Compre o livro

Categorias

Assine este blog

Digite seu email:

Drops Twitter

Top Leitores

Top 5 Leitores com mais comentários no ano:

Calendário

fevereiro 2012
S T Q Q S S D
« mai    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
272829  

Diversos

Geo-Serendipidade
GeoURL
Technorati





Creative Commons License
Obra licenciada pela
Creative Commons

Tag Cloud

Arquivos

Links

Update sobre meu livro de estratégia em mídias sociais

5 abril 2010

Estou na reta final para finalizar meu livro que terá cerca de 15 capítulos em duas grandes partes, além da introdução e alguns apêndices básicos. E fiz este post porque quero ir transmitindo pouco a pouco aos leitores do meu blog o que vocês podem esperar do livro em termos de conteúdo. Quem sabe para ir despertando o interesse e, ao mesmo tempo, já ir esquentando os motores das discussões.

Dentro da primeira parte, “Entendendo o novo mundo social”, além de introduzir um novo ciclo de vida do cliente para as empresas, eu uso o mesmo para explicar os tipos de abordagem que uma empresa poderia usar ou usufruir, relacionados com as mídias sociais. Durante a explicação dos passos desse novo ciclo, eu discuto sociologia, ciência do consumo, neurociência, individualismo, outras picuinhas e acabo falando de 5 grandes abordagens que eu considero cobrir 100% de tudo o que pode ser feito nas mídias sociais dentro do mundo corporativo:

  • Monitoramento
  • Marketing colaborativo
  • CRM Social
  • Inovação colaborativa
  • Empresa 2.0

Abordagem é livre, a criação ou combinação vai até onde os processos das empresas podem ser transformados em “processos sociais” de alguma forma. Essas são as minha 5 abordagens possíveis. Invente a sua.

Em outro post eu falo mais da parte de estratégia.

Meu último post no Serendipidade era o texto que comecei fazer para o capítulo de encerramento do livro, mas ao reler achei muito catastrofista e pessimista. Resolvi largar mão e postar no blog. Vale a reflexão. Entra lá e me diz o que acha.


CRM Social na mão de quem?

1 março 2010

Semana passada estive palestrando no 1o. Seminário Nacional de Redes Sociais e CRM Social. Vocês podem ler a respeito dos principais assuntos discutidos com destaque para o que os palestrantes apresentaram aqui. Para mim foi uma grande honra dividir a palavra com Romeu Busarello, diretor de Internet da Tecnisa, o qual deu uma verdadeira aula de Marketing nos novos tempos em que vivemos.

Mas ao mesmo tempo fiquei desapontado por ver o despreparo de outros. Com abordagens rasas baseadas em dicas que qualquer pessoa encontra da Internet e sem visão estratégica, nós ainda seguimos aprendendo devagar o melhor caminho para o sucesso.

Doeu ouvir de um dos palestrantes o seguinte: O retorno sobre o investimento é complicado de medir, na verdade ninguém sabe muito bem como fazer, nem a gente. Que tipo de lição a audiência vai carregar? Não é à toa que em todo evento sempre tem alguém perguntando a respeito disso. Inesquecível.


Clipping :: CIO – Projetos de colaboração: as barreiras que separam teoria e realidade

24 janeiro 2010

Projetos de colaboração: as barreiras que separam teoria e realidade

25/05/2009

As promessas de baixo custo e retorno rápido dos projetos de web 2.0 colocam esse tipo de iniciativa entre as prioridades dos gestores de tecnologia, que também podem utilizá-las como forma de mostrar que estão atuando de acordo com a estratégia global do negócio

Conhecidas e acessadas por cerca de 20,6 milhões de usuários finais brasileiros mensalmente, segundo levantamento realizado pelo IBOPE/NetRatings, as redes sociais deixaram o status de promessa para virar uma realidade. Até mesmo no mundo corporativo, os recursos de colaboração provenientes das ferramentas de web 2.0 já são encarados como essenciais e, por conta disso, entraram na pauta dos projetos de muitas empresas nos últimos anos.

Um estudo divulgado pela McKinsey mostra que as organizações ainda estão divididas em relação à gestão das ferramentas de colaboração. No levantamento, que ouviu cerca de 1,9 mil executivos da área de tecnologia de grandes empresas que já implementaram redes sociais, 21% deles estão tão satisfeitos com os resultados obtidos e que planejam aumentar os investimentos na web 2.0. Por outro lado, 22% dos entrevistados confessaram que ainda não venceram os desafios impostos por essas soluções.

Da experiência de quem conduziu um projeto de colaboração, Fabrício Saad, superintendente da área de CRM da SulAmérica – seguradora brasileira ligada ao grupo ING –, afirma que esse tipo de iniciativa tem os mesmos desafios de qualquer outra inovação: a falta de parâmetros e de resultados obtidos em outras companhias.

Mesmo sem um modelo a seguir, Saad, que está subordinado à vice-presidência de TI da seguradora, idealizou a implementação das ferramentas de colaboração na época em que iniciou o projeto para um novo portal institucional da companhia, lançado em abril de 2008. Além de design diferenciado, a solução estava preparada para suportar, no futuro, redes sociais e blogs.

Seis meses depois, o executivo deu um outro passo no seu projeto de web 2.0 ao iniciar um monitoramento de todas as citações feitas à SulAmérica em meios digitais. E, a partir desses dados e de casos de sucesso, Saad apresentou o plano de transformar o portal em uma ferramenta de colaboração com usuários internos e externos para o board da companhia.

“O corpo diretivo da SulAmérica acredita muito na área de CRM e comprou nossa ideia imediatamente”, conta o superintentende. “Sem esse suporte não seria possível tocar o projeto com a rapidez e a eficiência que conseguimos”, considera o executivo.

Após desenvolver uma plataforma própria para suportar as ferramentas colaborativas, em dezembro do ano passado, a seguradora colocou no ar o SulAmérica.comvocê. Voltado a clientes – atuais e potenciais – da companhia, o portal conta com jogos, aplicativos, chats com especialistas e uma área de perguntas. “Para respondê-las com agilidade, criamos uma ferramenta de gestão que identifica o tema de cada texto postado e já o encaminha ao responsável”, explica Saad, ao afirmar que uma das preocupações foi em adaptar os processos à web 2.0.

Atualmente, o portal interativo já contabiliza aproximadamente 70 mil usuários únicos. No entanto, o superintendente ressalta que, desse total, 40 mil pessoas que acessam o ambiente não são clientes ainda da seguradora. “O que nos dá um escopo muito grande para prospectar novos consumidores”, sinaliza o superintendente.

Ainda segundo ele, no caso do SulAmérica.comvocê a conversão de potenciais clientes em contratos assinados é cinco vezes maior do que a obtida por outros meios de relacionamento com os usuários, como telefone, e-mail e malas diretas.

Para Norberto Tomasini, gerente sênior de TI da consultoria PriceWaterhouseCoopers no Brasil, os baixos investimentos e os resultados em curto prazo para o negócio transformam os projetos de portais colaborativos em um filão interessante a ser explorado pelos CIOs.

“O gestor tem a chance de não ser mais enxergado como um executivo de TI e, sim, como um profissional com capacidades que extrapolam as fronteiras do seu departamento”, sinaliza Tomasini, afirmando ainda que ao liderar uma iniciativa de web 2.0, o executivo passa a ser encarado como alguém inovador.

Na prática, contudo, muitos projetos de colaboração acabam engavetados por um pequeno detalhe: a dificuldade de aprová-los no board da companhia. A dica do consultor da PriceWaterhouseCoopers para ultrapassar essa barreira é que o CIO tenha resultados que justifiquem a iniciativa para o alto comando da organização. Como? Por meio de um projeto-piloto de web 2.0, de pequeno porte e que pode ser realizados com a alocação de uma parte do orçamento da área de TI.

Dominar o assunto e conhecer muito bem as ferramentas de colaboração também representa outro requisito fundamental para que o gestor de TI convença o board da companhia a investir nos projetos. E, de acordo com Fabio Cipriani, consultor sênior da Deloitte para TMT (Tecnologia, Mídia e Telecomunicações), as áreas de tecnologia serão, cada vez mais cobradas por conhecimentos nesse novo ambiente de internet.

“Não importa quem é a área responsável pelo projeto, no momento do desenvolvimento e implementação de uma rede social, por exemplo, o CIO será chamado para dar consultoria”, alerta Cipriani, que escreveu um livro (intitulado Blog Corporativo) sobre as mudanças geradas pela interatividade no ambiente corporativo.

Ainda de acordo com o consultor da Deloitte, a maior parte dos CIOs enfrenta dificuldades para trabalhar com as ferramentas de colaboração, uma vez que elas fogem do escopo tradicional da área de tecnologia e exigem novas competências dos profissionais.

Leonardo Almeida, diretor de TI e serviços médicos do Grupo Amil – empresa brasileira que atua com convênios na área de saúde –, sentiu na pele os desafios citados por Cipriani quando decidiu implementar um portal interativo para médicos e pacientes. A iniciativa tem como intuito criar um repositório único de informações (com laudos, análises e prontuários) de cada usuário, atualizado online.

Depois de implementar o primeiro portal, em meados de 2007, Almeida percebeu uma resistência dos médicos credenciados à Amil em atualizar as informações por meio da web. O que exigiu do diretor um plano de comunicação e conscientização dos profissionais sobre os benefícios e a segurança do portal. “Investimos em treinamento”, conta o executivo. Para tanto, ele afirma que alocou os profissionais mais experientes da sua equipe para esse trabalho de ‘evangelização’.

Vencida essa barreira cultural, Almeida ressalta que hoje a Amil já colhe benefícios importantes com o projeto de colaboração. “Reduzimos os tempos levados para que médicos e pacientes solicitem resultados e tivessem acesso a documentações”, explica o diretor. “Só no Hospital das Clínicas de Niterói, graças à redução na impressão de películas para Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética, conseguimos uma economia mensal de aproximadamente 22 mil reais”, acrescenta.

Se os benefícios financeiros representam o grande objetivo dos projetos de web 2.0, Ricardo Cavallini, autor do livro O Marketing Depois de Amanhã, ressalta que as corporações tendem a utilizar as ferramentas de colaboração para outros fins, como melhorar a produtividade das equipes ou, ainda, construir a imagem das empresas no mercado.

No caso da montadora General Motors, essa preocupação em conquistar a simpatia dos consumidores levou a montadora a criar, no segundo semestre de 2008, o “Carona Chevrolet”. Trata-se de um portal, voltado a estimular que pessoas localizadas em regiões próximas ou que fazem trajetos parecidos diariamente compartilhem um mesmo veículo, com o intuito de reduzir o número de carros que circulam nas cidades. Para tanto, o sistema faz um cruzamento de informações dos usuários cadastrados e sugere uma rota.

“Se pensarmos friamente, estimular a menor circulação de carros nas ruas vai contra a estratégia de uma montadora”, analisa Claudio Martins, CIO da General Motors para o Mercosul, que acrescenta: “Mas quando mostramos como essa atitude pode melhorar o mundo em que vivemos, conquistamos a admiração do público. O que deve ser revertido em aumento das vendas.”

Fonte: Revista CIO
Autora: Patricia Lisboa

< Voltar para ‘Imprensa’


Nova pesquisa apontando os caminhos do CRM Social

2 setembro 2009

Acaba de sair mais uma edição da pesquisa da McKinsey sobre o uso de web 2.0 nas empresas: “Como as empresas estão se beneficiando com a web 2.0” (em inglês).

No ano passado ficou evidente a falta de informação sobre o tema pelas empresas. Nesse ano o uso das ferramentas para marketing se consolida ainda mais, bem como o crescimento em outras áreas ligadas ao relacionamento com clientes. E mais, as empresas mais sociais mostraram uma tendência maior de investir nessa “tecnologia social” com mais intensidade na crise em que as empresas enfrentam no momento.

Bom proveito.


Clipping :: Revista do Varejo – Conversas Conectadas

23 dezembro 2008

Conversas Conectadas

04/12/2008

Nova página na internet é tão fácil de fazer que até mesmo o próprio dono da loja pode se encarregar de mantê-la atualizada.

Marcar presença na internet tornou-se quase um requisito obrigatório para o sucesso no varejo. Além da possibilidade de criar um canal de vendas on-line, a web também se mostra eficaz para incrementar a comunicação com clientes e fornecedores, além de divulgar produtos e promoções. Para estimular a interatividade e a participação dos consumidores, uma das ferramentas mais acessíveis e eficazes é o blog, página virtual gratuita e fácil de atualizar. Junção das palavras web + log (registro), essa nova forma de publicar na internet surgiu por volta de 1995 associada a diários pessoais, mas não demorou até ser adotada pelas empresas.

Segundo Pollyana Ferrari – doutora em Ciências da Comunicação pela USP e professora da PUC/SP –, os blogs possuem um formato já consagrado, em que o conteúdo é organizado de forma cronológica, com a identidade visual no topo superior e uma descrição da temática do site logo abaixo. “Utilizar o blog como portfólio para a loja é uma tendência, lembrando que o importante é sempre buscar a conversa com o leitor”, afirma. Outra vantagem é melhorar o posicionamento da loja em resultados de páginas de busca como Google e Yahoo. “Isso porque um blog é atualizado com mais freqüência que um site tradicional, o que é bem-visto pelos mecanismos de busca”, explica Fábio Cipriani, consultor empresarial e autor do livro Blogs Corporativos.

A forma e o conteúdo do blog, por exemplo, devem estar em sintonia com a proposta da loja e incentivar o diálogo com o cliente-leitor. Para Cipriani, ainda que a proposta seja divulgar as mercadorias, é preciso gerar um mínimo de interatividade. “A não ser que se deixe clara a intenção de ser apenas uma vitrine virtual, quem faz um blog deve conversar ou gerar uma comunidade em torno da marca.” Provocar a participação do internauta, portanto, é fundamental.

Ferramenta acessível

Por se tratar de uma ferramenta gratuita, de atualização simples e imediata, o blog pode ser o caminho mais curto para pequenos e médios varejistas darem os primeiros passos na web. Foi esta facilidade que motivou as proprietárias da Santo Babado, loja gaúcha especializada em lingerie, a investir no formato, antes mesmo de possuir um site próprio na internet. A idéia é utilizar o espaço do blog, criado em fevereiro de 2007, para divulgar promoções, eventos e lançamentos. “Mas também incluímos reportagens sobre moda ou auto-estima da mulher, alinhadas com os valores que procuramos transmitir”, conta Aline Fuhrmeister, uma das três sócias da loja.

Provocar a participação do leitor, no entanto, não é uma tarefa simples. De acordo com Aline, os poucos comentários até agora se devem ao fato de que muitas clientes não se sentem à vontade para comentar publicamente. “Recebemos muito retorno através do e-mail e às vezes pedimos autorização para transformar as mensagens em posts”, explica.

De acordo com Cipriani, em um blog de loja o assunto dos posts é livre, mas o ideal é misturar informações sobre promoções e novidades com temas mais gerais sugeridos pelo mix de produtos ou pelos comentários, sempre com o objetivo de estimular a interação. “Falar só de mercadorias ou promoções não gera diálogo e pode se tornar muito chato”, afirma. Se o autor dos textos for o próprio lojista, melhor ainda. “Isso significa que o dono da loja possui grande afinidade com o mercado, deixa o site ainda mais pessoal e humaniza o negócio”, explica.

Uma opção para lojistas que não dispõem de tempo – ou habilidade – suficiente para manter um blog é contratar um profissional específico para administrar o conteúdo. Este é o caso da grife cearense MissMano, que fabrica e vende roupas femininas. Para administrar o blog dos três pontos-de-venda em Fortaleza, as sócias Carla Jonia e Rosanna Cavalcante chamaram duas consultoras de moda – Andréa Fialho e Ana Maria Sisnando, que também são autoras do blog Vanguarda. A idéia do blog da MissMano, aliás, surgiu quando a direção da loja as procurou com interesse em anunciar no Vanguarda. Cipriani, entretanto, recomenda cautela em situações desse tipo. “O blog deve ser escrito por alguém que goste de interagir com os leitores e literalmente entrar na discussão.”

Apostar no blog como “passaporte” para o mundo virtual é tendência entre os pequenos lojistas que ainda não possuem endereço eletrônico. Este é o caso da Loja Loja!, que estreou na web há cinco meses através de um blog hospedado em um provedor gratuito.

Localizado em São Paulo, o ponto-de-venda é inspirado nas butiques parisienses e mistura brechó com venda de antiguidades, acessórios e roupas de grife. Segundo a gerente de marketing Vivian Feriani, a Loja Loja! não possuía nenhum canal de interação com os clientes além do e-mail. Hoje, o blog traz informações sobre novidades e promoções, e já rendeu até encomendas de pessoas de fora da cidade. “Conquistamos clientes no Rio de Janeiro com o blog”, conta Vivian. “Hoje muita gente nos procura por ter visto a página, ainda mais depois que o endereço foi divulgado no site Radar 55 (revista eletrônica de artes, moda e gastronomia)”, completa.

Participação ativa

Além da possibilidade de ter sua marca citada em outros sites, os blogs estimulam o que Pollyana Ferrari define como “mídia gerada pelo consumidor”, ou seja, conteúdos que são criados pelos próprios consumidores através de comentários e links divulgados em comunidades como o Orkut. “É um fator que causará uma verdadeira revolução no consumo dentro dos próximos três anos”, afirma a professora. Dessa forma, sites de relacionamento pessoal e fotologs (sites para publicação de imagens e fotografias) também são recursos muito úteis para se aproximar dos consumidores e divulgar a loja.

Tirar proveito de todas essas ferramentas faz parte da história da Pó de Estrela, loja gaúcha que vende objetos de decoração e acessórios de moda. Desde o início da operação, em 2005, as sócias Patrícia Lima e Paula Howe apostaram na internet como forma de divulgar os produtos. Além do site propriamente dito e do blog, a loja ainda possui fotolog e uma comunidade no Orkut com 688 participantes. “Utilizamos todas as formas possíveis para nos aproximarmos de nossos clientes e atingir outros em potencial. Muitas pessoas já chegaram até a loja através do Orkut e do blog”, diz Patrícia.

A combinação de site, blog, Orkut e fotolog também faz parte da filosofia da ChicFashion, que comercializa cosméticos e artigos de brechó. Por se tratar de uma loja exclusivamente virtual, nada melhor do que aproveitar todos os recursos que a web oferece. Neste caso, o blog também surgiu antes do site, como parte da estratégia para iniciar a operação de e-commerce. “Durante o benchmarking, vimos que a procura por informações sobre moda, beleza e comportamento é imensa, e o blog é um dos formatos mais acessados, então decidimos fazer um blog com dicas sobre beleza e criamos uma expectativa para a inauguração da loja”, conta a proprietária Íris Duarte. De acordo com a lojista, a iniciativa foi responsável pelos mais de 300 acessos que o site oficial da ChicFashion recebeu logo que entrou no ar, há quatro meses. A loja investe ainda em um fotolog, um perfil no site MySpace e na comunidade do Orkut, com 240 participantes.

Dicas para criar um blog

* O design da página deve corresponder à marca da empresa. Manter as cores e a logomarca da loja são requisitos fundamentais.

*O blog precisa ser autoral, ou seja, ter a voz de quem fala, ter estilo próprio.

* Deve ser um espaço sempre aberto a comentários, sem exigir cadastro prévio.

* Deixe o cliente opinar e dar dicas, mandando fotos com customização de peças que a loja vende, por exemplo.

* Atenção para os comentários, que podem sugerir temas para futuros posts.

* Em caso de comentários negativos, a dica é prestar atenção, avaliar se a reclamação faz sentido e responder publicamente no próprio blog.

* Blog é conversa, não é assessoria de imprensa. Nada de publicar press-releases da loja ou da fábrica.

Contato

Fábio Cipriani: www.blogcorporativo.net

Pollyana Ferrari: www.polipress.com.br

Autor: Mônica Pupo
Fonte: Revista do Varejo

< Voltar para ‘Imprensa’


Fim dos blogs? Ahhh… conta outra…

1 dezembro 2008

Hype Cycle 2008O cara da Wired escreveu um artigo e todo mundo ficou especulando: “Oh! É o fim dos blogs?

Como algo que existe aos milhares pode desaparecer? Pior, como dizer que o Twitter vai substituir os blogs se a maior parte dos links divulgados por ele são links para posts de blogs ou artigos?

Aí eu vejo o Pavoni nos apresentado o Hype Cycle de Softwares Sociais da Gartner (figura). Foi bom porque nessa concepção o “fim dos blogs”, o seu resultado final, é ser adotado com perfeição por todos interessados e alinhado com o “Platô da produtividade”. Isso não me parece nada com “ser exterminado da rede”, está mais para “olha como esse treco traz resultado!”.

Depois o e-marketer solta essa: mais de 2/3 dos marketeiros americanos usam blogs como ferramenta de marketing e muitos blogueiros adoram falar sobre marcas nos seus blogs. Não é bom?

Agora que entendemos o fim dos blogs, vamos partir pra outra polêmica.

Durante o chat no portal Nós da Comunicação, Paulo Teixeira perguntou minha opinião sobre uma pesquisa da Forrester que estudou origens de venda nas empresas. Ele diz que o blog ficou com 0% – i.e. nenhuma contribuição para as vendas. Eu respondi que a pesquisa estava errada, mas na verdade as empresas que responderam é que estão erradas.

Compare os 2/3 de marketeiros que usam blogs como ferramenta de marketing e o resultado da pesquisa da Forrester. O que você conclui?

Eu concluo que das duas uma: ou os marketeiros usam o blog por modismo cego, ou eles sabem que o blog traz resultado mas não sabem mensurar os retornos adequadamente. Sou mais a segunda opção.

Espero que os “is” estejam bem “pingados” agora.


CRM 2.0 ou Social CRM

18 novembro 2008

Acabei de finalizar minha apresentação sobre Social CRM e gostaria de compartilhar com vocês. Infelizmente está em inglês. Se houver demanda eu posso pensar em traduzir para português assim fica acessível a todos.

Após uma introdução sobre o tema eu proponho um plano de ação para transformar o CRM tradicional e torná-lo mais ‘amigável’ para a implementação de ferramentas e estratégias de CRM Social. Isso envolve uma revisão da estratégia, processos e do alinhamento organizacional sob a luz dos conceitos explicados nos primeiros slides.

O próximo passo para empresas que desejam evoluir o seu CRM tradicional é entrar nos detalhes de cada bloco constituinte (Estratégia, Operações e Organização) seguindo o plano proposto no slide 13 e fazer acontecer. Esse é um dos temas do meu próximo livro, onde esse assunto será discutido mais em detalhes.


Vendendo Social Marketing para seu chefe

6 novembro 2008

O Sam Decker levantou algumas respostas via LinkedIn para a seguinte pergunta: “Com a crise econômica, como você convence um CFO de que marketing social é uma prioridade?”

Abaixo um breve resumo:

  1. Forneça fatos concretos para seu líder—traga números antecipados do retorno sobre investimento, forneça casos de sucesso no uso desse tipo de aproximação com o mercado e não deixe de dar ênfase que a empresa deve sempre buscar novas oportunidades de venda
  2. Estresse que os gastos do marketing social são sempre pequenos comparados com outras formas de marketing
  3. Demonstre o valor das mídias sociais existentes e como novas iniciativas em mídia social poderiam criar mais valor que (e até mesmo substituir) velhas práticas existentes na companhia hoje
  4. Explique que marketing baseado em mídias sociais cria embaixadores da sua marca e que eles trabalham de graça para sua empresa
  5. Note que mídias sociais estão aqui pra ficar—existe hoje uma evidente dependência dos clientes nas mídias sociais, isso indica que não entrar agora significa perder novas oportunidades
  6. Fique de olho nas efetivas iniciativas de marketing social de seus competidores
  7. Identifique ferramentas de mídia social usadas efetivamente por outras empresas e verifique qual ajudará entregar aquilo que os seus clientes querem
  8. Mostre ao seu chefe alguns comentários atuais sobre a sua empresa na web (buscando o nome da sua empresa no Google, por exemplo) para encorajá-lo a desenvolver diálogo com esses clientes


Clipping :: Gazeta Mercantil – Cresce o uso de Blog no cenário corporativo

29 outubro 2008

Cresce o uso de Blog no cenário corporativo

29/10/2008

O Brasil já possui 269 blogs corporativos. Desse total, 179 são de pequenas e médias empresas, outros 57 são de grandes corporações e o restante se divide em blogs de ensino e de instituições, entre outros. As informações são do autor do livro “Blog Corporativo (Editora Novatec), o consultor Fábio Cipriani. Para ele, os blogs podem ser bem mais úteis na relação empresa-cliente para as pequenas e médias do que para as grandes corporações. Cipriani é formado em engenharia elétrica pela Escola de Engenharia de São Carlos da USP e vive em Amsterdã (Holanda), onde é consultor empresarial da Deloitte, empresa de serviços profissionais. A seguir, a entrevista concedida por e-mail por Cipriani:

Gazeta Mercantil – Há um “boom” de pequenas e médias empresas apostando nessas novas mídias para potencializar seus negócios? É possível quantificar esse movimento?

Eu diria que hoje existe mais uma tendência. O “boom” não foi e não é pontual, ele vem acontecendo desde 2006, quando as pequenas/médias empresas descobriram blogs e comunidades virtuais como forma alternativa de marketing. A adoção certamente ocorre com mais freqüência em empresas desse tipo porque são menos burocratizadas e com hierarquia horizontalizada. Além disso, o risco de novas iniciativas prejudicarem o desempenho dos negócios é mais baixa porque a ação é menor. No meu wiki (http://wiki.blogcorporativo.net) mantenho uma lista de blogs corporativos e a lista de pequenas/médias empresas é bem maior que as demais categorias. Essa é uma forma de quantificar.

Gazeta Mercantil – Dá para traçar um perfil do uso de cada ferramenta? Por exemplo, o blog corporativo tem o objetivo de abrir um canal direto de comunicação com o consumidor, para que ele possa reclamar ou dar sugestões. E o orkut, e-groups, fóruns, sites de sharing e messengers?

Sim é possível, cada um pode ter uma forma de aplicação e resultados diferentes, mas no final todos os novos canais que a internet está abrindo para a comunicação empresa-cliente e cliente-cliente tem a nobre funcionalidade de criar uma comunidade baseada no diálogo aberto e troca de idéias interessantes. Uma comunidade em torno das suas idéias e sua marca.

Gazeta Mercantil – O custo desse tipo de ferramenta é alto em relação aos outros tipos de ação de marketing mais tradicionais?

De forma alguma. Publicidade tradicional é caríssima quando comparada com o custo de manter um blog ou visitar freqüentemente uma comunidade em redes sociais. O custo não é uma barreira para as empresas que querem estabelecer um canal de diálogo com o mercado. A maior barreira hoje é a falta de informação sobre os benefícios dessas ferramentas e a falta de conhecimento sobre o que acontece dentro dessas comunidades virtuais.

Gazeta Mercantil – Como uma pequena ou média empresa pode montar seu próprio blog ? Ela deve procurar uma consultoria?

Ela pode procurar uma consultoria, mas no meu ponto de vista essa atitude quebra o encanto. Explico. Um autêntico blog nasce do interesse de um indivíduo – não uma empresa – em construir conversações em torno de um tema. Quando a empresa, na figura de um profissional, vai atrás da informação e usa a própria internet ou a literatura disponível para construir sozinha seu conhecimento sobre blogs, tudo tende a acontecer de forma muito mais natural e acertada. Lógico que podemos contar com uma consultoria para orientar a empresa nos primeiros passos, é até recomendável quando o conhecimento é nulo, mas uma vez construída a arquitetura do blog é importante. Temos pessoas de dentro da organização dando o seu ponto de vista e tom nas conversas do blog.

Gazeta Mercantil – Você acha que no caso de uma pequena ou média empresa os resultados de um blog corporativo podem ser tão positivos quanto os de uma grande multinacional?

Certamente. O blog de uma pequena/média empresa costuma atingir resultados positivos tão rápido quanto blogs de grandes marcas. Além de ser um canal de comunicação moderno, o blog pode ser o primeiro website de muitas empresas e costuma se posicionar melhor em ferramentas de busca. Só o número de oportunidades de negócio que o blog pode gerar no médio prazo possibilita dizer que às vezes pode ser muito mais frutífero em termos de venda e marketing para a pequena/média empresa do que para uma grande marca.

Gazeta Mercantil – Quais são os erros mais freqüentes na montagem de um blog corporativo e como evitá-los?

O maior erro no caso do blog é começar a conversa sem entender o que é a blogosfera e como interagir com comentários e outros blogueiros. No geral, muitas empresas entram na discussão por ser algo muito falado hoje na imprensa e na internet, isso sem ter um objetivo traçado. Engajar-se com a Web 2.0 deve fazer parte de um plano bem estruturado com metas e modos de mensurar resultados. Entendê-la é o primeiro passo.

Gazeta Mercantil – Como tornar os blogs e demais mídias interessantes para o consumidor e como levá-lo até esses serviços?

Primeiramente, a dedicação para manter consistência e continuidade nas interações, depois, colocar pessoas da empresa na linha de frente, e não a empresa em si. Humanizar a discussão é a melhor forma de manter o interesse da audiência. Temas criativos em torno da marca costumam atrair pequenos nichos de interessados que podem, no final, agir como evangelistas espalhando ainda mais o seu nome.

Gazeta Mercantil – Quem deve escrever no blog corporativo? O presidente da empresa, o diretor de marketing, funcionários comuns?

Antes de tudo uma pessoa, não uma entidade abstrata. Não importa quem é o blogueiro, essa pessoa deve gostar de escrever no blog e manter diálogo com a audiência. Geralmente, o blog de um presidente ajuda a posicioná-lo como especialista na área em que atua. O blog de funcionários comuns pode trazer o ponto de vista curioso de alguém de dentro da realidade da empresa. Diretores e gerentes, que são pessoas que conhecem bastante o negócio da empresa, podem trazer ou discutir idéias de temas em torno do produto que pode ajudar a conhecer ainda melhor o perfil de sua carteira de clientes. Cada escritor pode trazer benefícios diferentes se a iniciativa for explorada adequadamente.

Gazeta Mercantil – Além das mídias virtuais existentes, estão surgindo outras novas? Qual é o próximo passo corporativo na internet?

A mais recente é o uso de “microblogging”, ou pequenos posts para divulgar lançamentos, idéias e a própria marca. O Twitter provê espaço e as empresas estão criando formas de usá-lo para benefício próprio.

Autor: Rubens Linhares
Fonte: Gazeta Mercantil

< Voltar para ‘Imprensa’


Nuvem de tags do livro Blog Corporativo

23 outubro 2008

Fiz um Wordle com o conteúdo completo do meu livro. Vi as palavras blog, empresa, companhia, cliente, marketing, comunicação, internet e funcionários como as mais freqüentes. Acho que o conteúdo está alinhado com o título e o tema.

Tag cloud do Blog Corporativo BY WORDLE.NET


Posts populares

Últimos comentários

  • Feira Líder: Parabens pelo trabalho, tudo de bom.. Feira Lider, um lugar onde anunciar.
  • Estrutura Pré-fabricada: Uma grande dificuldade que passamos é mensurar o ROI, principalmente para empresas que não...
  • Estrutura Pré-fabricada: Já estou acessando o novo site, ficou ótimo.
  • alto pedroso imóveis: a internet veio para dar ares de igualdade, hoje temos pequenos e médios escritórios que...
  • Lilian Silva: Olá boa tarde!! Sou estudante da faculdade uninove,e meu grupo terá uma feira de EXPO DE RH,para...