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	<title>Blog do livro Blog Corporativo &#187; negócios</title>
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	<description>Aprenda como melhorar o relacionamento com seus clientes e fortalecer a imagem da sua empresa</description>
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		<title>Clipping :: Consumidor Moderno no Varejo &#8211; Final Feliz?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 01:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Final Feliz? Março/2010 A evolução dos livros em papel para o formato digital é uma história com diversos personagens que ainda está sendo escrita. Não se pode afirmar, entretanto, qual o destino reservado a um dos protagonistas dessa obra: as livrarias Diariamente, após uma jornada de trabalho por vezes puxada, Marcílio D’Amico Pousada se recosta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Final Feliz?</p>
<p><small>Março/2010</small></p>
<p><strong>A evolução dos livros em papel  para o formato digital é uma história com diversos personagens que ainda  está sendo escrita. Não se pode afirmar, entretanto, qual o destino  reservado a um dos protagonistas dessa obra: as livrarias</strong></p>
<p>Diariamente, após uma jornada de trabalho por vezes puxada, Marcílio  D’Amico Pousada se recosta na cabeceira da cama e se põe a ler. Naquela  última semana de fevereiro, o livro da vez era “História do Brasil com  Empreendedores”, em que o historiador Jorge Caldeira narra a importância  dessa figura para a construção da economia e sociedade nacional desde  os tempos de colônia. Pousada também lê no táxi ou em aviões, em viagens  de negócios ou não. Por ano, ele devora cerca de 50 livros – em média,  um por semana. Seria bem mais fácil se todos os títulos estivessem  disponíveis num único lugar: um tablet ou um leitor eletrônico  (e-reader), por exemplo. Por ora, ele mantém os de papel.</p>
<p>Pousada é o presidente da rede de livrarias Saraiva, companhia com 95  anos no mercado que dita tendências e se reinventa quando preciso. Foi  assim com a abertura da primeira megaloja do gênero no País, em 1996; o  lançamento do primeiro site de vendas do Brasil em 1998, que hoje  responde por 35% de seu faturamento; e a compra da rival Siciliano, em  2008. Agora, com livros disponíveis em formato eletrônico para download  na internet (e-books) e a curiosidade em torno dos e-readers mundo  afora, talvez seja a hora de mudar novamente.</p>
<p>Nos Estados Unidos, com um mercado literário que movimenta US$ 25  bilhões ao ano, as vendas de e-books saltaram de US$ 67 milhões em 2007  para US$ 113 milhões no ano passado. A Forrester Research estima que  três milhões de aparelhos para ler livros eletrônicos foram vendidos no  ano passado nos Estados Unidos.</p>
<p>A ameaça sobre os livros de papel começou a ganhar força com o  lançamento do Kindle em 2007 pela gigante do varejo on-line ianque  Amazon. Com acesso às redes 3G e Edge, o usuário consegue baixar  aproximadamente meio milhão de títulos em formato PDF na loja virtual  por um preço médio de US$ 9,99 cada (três vezes menos que os impressos;  alguns títulos não saem por mais de US$ 2) e pode ler em qualquer lugar.  No ano passado, com um novo modelo capaz de armazenar 3,5 mil obras e a  distribuição em mais de cem países, as vendas aumentaram.</p>
<p>O dia 25 de dezembro ficou marcado como o primeiro em que a Amazon  vendeu mais e-books que livros impressos. O Kindle não é o único. Sony,  Fujitsu, Samsung e outras fabricantes também têm os seus e-readers. No  início deste ano, a Apple lançou o iPad – um computador sensível ao  toque que permite, além de navegar na internet e ouvir músicas, ler os  ebooks. E há uma expectativa do mercado em torno de novidades que podem  ser apresentadas pelo Google. Diante disso, as livrarias estariam  fadadas ao mesmo destino que tiveram as lojas de CDs e videolocadoras  com o advento das músicas e vídeos na internet?</p>
<p><strong>Páginas em branco</strong></p>
<p>Um movimento que se observou ao longo de décadas foi o  desaparecimento das livrarias de bairro, menores, e a concentração das  grandes redes. Fabio Cipriani, consultor de estratégia de mercado e  consumidor da Deloitte, aponta o comércio eletrônico como outro fator  que exigiu da Saraiva e da Cultura, por exemplo, oferecer mais que  livros. Hoje, é possível ir a uma loja e comprar itens de informática,  jogos, assistir a exposições e palestras e até tomar um café.</p>
<p>Com os livros eletrônicos e os leitores digitais feitos para eles não  deve ser diferente. Cipriani ressalta que, ao menos no médio prazo, o  que deve acontecer é uma divisão entre os formatos, não uma substituição  imediata. Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas  Avançados do Recife (CESAR), é categórico: os e-readers de hoje estão  longe do que esse mercado virá a ser. Assim como o primeiro carro criado  por Henry Ford, ou o videogame Atari em comparação ao Playstation 3 ou  XBox de hoje, não são Kindles ou iPads que transformarão o mercado e o  hábito das pessoas.</p>
<p>“Quero um livro em que eu possa escrever, compartilhar o conteúdo nas  redes sociais e saber o que os outros acham sobre isso também”, diz  Meira, que lê dezenas de livros ao mesmo tempo – alguns impressos,  muitos digitais. E o cientista profetiza: a mudança estará consolidada  quando der para fazer com o digital o que já se fazia com o analógico e  um conjunto de outras ações que não eram possíveis anteriormente. E isso  não será apenas pelos e-readers, mas, sim, por PCs, laptops e  celulares, com uso de tecnologias como realidade aumentada, entre  outras.</p>
<p>É um caminho sem volta, mas com grande distância a ser percorrida.  Patrícia Nina, diretora de operações da Fnac no Brasil, chegou com essa  visão da viagem que fez recentemente à matriz na França. Lá visitou  unidades da rede e viu os cinco modelos de e-readers à venda com uma  infinidade de títulos em formato eletrônico. A sucursal daqui também  deve começar a vender leitores digitais em breve. Porém o mercado  francês é dominado por quatro ou cinco grandes editoras – o que facilita  a negociação entre fornecedor e comerciante.</p>
<p>“No Brasil não temos quem concentre uma enorme quantidade de títulos,  então o processo vai ser mais complexo”, observa Patrícia. “O próprio  Kindle não dá acesso a qualquer conteúdo, só ao que está disponível pela  Amazon. Diante do que existe numa livraria real, a virtual é o começo  de um processo”, completa.</p>
<p>Cipriani corrobora que um entrave para a massificação dos e-books em  português são as editoras. Poucas delas se arriscam a digitalizar seus  títulos, com medo de que alguém quebre o código que protege os direitos  autorais e pirateie na internet. O mercado editorial brasileiro  movimenta anualmente uma ordem de R$ 3,3 bilhões, segundo a Câmara  Brasileira do Livro (CBL), com quase 350 milhões de exemplares  produzidos. Por conta disso, em outubro do ano passado a CBL reuniu  representantes de três editoras para avaliar as possibilidades e traçar  uma estratégia para o setor na era da internet. O objetivo é não ser  pego de surpresa, como aconteceu com as gravadoras.</p>
<p><strong>Novo capítulo</strong></p>
<p>Em maio do ano passado, a Saraiva passou a vender e alugar vídeos  pela internet. Com os livros digitais, não deve ser diferente. “É uma  tendência, não tem como a gente falar que não vai acontecer”, avisa  Pousada, que não nega o espaço importante que os e-books devem ocupar.  Mesmo assim, o executivo acredita que a substituição se dará numa  velocidade diferente como a que ocorreu com o setor fonográfico. Porém  substituir o papel pelo eletrônico deve demorar mais tempo.</p>
<p>“Música é instantânea. Já o livro convive por um tempo maior com a  pessoa”, diz. Sergio Herz, diretor de operações da Livraria Cultura,  considera esse um mercado “muito incipiente”, sem definição e que  precisa ser avaliado. E diz que, mesmo que as editoras optem pelo modelo  virtual, nada vai mudar para a livraria, pois serão as detentoras dos  títulos que vão ditar os preços.</p>
<p>“Como não existe um padrão, cada um está fazendo do seu jeito”,  assinala. Por isso, desde março a Cultura comercializa 150 mil títulos  em formato eletrônico que podem ser baixados em e-readers ou computador.  A maioria é em inglês, por conta da indefinição no mercado brasileiro.</p>
<p>O fator preponderante, entretanto, será a mudança de hábito. Herz,  que acabou de ler “A lógica do Consumo”, e Patrícia, que concluiu “O  Poderoso Chefão”, já testaram a leitura no Kindle&#8230; e não gostaram.  Pousada, da Saraiva, é outro que prefere o livro de papel e diz que os  e-books são vantajosos quando a questão é o acesso rápido a algum  conteúdo. Seja nos e-readers ou mesmo em computadores, o desafi o será  convencer os leitores a trocarem as cores, a capa bem trabalhada, a  sensação que se tem ao folhear as páginas e o cheiro dos livros em papel  pela insipidez dos virtuais.</p>
<p>Meira, do CESAR, não sabe especificar quando os impressos serão  substituídos, mas tem certeza de que isso ocorrerá. Ele cita o exemplo  do automóvel, que levou três décadas para ganhar a preferência dos  usuários. “Se levar esse tempo para o e-book substituir o papel, tudo  bem”, contenta-se. Como pontos a favor estão o interesse das gerações  mais jovens pelas novidades tecnológicas e a chance de atingir os  rincões do País – aonde livros comuns não costumam chegar.</p>
<p>Já as livrarias, em seu formato atual, devem sumir do mapa. “O que  vão existir são butiques superespecializadas”, aposta Meira. Como algo  que ainda está acontecendo, não  se sabe como essa história vai  terminar. Os varejistas devem estar prontos para a metamorfose – talvez  centralizando as operações em suas lojas online. Deve levar algum tempo  para que isso ocorra. Mas, como diria Machado de Assis, uma coisa é  certa: “o futuro nunca se engana”.</p>
<p><strong>Fonte: Consumidor Moderno No Varejo<br />
</strong></p>
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		<title>Clipping :: A Voz do Marketing &#8211; O desafio de ser virtual</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 01:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O desafio de ser virtual 27/04/2010 As mudanças que as redes sociais causaram no comportamento das pessoas não param e refletem também a forma como as empresas lidam com seus próprios processos Nos últimos anos, a facilidade de acesso a canais de comunicação estreitou os laços entre línguas, culturas, interesses e negócios. Tanta conectividade trouxe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O desafio de ser virtual</strong></p>
<p><small>27/04/2010</small></p>
<p><em>As mudanças que  as redes sociais  causaram no comportamento das pessoas não param e  refletem também a forma como  as empresas lidam com seus próprios  processos</em></p>
<p>Nos últimos anos, a facilidade de acesso a canais de  comunicação  estreitou os laços entre línguas, culturas, interesses e negócios.   Tanta conectividade trouxe responsabilidades e especificidades.  As  marcas se viram diante de um  grande desafio: estar presente nas redes  sociais de uma forma eficiente,  dialogar com o consumidor da maneira  certa e fazer delas um valor agregado, não  uma “dor de cabeça”. “Muitas  pessoas não entendem que a internet está impactando  e sendo impactada  pela sociedade. E por isso, existem consequências para as  empresas”,  afirma Nino Carvalho, gerente de estratégias em mídias  digitais.  Paralelamente, o tempo corre. “A empresa que não entrar  nas redes hoje,  estará perdendo muita oportunidade de negócio”,<strong> </strong>comenta Fábio  Cipriani, consultor  empresarial e autor de livros sobre mídias sociais.  Afirmar a presença é  importante, mas muitas ainda não sabem como fazer  isso. Por um lado, há o  privilégio da ousadia, da liberdade e da  criatividade das tentativas. Por outro,  há o risco &#8211; pitada essencial  na receita de qualquer empreitada corporativa.</p>
<p>É difícil  formatar uma receita de bolo, com quantidade  de ingredientes e tempo  para se atingir o “ponto certo” quando o que está em  questão é o  comportamento humano, mesmo que virtual. Em Marketing e comunicação,   definitivamente, guias com pré-definições não são o melhor caminho. “As  diversas  ferramentas de mídia são somente ferramentas. Enquanto não tem  estratégia, o  fato de estar lá não significa sucesso”, diz<strong> </strong>Salomão  Casas, idealizador da rede social Drimio. “É importante que  tenham  pessoas acompanhando de perto. Não é colocar lá e esquecer. Se não   dedicar tempo, é melhor não estar.”</p>
<p>Em 2005, Casas criou um  espaço na rede para o  relacionamento entre marcas e consumidores. Com o  nome inspirado na palavra  <em>dream </em>(sonho, em inglês), o  Drimio hoje integra milhares de participantes a  partir da afinidade com as  marcas e serve como espaço de diálogo e  resolução de problemas com as empresas.  “Isso já existe no mundo<em> off   line</em>. Em rodas de conversa, comentamos sobre experiências,  produtos e  serviços. Passamos 24h por dia ligados a marcas. O que  fizemos foi pegar esse  comportamento e jogar em um ambiente de mídia  social, usando todos os conceitos  de web 2.0”, explica. Assim como  outras redes  sociais, o Drimio também serve como um termômetro para a  empresa que quer saber  o que está sendo dito sobre a qualidade dos seus  serviços e produtos. Combinação  perfeita, afinal, só melhora quem sabe  onde está errando.</p>
<p>Para Nino Carvalho, o que mais pode se  aproximar de uma  fórmula para a entrada de empresas nas redes sociais é  o passo a passo usado  habitualmente no Marketing. “Deve ser feita uma  análise muito séria do ambiente,  que vai dizer qual caminho seguir. Tem  que ver como isso vai afetar o negócio,  quais são as tendências do  mercado. Tem que pesquisar. Essa solução de fazer  blog, Twitter (&#8230;) a  princípio não é nada.”</p>
<p>Além de ter profissionais dedicados, é  importante que  toda a empresa esteja preparada para ter a sua marca  representada nas redes. De  acordo com Fábio Cipriani, isso acontece  quando a estratégia vem de cima para  baixo, ou seja, quando quem está  no comando se convence de que estar nas redes  sociais é um  investimento, é coisa séria. “A partir do momento que a empresa usa  as  redes sociais para Marketing, quando acontece uma reclamação, tem-se que   falar com outros departamentos. Então, a estratégia tem que vir de  cima pra  baixo para conseguir unir todos os pontos, todos os  departamentos. Outro setor  não poderá falar que ‘não tem nada a ver com  isso’. O cliente vai querer falar  de tudo. Todos os processos terão  que se adaptar.”</p>
<p>A integração entre todos os níveis da empresa  até tornar  a presença da marca nas redes uma política interna de fato,  passa, sempre, pela  questão do orçamento. “A maioria das empresas no  Brasil não faz da forma  correta. Nas empresas estrangeiras vemos muito  investimento. Aqui, o tamanho do  investimento é pequeno em relação à  importância estratégica”, conclui  Cipriani. Uma boa forma de começar no  caminho certo dentro das  redes passa por indagações sobre questões  práticas variáveis de empresa para  empresa, como: Qual é o objetivo de  entrar nessa ou naquela rede social?; Por  que fazer isso? É para  aumentar o boca a boca? É para aumentar a exposição da  marca?; Qual  abordagem darei à minha marca nas redes? Vou só monitor, vou também   conversar com as pessoas?; Como é a cultura da minha empresa? Os  funcionários  estão preparados pra interagir por esses canais ou tenho  que treiná-los  primeiro?; Quem vai liderar o processo?; Quais são os  riscos?; Quem é meu  público-alvo?; Quais as demandas e necessidades  desse público?; O que meu  concorrente faz na rede?</p>
<p><strong>Empresas e  redes sociais  combinam?</strong><br />
Se o processo é feito da maneira correta, não há porque  não combinar.  As redes sociais “prometem”, no fundo, amadurecer a própria  empresa em  relação aos seus erros, ao jogo de cintura com os consumidores, à   postura honesta perante suas limitações e à inovação para manter o  diálogo e a  imagem sempre “em forma”. “Tem empresa que nem sequer faz  domínio na internet.  Isso é um erro. É um público considerável, são  milhões de pessoas”, considera  Cipriani. &#8220;A gente está em uma  transição. A partir do momento que a empresa conversa, reconhece os  erros, é legal para o trabalho dela. Apesar dos problemas, ela está lá  tentando resolver, é legal esse relacionamento de verdade&#8221;, explica  Pablo Almeida, coordenador de produtor do buscador de viagens Mundi.</p>
<p>No  entanto, segundo Nino Carvalho, é importante se atentar à falsa   promessa de que a internet vai resolver todos os problemas de  comunicação,  Marketing e relacionamento. “Tem muita empresa querendo  comprar soluções, então  tem muita gente vendendo. Por esse movimento,  tem muita fórmula mágica sendo  oferecida, e tem muita gente querendo  comprar”, conclui. “Muitos oferecem pizza  pra quem quer emagrecer. É a  solução errada.”</p>
<p>Com um plano bem traçado no papel, fica mais  fácil trilhar o caminho  certo. “As redes sociais devem ser abordadas  como uma plataforma de  relacionamento, um lugar de diálogo”, pondera  Cipriani. “Tem que satisfazer a  necessidade de relacionamento com os  clientes. É uma porta aberta.” Afinal, o  consumidor tem canais abertos,  e as empresas que conseguirem valorizar isso,  terão encontrado a sua  fórmula certa.</p>
<p><strong>Autor: Lydia Cintra<br />
</strong><strong> Fonte: A Voz do Marketing</strong></p>
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		<title>Clipping :: Jornal do Comércio &#8211; Livros eletrônicos invadem o mercado editorial</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 20:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Livros eletrônicos invadem o mercado editorial 25/01/2010 Para alguns, o fim do livro tradicional. Para outros, o início de uma oportunidade para inserir uma parcela significativa da população no mundo da leitura. O livro digital começa a desembarcar no Brasil e promete atrair a atenção Queiram os mais tradicionais ou não, o livro eletrônico está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Livros eletrônicos invadem o mercado editorial</strong></p>
<p><small>25/01/2010</small></p>
<p><em>Para alguns, o fim do livro tradicional. Para outros, o início de uma oportunidade para inserir uma parcela significativa da população no mundo da leitura. O livro digital começa a desembarcar no Brasil e promete atrair a atenção</em></p>
<p>Queiram os mais tradicionais ou não, o livro eletrônico está chegando ao Brasil. O lançamento mundial no final do ano passado do Kindle, o primeiro leitor de e-books a aterrissar no País, ajudou a colocar fogo no mercado editorial.</p>
<p>Comercializado pela Amazon, gigante americana do varejo virtual, o Kindle Internacional permite a leitura de obras em formato digital e o download de um livro inteiro em menos de 60 segundos. Novos equipamentos, nacionais e internacionais, devem estar disponíveis nos próximos meses. Nos Estados Unidos, depois da Amazon, a Barnes &amp; Noble, uma das maiores livrarias físicas dos Estados Unidos, também lançou o seu e-reader, o Nook. A Livraria Cultura, uma das maiores do País, anunciou para março o início das vendas dos seus primeiros e-books. Da mesma forma, a Editora Jorge Zahar negocia com os autores novos contratos e já tem 40 prontos para a conversão digital.</p>
<p>Ainda não se sabe se esse novo formato poderá provocar uma revolução similar a que aconteceu com a música há alguns anos, levando a uma queda vertiginosa nas vendas de CDs. Dados da Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD) revelam que as comercializações totais de CDs e DVDs em 2002 eram de R$ 726 milhões, caindo para R$ 312,5 milhões em 2007. Já o total das vendas digitais passou de R$ 8,5 milhões em 2006 para R$ 24,2 milhões no ano seguinte.</p>
<p>Mas esse início já é suficiente para deixar parte do setor pouco à vontade e cheio de mistérios com essa tecnologia. Quem não quer correr o risco de ver seu modelo de negócios afundar, corre para enxergar no e-book um propulsor de novas oportunidades.</p>
<p>A Câmara Brasileira do Livro (CBL) criou uma comissão para debater os impactos do livro digital e algumas necessidades de regulamentações. Para a presidente da entidade, Rosely Boschini, essa é uma tendência irreversível. “Mais do que uma preocupação, o e-book deve ser visto como oportunidade de ampliar o universo do público leitor e desenvolver uma nova vertente de negócios”, sugere.</p>
<p>Ela lembra que, durante a Feira do Livro de Frankfurt 2009, o maior evento do mercado editorial mundial, esse já era um tema recorrente. Dos 7.373 expositores, 5% já incluíam esses dispositivos em seus estandes. Em 2008, o livro digital movimentou cerca de US$ 100 milhões nos Estados Unidos, onde mais de 80 editoras já atuam no segmento. Na Alemanha, foram 65 mil unidades comercializadas no primeiro semestre deste ano. Já a Consumer Electronics Show, que aconteceu no início do ano em Las Vegas, teve pela primeira vez uma seção dedicada aos e-readers. Cerca de 20 fabricantes apresentaram seus dispositivos.</p>
<p>Rosely explica que a convivência de processos tão diferentes é uma realidade em todos os setores de atividade. E não seria diferente para o mercado editorial. “Saber explorar o imenso potencial aberto pela convergência significa multiplicar as possibilidades mercadológicas, criar novas alternativas e atender de maneira mais eficaz à demanda”, acrescenta.</p>
<p>O livro em formato digital existe há alguns anos e geralmente está disponível em sites, no formato pdf ou html. Para o gerente de consultoria empresarial da Deloitte, Fábio Cipriani, o diferencial agora é a oferta de dispositivos que permitem a leitura desses arquivos com maior mobilidade, como laptops e smartphones.</p>
<p>“O Kindle veio para popularizar os leitores de livros digitais, que estão mais compactos e modernos”, observa. Para o especialista, o impacto do e-book é real, mas não deverá ser tão avassalador porque a música é mais popular no País do que o livro.</p>
<p>Pesquisador diz que livro tradicional vai acabar<br />
Para o doutor em Ciência da Comunicação pela Universidade Federal de São Paulo (USP) José Antônio Rosa, o livro tradicional está com os seus dias contados. Autor de mais de 30 livros nas áreas de gestão e comunicação, o pesquisador observa que prova disso é que o Brasil vende menos livros hoje do que há dez anos.</p>
<p>Contribui com essa realidade a concorrência com a televisão, revistas e jornais. Além disso, os índices de analfabetismo funcional &#8211; pessoas que não conseguem ler textos longos &#8211; só crescem em todos os países. Conta também o fato de os indivíduos possuírem hoje, com a internet, infinitas novas alternativas para buscarem informações. “O livro em papel está no fim do seu ciclo de vida”, diz, taxativo, acrescendo que, como produto, ele não tem mais o custo e a agilidade compatíveis com os tempos modernos.</p>
<p>Para tentar minimizar esses efeitos, as editoras investem nos best-sellers. Além disso, há uma explosão de lançamentos acompanhada de uma redução nas tiragens. Só na área de Administração, cerca de 300 livros são lançados por mês no Brasil.</p>
<p>A Câmara Brasileira do Livro revela que, em 2008, o mercado editorial faturou R$ 3,3 bilhões. Foram publicados 51.129 títulos (mais 19,52% em relação a 2007) e produzidos 340.274.195 exemplares (menos 3,17% na comparação com o ano anterior). Rosa explica que todo esse movimento será potencializado agora com o livro digital. Mesmo com o ser humano nem sempre recebendo bem mudanças radicais, não há como as editoras e autores fugirem dessa realidade. “O declínio das vendas dos livros de papel será mais rápido agora que as mídias alternativas começam a mostrar a sua cara”, aposta.</p>
<p>Para o professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e coordenador do Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Ciberculturas (Cencib), Eugênio Trivinho, apesar das quedas nas vendas, o livro mantém a sua força cultural. E assim permanecerá. “O livro pode mudar de suporte, mas vai sobreviver”, assegura. A expectativa é que essas mudanças provocadas pela chegada do livro eletrônico provoquem um rearranjo não só no modelo de negócios das editoras, mas no próprio comportamento das pessoas em relação à leitura.</p>
<p>Substituir o hábito de folhear as páginas de um livro pelo down-load de capítulos pode parecer inimaginável para boa parte dos amantes da leitura. Entretanto, há uma nova geração surgindo e completamente adaptada aos meios digitais. Isso não significa, porém, que a tecnologia criará o hábito da leitura. “Mesmo os jovens mais imersos na tecnologia não formarão o hábito se não tiverem incentivo da família e da escola”, afirma Trivinho.</p>
<p>eBookStore quer chegar a 300 mil títulos<br />
ookStore brasileira, espera alcançar a meta de ter 300 mil títulos nacionais em catálogo até 2012 e um milhão em cinco anos. O portal www.gatosabido.com.br fechou uma parceria com a COLL-ER, uma das maiores livrarias virtual inglesas, e quer crescer nesse mercado.</p>
<p>Com o objetivo de ser um canal de distribuição de e-books, a GatoSabido oferece títulos de editoras nacionais e internacionais, além de autores independentes. O portal disponibiliza sofisticados mecanismos de busca que ajudam o leitor a fazer o download de pequenos trechos das obras para depois decidir pela compra, além de poder obter informações detalhadas dos livros, como resenhas, editoriais e vídeos.</p>
<p>O formato de arquivo que o portal irá utilizar possibilitará ao leitor aumentar e alterar o tipo de fonte. O usuário pode gravar suas páginas com os Bookmarks, utilizar a função de procurar no texto, além de dispor da maior biblioteca de títulos nacionais. A GatoSabido também oferece o seu próprio leitor digital, o COOL-ER, o primeiro e-reader do Brasil, com preço sugerido de R$ 750,00.</p>
<p>Tecnologia incentiva a criação de modelos mais sofisticados<br />
O publicitário e escritor Rudiran Messias, 31 anos, foi um dos primeiros brasileiros a comprar o Kindle Internacional. Amante das novas tecnologias e com uma biblioteca particular em casa, ele fez questão de unir as duas paixões tão logo ficou sabendo que a Amazon passaria a comercializar o e-reader também para o Brasil, através do seu site.</p>
<p>Para ele, porém, os e-books jamais vão substituir os livros de papel na sua totalidade, e sim estimular a sua evolução. Ele aposta que os livros pocket americanos, impressos em papel jornal de baixa qualidade que amarelam com o tempo, sumam do mercado. “Se é para comprar um livro assim, é melhor ter a versão digital”, diz. Por outro lado, devem ganhar espaço as obras com uma maior qualidade de papel e impressão, como os livros pop-up &#8211; com ilustrações que se desdobram e se montam em três dimensões.</p>
<p>Messias também acredita que leitores como o Kindle, no futuro, devem substituir os livros didáticos. Um aparelho destes armazena de 1.500 a 3.500 livros-texto, com acesso a enciclopédia e internet e possibilidade de atualizações de conteúdo instantâneas. “Mesmo não representando o fim do livro impresso, o advento dos e-books representa um impacto importante no mercado editorial, e as editoras que não souberem acompanhar este movimento poderão perder uma fatia considerável de seu público”, projeta.</p>
<p>Autor de livros como Tabus, Perversões e Outras Catarses e tendo publicado contos em antologias como 101 que Contam e 30 Contos Imperdíveis, Messias aposta que os e-readers são ainda uma ferramenta capaz de fazer com que os autores ganhem mais autonomia.</p>
<p>Para quem tem conhecimentos básicos de programação html, formatar um livro no Kindle é relativamente fácil. E, uma vez publicado, é possível que o autor tenha o controle total das unidades vendidas. “O royalties são transferidos direto para a conta. É tudo transparente e perfeito para jovens autores americanos”, diz. Para os brasileiros, isso se complica um pouco porque é preciso ter uma conta bancária americana vinculada ao perfil de autor/editor da Amazon.</p>
<p>Zahar avança e negocia contratos com autores brasileiros e estrangeiros<br />
A Editora Jorge Zahar está andando na frente do mercado brasileiro e já possui uma política clara com relação ao livro digital: onde a maioria das editoras vê riscos, a Zahar enxerga oportunidades. Depois de pesquisar a fundo esse tema nos últimos dois anos, iniciou em 2009 a renegociação dos contratos com autores brasileiros e estrangeiros.</p>
<p>Dos 1,2 mil títulos disponíveis, 400 estão com os direitos liberados para publicação da versão digital e 40 prontos para a conversão. Até março, a meta é disponibilizar pelo menos 200 na internet. “Este é um mundo novo que se abre e do qual queremos participar”, diz a diretora-executiva da editora, Mariana Zahar.</p>
<p>As adaptações dos contratos firmados com os autores são necessárias porque, com a conversão do papel para o digital, os custos acabam sendo alterados. De acordo com Mariana, o retorno dos autores brasileiros está sendo bastante positivo, assim como o dos americanos, mais enraizados na cultura do livro digital. Já na França a dificuldade é maior.</p>
<p>A executiva acredita ainda que o e-book é uma saída para o combate à pirataria, prática que existe desde os anos 1980, principalmente nas escolas e universidades, com as cópias de capítulos de livros. “Fala-se como se esse problema fosse começar agora, com o mundo digital. Mas isso nos acompanha há 30 anos.” O preço dos livros eletrônicos é 30% menor do que o de capa do livro impresso. Assim, a expectativa é que as pessoas sejam estimuladas a comprar essas versões em vez de fazer cópias ilegais.</p>
<p>Kindle baixa uma obra em 60 segundos<br />
O Kindle Internacional chegou ao Brasil no final do ano passado, com a decisão da Amazon de permitir a comercialização do produto através do seu site para mais de 100 países. Hoje, um usuário brasileiro interessado no produto pagará cerca de US$ 279. Acrescido do frete e do imposto de importação, o dispositivo sai por cerca de R$ 1 mil.</p>
<p>Com capacidade para armazenar 1,5 mil livros, o e-reader permite aos usuários acesso via internet sem fio aos títulos comercializados no site da Amazon. A alta velocidade de download através da rede 3G &#8211; um livro em até 60 segundos &#8211; e a opção para que os textos sejam lidos para o usuário são as outras atrações do leitor. É possível escolher entre a voz feminina e a masculina e até a velocidade da leitura.</p>
<p>No final do ano passado, depois das vendas de Natal, a Amazon anunciou que, pela primeira vez, as vendas dos livros digitais superaram as dos livros físicos.</p>
<p><strong>Autor: Patricia Knebel<br />
Fonte: Jornal do Comércio (RS)</strong></p>
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		<title>Clipping :: PC World &#8211; Blogar é preciso</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 14:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Blogar é preciso Autor do livro Blog Corporativo, o consultor Fábio Cipriani, conta como essa ferramenta pode ajudar as pequenas empresas 22/08/2006 Desde que a internet comercial chegou ao Brasil, muita coisa mudou. Alguns sites viraram portais, boas idéias geraram lucros para poucos, e idéias ruins, prejuízo para muitos. Hoje, não basta para muitas empresas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Blogar é preciso</strong></p>
<p><strong>Autor do livro Blog Corporativo, o consultor Fábio Cipriani, conta como essa ferramenta pode ajudar as pequenas empresas</strong></p>
<p><small>22/08/2006</small></p>
<p>Desde que a internet comercial chegou ao Brasil, muita coisa mudou. Alguns sites viraram portais, boas idéias geraram lucros para poucos, e idéias ruins, prejuízo para muitos. Hoje, não basta para muitas empresas, independentemente do seu tamanho, ter um site institucional ou de comércio eletrônico. É preciso ter um blog. Segundo Fábio Cipriani, autor do livro Blog Corporativo, a ferramenta humaniza a empresa ao criar vínculo com potenciais clientes ou defensores da marca, dando uma nova cara para a companhia. Saiba, nesta entrevista, como o blog pode ajudar sua companhia a crescer.</p>
<p><strong>PC WORLD</strong> &#8211; O que a pequena empresa ganha ao começar a fazer um blog?<br />
<strong>Fábio Cipriani</strong> &#8211; O blog é uma ferramenta nova para um conceito antigo, que uma simples página web não possui: conversação. Para aumentar o número de clientes que compram de você, mais que possuir um produto ou serviço de qualidade, é preciso convencer as pessoas e estar aberto para interagir com elas. Ao escrever suas idéias em um blog corporativo, você não estará falando exclusivamente do seu produto, vai falar de você e das suas idéias, vai falar de aspectos que circundam suas áreas de interesse e seu produto. Outra importante projeção dada às empresas pelos blogs é o fortalecimento da marca em sites de busca, com melhor exposição nessas ferramentas.</p>
<p><strong>PCW</strong> &#8211; E quem deve ser o responsável pelo blog? O dono da empresa? Um diretor?<br />
<strong>Cipriani</strong> &#8211; A princípio, não importa quem é o blogueiro. Se ele tem a liberdade para expressar suas idéias de forma transparente e está disposto a conversar com o público, os negócios irão prosperar. Mas colocar uma assessoria de imprensa para essa tarefa, por exemplo, corta completamente a conversa que seus clientes estão buscando. A comunicação passará a fluir de maneira formal e unidirecional.</p>
<p><strong>PCW</strong> &#8211; A empresa deve criar seu blog dentro do site da companhia ou pode usar um serviço gratuito?<br />
<strong>Cipriani</strong> &#8211; O blog é uma página web específica e que representa a marca da empresa. Ter um domínio próprio e design exclusivo com as cores e os logotipos da empresa são fatores essenciais para uma boa estratégia de marca. Os serviços gratuitos são muito bons para quem está começando e não possui conhecimento técnico suficiente para construir um blog em servidores próprios ou alugados.</p>
<p><strong>PCW</strong> &#8211; Qual é o retorno desse investimento?<br />
<strong>Cipriani</strong> &#8211; Possibilidade de novos negócios e de crescimento. Uma pequena empresa raramente vê a internet como um meio de ampliar seus negócios ou divulgar seus serviços. O principal retorno do blog vem por meio da satisfação ou conquista de clientes, mas é difícil atrelar vendas ou retenção de clientes diretamente com a eficiência do blog. Um indicador que pode expressar esse resultado é a quantidade de pessoas que acessam, comentam ou escrevem sobre o seu blog em outras páginas ou blogs na internet. A esse conjunto de indicadores eu dou o nome de “fator barulho” da sua marca.</p>
<p><strong>PCW</strong> &#8211; Qual a melhor maneira de divulgar um blog corporativo? Que dica você daria para a empresa que quer colocar um blog no ar?<br />
<strong>Cipriani</strong> &#8211; A primeira coisa é fazê-lo logo, pois a imprensa está ansiosa para demonstrar casos práticos de sucesso do uso dessa ferramenta. A principal dica para uma empresa que deseja criar um blog é conhecer a “blogosfera”, antes de tudo. Ambientar-se com blogs e com os conteúdos que podem ser colocados em um post, conhecer os termos usados, estudar blogs que produzem dicas sobre a sua área de atuação, olhar o endereço de um concorrente.</p>
<p><strong>Autor: David de Oliveira Lemes<br />
Fonte: PC World</strong></p>
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		<title>Além dos blogs</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 08:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A matéria do Stephen Baker e Heather Green que li hoje na BusinessWeek resgata uma antiga matéria sobre blogs influenciando o mundo dos negócios (de 2005) e busca traçar uma atualização sobre o tema. O artigo de 2005 foi usado como uma das minhas referências quando estava escrevendo o livro, o novo artigo é pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.businessweek.com/magazine/content/08_22/b4086044617865.htm" target="_blank">matéria</a> do Stephen Baker e Heather Green que li hoje na BusinessWeek resgata uma <a href="http://www.businessweek.com/magazine/content/05_18/b3931001_mz001.htm" target="_blank">antiga matéria</a> sobre blogs influenciando o mundo dos negócios (de 2005) e busca traçar uma atualização sobre o tema. O artigo de 2005 foi usado como uma das minhas referências quando estava escrevendo o livro, o novo artigo é pra lá de interessante (mas para quem respira web 2.0 pode ser um déjà-vu).</p>
<p><strong>Resumo:</strong> em 2005 blogs iam mudar seus negócios, hoje são eles + as comunidades ou redes sociais virtuais. Vale dizer web 2.0.</p>
<p>O artigo me fez refletir em dois pontos:</p>
<p>- Os <strong>blogs</strong>, na busca por mais audiência, não poderão ser atualizados por apenas um autor. Para ter audiência é preciso postar muito. Por sua vez, postar muito significa tempo. Assim, autores em ascensão postarão menos e não mais crescerão em audiência, ou vamos viver a onda de <strong>&#8220;fusões e aquisições&#8221;</strong> para continuar crescendo.</p>
<p>- <strong>As redes sociais correm um severo risco de serem uma bolha</strong>. Os investimentos recentes em ferramentas desse genero estão cada vez mais agressivos. A população a ser servida é grande, mas o foco nessa ou naquela ferramenta é pequeno o bastante para se prejudicar muito caso, por mero capricho do usuário, eu julgar que aquele novo site é mais legal que o orkut, por exemplo.</p>

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		<title>Blog da Embrapa Agroindústria Tropical</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 15:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conversei com Ricardo Moura, jornalista da Embrapa Agroindústria Tropical de Fortaleza-CE, sobre o blog corporativo que eles vêem utilizando desde junho de 2007 para complementar as ações de inovação das cadeias produtivas da agroindústria tropical que a unidade promove. Dos 130 comentários postados no Agroblog Tropical até o momento, uma grande parcela vem dos &#8220;leigos&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blogcorporativo.net/wp-content/uploads/2008/05/blog.jpg" alt="Agroblog Embrapa" hspace="4" vspace="4" align="right" />Conversei com Ricardo Moura, jornalista da <a href="http://www.cnpat.embrapa.br/" target="_blank">Embrapa Agroindústria Tropical</a> de Fortaleza-CE, sobre o <a href="http://blog.cnpat.embrapa.br/" target="_blank">blog corporativo</a> que eles vêem utilizando desde junho de 2007 para complementar as ações de inovação das cadeias produtivas da agroindústria tropical que a unidade promove.</p>
<blockquote><p>Dos 130 comentários postados no <a href="http://blog.cnpat.embrapa.br/" target="_blank">Agroblog Tropical</a> até o momento, uma grande parcela vem  dos &#8220;leigos&#8221;. Ou seja, de pessoas que não trabalham com pesquisa ou  integram a cadeia produtiva da agroindústria tropical. Na maioria das  vezes, elas desejam saber onde adquirir determinados produtos regionais  ou pedem mais informações sobre as postagens publicadas. Isso é muito  interessante, pois pensávamos, durante o processo de elaboração do  Agroblog,  em atingir um público mais ligado às nossas atividades, como  pesquisadores e agrônomos. Embora a Unidade tenha um Serviço de  Atendimento ao Cidadão (SAC), creio que o blog, até mesmo pelo seu  caráter mais informal, nos aproximou mais de um público que, em tese,  não teria acesso a tais informações. É aí que residem a nossa grande  satisfação como uma empresa pública de produção de conhecimento e a  oportunidade sem precedentes que os novos meios de comunicação podem  trazer às empresas.</p></blockquote>
<p>Alguns números do blog:</p>
<ul class="bullets">
<li>Média de 9,8 mil acessos/mês,</li>
<li>12 mil acessos até agora só neste mês de maio,</li>
<li>Quase 96 mil acessos desde junho de 2007,</li>
</ul>
<blockquote><p>O [número de visitas] do <a href="http://www.cnpat.embrapa.br" target="_blank">site oficial</a> <a href="http://www.cnpat.embrapa.br/" target="_blank"></a>oscila entre 4 e 5 mil acessos mensais, duas vezes menos [que o do blog]. Se somarmos  esses dois canais de comunicação, teremos um total de quase 15 mil  acessos/mês, ou seja, o triplo do que o nosso endereço eletrônico vinha  obtendo antes de junho do ano passado.</p></blockquote>
<p>Mais um exemplo de resultado dos blogs em relação à visibilidade que a ferramenta promove para qualquer tipo de especialidade de negócios.</p>

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</ul>

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		<title>Bradesco pensa em Twitter e a imprensa pensa&#8230;</title>
		<link>http://www.blogcorporativo.net/2008/04/08/bradesco-pensa-em-twitter-e-a-imprensa-pensa/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 13:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230;nas empresas pioneiras! No blog da Sandra Carvalho, diretora do Núcleo de Tecnologia da Editora Abril, formado pelas revistas, sites e eventos da marca INFO, encontrei as seguintes notas sobre empresas e web: Há tempos o banco [Bradesco] acompanha os blogs, de ouvido aberto para a sabedoria das multidões.Nada mais natural, agora, que volte a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8230;nas empresas pioneiras!</strong></p>
<p>No blog da Sandra Carvalho, diretora do Núcleo de Tecnologia da Editora Abril, formado pelas revistas, sites e eventos da marca INFO, encontrei <a href="http://info.abril.com.br/blog/sandra/20080407_listar.shtml" target="_blank">as seguintes notas sobre empresas e web</a>:</p>
<blockquote>
<ul class="bullets">
<li>Há tempos o banco [Bradesco] acompanha os blogs, de ouvido aberto para a sabedoria das multidões.Nada mais natural, agora, que volte a atenção para os microblogs [Twitter].</li>
<li>A construtora Tecnisa encerrou 2007 vendendo um apartamento por dia pela web. Este ano, a média já chegou a 1,66 e a meta é atingir duas unidades diárias. A empresa tem um blog sem moderação, uma raridade entre blogs corporativos.</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Não vejo a hora de publicar minha 2a edição do livro com algum estudo de caso realmente brasileiro. Isso é algo que estava longe de acontecer naquela época. Mas nunca é tarde para você, empresa, rever suas prioridades percebendo que a imprensa ADORA falar sobre o assunto web 2.0 e negócios. Só de aparecer na mídia assim você pode estar economizando alguns trocados para um tipo de publicidade interessante.</p>
<p>Só no site INFO, de acordo com o <a href="http://publicidade.abril.com.br/homes.php?MARCA=25" target="_blank">PubliAbril</a>, o anúncio no site mais barato custa 53 reais por mil impressões (CPM). Como a notícia acima não foi um link nem um banner, só uma menção ao nome da marca, vamos dividir o preço por 5, dando aproximadamente 10 reais de CPM. Com quase 2 milhões de visitantes únicos por mês, vamos estimar que 10% disso leu essa notícia e viu sua marca ao longo de 1 ano. Isso daria 200 mil impressões, o que custaria 2 mil reais.</p>
<p>Se não errei na matemática isso parece pouco. Mas tomando o exemplo de que eu estou aqui mencionando essa reportagem no meu blog, isso acrescenta valor na idéia. É mais difícil de mensurar mas acho que você já conseguiu imaginar alguma coisa.</p>

	<br /><br/>Tags: <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/blogs/" title="Blogs" rel="tag">Blogs</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/brasil/" title="brasil" rel="tag">brasil</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/imprensa/" title="Imprensa" rel="tag">Imprensa</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/investimento/" title="investimento" rel="tag">investimento</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/livro/" title="livro" rel="tag">livro</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/marca/" title="marca" rel="tag">marca</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/negocios/" title="negócios" rel="tag">negócios</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/publicidade/" title="publicidade" rel="tag">publicidade</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/tecnologia/" title="tecnologia" rel="tag">tecnologia</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/twitter/" title="twitter" rel="tag">twitter</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/web-20/" title="web 2.0" rel="tag">web 2.0</a><br />

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</ul>

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		<title>Quem devia liderar a revolução da comunicação nas empresas?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 16:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jornalistas, Agências de propaganda e marketing ou as próprias empresas? Na maioria dos eventos relacionados a web 2.0, blogs vs. mídia ou comunidades virtuais e que se preocupam com a temática corporativa ou impactos na forma de se fazer negócios, sempre temos blogueiros dando dicas e opinando, jornalistas debatendo o tema, profissionais de comunicação dando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.serendipidade.com/blog/wp-content/uploads/2008/03/academeblogs.jpg" alt="academeblogs.jpg" align="left" height="259" hspace="4" vspace="4" width="323" />Jornalistas, Agências de propaganda e marketing ou as próprias empresas?</p>
<p>Na maioria dos eventos relacionados a web 2.0, blogs vs. mídia ou comunidades virtuais e que se preocupam com a temática corporativa ou impactos na forma de se fazer negócios, sempre temos blogueiros dando dicas e opinando, jornalistas debatendo o tema, profissionais de comunicação dando o tom da conversa e <strong>raramente empresas apresentando casos concretos ou ajudando construir conhecimento no assunto discutido</strong>.</p>
<p>Acho isso muito sério. Entendo que leva algum tempo para que as empresas absorvam idéias revolucionárias ou novas formas de gestão que acadêmicos ou especialistas no assunto desenvolvem, mas no caso específico da comunicação com o cliente na nova era da web 2.0, a teoria se desenvolve <strong>principalmente na prática</strong>. Afinal de contas é errando que se aprende. E é por conta de poucos visionários que se arriscaram que muitas das invenções da humanidade deram certo.</p>
<p>As empresas deveriam assumir a linha de frente nessas discussões. Elas são as maiores interessadas e não deveriam estar sentadas assistindo o debate de partes que podem não ter o ponto de vista para captar o que se passa dentro das organizações. Uma empresa no meio e a figura muda de sentido.</p>
<p>O maior problema no entanto é a falta de conhecimento ou o analfabetismo digital que os míopes líderes empresariais possuem. Porém, mesmo cego, estar imerso na batalha é simplesmente melhor que não lutar. Os blogs podem continuar brigando com a mídia por espaço, mas quando esses dois forem falar de empresas, as empresas devem estar no meio.</p>

	<br /><br/>Tags: <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/blogs/" title="Blogs" rel="tag">Blogs</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/blogueiros/" title="Blogueiros" rel="tag">Blogueiros</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/comunicacao/" title="comunicação" rel="tag">comunicação</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/comunidade/" title="comunidade" rel="tag">comunidade</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/conhecimento/" title="conhecimento" rel="tag">conhecimento</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/dicas/" title="Dicas" rel="tag">Dicas</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/marketing/" title="marketing" rel="tag">marketing</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/negocios/" title="negócios" rel="tag">negócios</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/propaganda/" title="propaganda" rel="tag">propaganda</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/web-20/" title="web 2.0" rel="tag">web 2.0</a><br />

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</ul>

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		</item>
		<item>
		<title>O poder do consumidor na era 2.0</title>
		<link>http://www.blogcorporativo.net/2007/10/10/o-poder-do-consumidor-na-era-20/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2007 00:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A revista Época Negócios deste mês trouxe uma reportagem super bacana sobre o tema. Uma pena que gastei 9 reais para comprar a revista na banca e acabei descobrindo que TODO o conteúdo da revista está aberto no website da Globo. Se isso for estratégia para atrair leitores eu declaro que não comprarei a revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.blogcorporativo.net/wp-content/uploads/2007/10/011930400.jpg" alt="011930400.jpg" align="left" hspace="4" vspace="4" />A revista <a href="http://epocanegocios.globo.com" target="_blank">Época Negócios</a> deste mês trouxe uma reportagem super bacana sobre o tema. Uma pena que gastei 9 reais para comprar a revista na banca e acabei descobrindo que TODO o conteúdo da revista está aberto no website da Globo. Se isso for estratégia para atrair leitores eu declaro que não comprarei a revista mais.</p>
<p>Sendo assim, leia a matéria supracitada <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG79423-8382-8,00.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Além dela, uma outra sobre Inovação também vale a pena. &#8220;<a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG79418-8374-8,00.html" target="_blank">Porque somos tão pouco inovadores ?</a>&#8220;. Mais uma vez infeliz&#8230; o certo seria dizer <strong>&#8220;Porque somos tão criativos porém tão pouco inovadores ?&#8221;. </strong>Afinal, brasileiro não é criativo?</p>
<p><u>Menção honrosa</u>: O tema inteligência é bem abordado pela revista. Leia os links abaixo com conteúdos bastante <a href="http://www.serendipidade.com" target="_blank">serendipitosos</a>.</p>
<ul class="bullets">
<li class="chamadaListaMateriaTercearia"> 		      		  		 			 		      		  		 			  <a href="http://epocanegocios.globo.com/EditoraGlobo/Artigo/exibir.ssp?artigoId=79399&amp;secaoId=8376&amp;edicao=8"> 		      		  		 			     		      		  		 			     								             		      		  		 			    <strong>Big brother? </strong> — Empresas flagram falhas de comunicação de funcionários 		      		  		 			  </a></li>
<li class="chamadaListaMateriaTercearia"> 		      		  		 			 		      		  		 			  <a href="http://epocanegocios.globo.com/EditoraGlobo/Artigo/exibir.ssp?artigoId=79398&amp;secaoId=8376&amp;edicao=8"> 		      		  		 			     		      		  		 			     								             		      		  		 			    <strong>Motivação</strong> — Desinteresse do chefe destrói a confiança do subordinado 		      		  		 			  </a></li>
<li class="chamadaListaMateriaTercearia"> 		      		  		 			 		      		  		 			  <a href="http://epocanegocios.globo.com/EditoraGlobo/Artigo/exibir.ssp?artigoId=79397&amp;secaoId=8376&amp;edicao=8"> 		      		  		 			     		      		  		 			     								             		      		  		 			    <strong>Inovação</strong> — Nem só o glamour do iPod merece ser cultuado 		      		  		 			  </a></li>
<li class="chamadaListaMateriaTercearia"> 		      		  		 			 		      		  		 			  <a href="http://epocanegocios.globo.com/EditoraGlobo/Artigo/exibir.ssp?artigoId=79395&amp;secaoId=8376&amp;edicao=8"> 		      		  		 			     		      		  		 			     								             		      		  		 			    <strong>Otimismo</strong> — Produtividade do empregado melhora se líder é positivo  		      		  		 			  </a></li>
<li class="chamadaListaMateriaTercearia"> 		      		  		 			 		      		  		 			  <a href="http://epocanegocios.globo.com/EditoraGlobo/Artigo/exibir.ssp?artigoId=79394&amp;secaoId=8376&amp;edicao=8"> 		      		  		 			     		      		  		 			     								             		      		  		 			    <strong>Lições</strong> — O que os sobreviventes de grandes desastres ensinam 		      		  		 			  </a></li>
<li class="chamadaListaMateriaTercearia"> 		      		  		 			 		      		  		 			  <a href="http://epocanegocios.globo.com/EditoraGlobo/Artigo/exibir.ssp?artigoId=79393&amp;secaoId=8376&amp;edicao=8"> 		      		  		 			     		      		  		 			     								             		      		  		 			    <strong>Personagem</strong> — Quando a discrição é a alma do negócio – e do lucro 		      		  		 			  </a></li>
</ul>

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		<title>Linha do Tempo dos Blogs Corporativos</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2007 05:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Cipriani</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a preciosa ajuda do SIMILE consegui montar uma linha do tempo para os Blogs Corporativos e assuntos relacionados aos blogs e seus impactos nos negócios. Experimente clicar em um dos acontecimentos listados. Clique na figura abaixo para acessar. Gostaria de receber a opinião de vocês sobre novas datas a serem inclusas e/ou correções a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a preciosa ajuda do <a href="http://simile.mit.edu/timeline/docs/" target="_blank">SIMILE</a> consegui montar uma <a href="http://www.serendipidade.com/timeline/" target="_blank">linha do tempo</a> para os Blogs Corporativos e assuntos relacionados aos blogs e seus impactos nos negócios. Experimente clicar em um dos acontecimentos listados.</p>
<p>Clique na figura abaixo para acessar.</p>
<p>Gostaria de receber a opinião de vocês sobre novas datas a serem inclusas e/ou correções a serem feitas na estrutura atual. Sugestões em geral também são muito bem-vindas. Vou continuar aperfeiçoando a parte estética da página também.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.serendipidade.com/timeline/" target="_blank"><img src="http://serendipidade.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/linha_do_tempo.jpg" alt="linha_do_tempo.jpg" border="0" /></a></p>

	<br /><br/>Tags: <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/blogs/" title="Blogs" rel="tag">Blogs</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/negocios/" title="negócios" rel="tag">negócios</a><br />

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