receio ou pouca familiaridade com a novidade. “A idéia de blog passa um pouco de receio da empresa se expor demais. No mundo inteiro ainda há resistência para se abrir para esse mundo dos blogs, não só no Brasil”, diz Thiane.

Responsável pelo relacionamento com redes sociais, Roberto Loureiro conta que houve resistência diante da idéia. “No começo foi um pouco difícil, tivemos que convencer toda a diretoria. Se isso é meio inovador hoje, imagine há dois anos atrás”, relembra. Além disso, a empresa também utiliza o Twitter, neste caso para divulgar os lançamentos imobiliários.

“Essa resistência vai ter que mudar. Se as empresas não entrarem no campo para jogar, outros blogs vão falar dela e ela perde a voz na blogosfera”, alerta Vinícius Braga.

Conteúdo informal ou release?
Apesar de algumas empresas já adotarem este recurso, uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana Forrester Research, divulgada em junho deste ano, aponta que muitos blogs corporativos têm baixo índice de leitura.

O resultado, de acordo com a pesquisa, se deve ao fato da maioria dos blogs trazer conteúdo formal da visão de executivos e do mercado, além de muitos releases com poucas alterações. A pesquisa indica que uma boa solução seria a criação de conteúdos multimídia, mais informais, com mais imagens e vídeos.

“Muitos blogs acabam postando conteúdo que mais parece release. As empresas precisam estar preparadas para atingir o seu público”, afirma Thiane.

Para Cipriani, há normas básicas para o sucesso de blog. “Se o blog não segue algumas regras mínimas, e não traz assuntos de interesse dos seus clientes ou que os coloque com uma certa vantagem sobre os que não possuem conhecimento sobre esse blog, as chances de trazer retorno significativo são pequenas”, analisa.

Carolina sugere agilidade e interação no relacionamento. “As empresas devem responder de forma rápida, dar feedback, interagir com os usuários e se preocupar muito com a atualização. Não se pode esquecer de trabalhar a ferramenta”, aconselha.

Blogs corporativos de sucesso
Relatório da Forrester apresenta quatro
estratégias para o sucesso de um blog corporativo:
1 Seja aquele que inicia a conversação, não aquele que a destrói
2 Crie conteúdo divertido e que seja fácil de absorver e aplicar
3 Faça a ligação entre os eventos de interesse da companhia e a comunidade
4 Convide formadores de opinião dentro da empresa e apresente-os ao blog

Autor:Izabela Vasconcelos
Fonte: Portal Comunique-se

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Como criar valor com o blog corporativo

9 julho 2008

Li no Comunicadores uma referência a uma pesquisa da Forrester que foi noticiada ontem pela ComputerWorld. No começo não achei a pesquisa mas depois percebi que já a havia lido antes – e não falei sobre ela porque entrou na minha lista de prioridades (que hoje em dia está concorrida). A pesquisa foi publicada há um mês!

Outra pesquisa mais recente, da mesma autora, vai além, demonstra que os marqueteiros foram reprovados no teste de marketing em comunidades online. A maioria deles usam os meios tradicionais como TV, press-releases e anúncios em revistas e desconhecem as possibilidades abertas pelas comunidades online.

No resumo do primeiro relatório são apresentadas 4 estratégias:

  1. Seja aquele que inicia a conversação, não aquele que destrói
  2. Crie conteúdo divertido e que seja fácil de absorver e aplicar
  3. Faça a ligação entre os eventos de interesse da companhia e a comunidade em torno
  4. Convide formadores de opinião de dentro da empresa e os guie no mundo dos blogs

Além disso, a pesquisa fala de assuntos bastante conhecidos pelos leitores desse blog: honestidade, transparência, falar sobre o universo do seu produto, não ficar olhando só para seu umbigo, etc.


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