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	<title>Blog do livro Blog Corporativo &#187; novas tecnologias</title>
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	<description>Aprenda como melhorar o relacionamento com seus clientes e fortalecer a imagem da sua empresa</description>
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		<title>Clipping :: Jornal do Comércio &#8211; Livros eletrônicos invadem o mercado editorial</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 20:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Cipriani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Livros eletrônicos invadem o mercado editorial 25/01/2010 Para alguns, o fim do livro tradicional. Para outros, o início de uma oportunidade para inserir uma parcela significativa da população no mundo da leitura. O livro digital começa a desembarcar no Brasil e promete atrair a atenção Queiram os mais tradicionais ou não, o livro eletrônico está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Livros eletrônicos invadem o mercado editorial</strong></p>
<p><small>25/01/2010</small></p>
<p><em>Para alguns, o fim do livro tradicional. Para outros, o início de uma oportunidade para inserir uma parcela significativa da população no mundo da leitura. O livro digital começa a desembarcar no Brasil e promete atrair a atenção</em></p>
<p>Queiram os mais tradicionais ou não, o livro eletrônico está chegando ao Brasil. O lançamento mundial no final do ano passado do Kindle, o primeiro leitor de e-books a aterrissar no País, ajudou a colocar fogo no mercado editorial.</p>
<p>Comercializado pela Amazon, gigante americana do varejo virtual, o Kindle Internacional permite a leitura de obras em formato digital e o download de um livro inteiro em menos de 60 segundos. Novos equipamentos, nacionais e internacionais, devem estar disponíveis nos próximos meses. Nos Estados Unidos, depois da Amazon, a Barnes &amp; Noble, uma das maiores livrarias físicas dos Estados Unidos, também lançou o seu e-reader, o Nook. A Livraria Cultura, uma das maiores do País, anunciou para março o início das vendas dos seus primeiros e-books. Da mesma forma, a Editora Jorge Zahar negocia com os autores novos contratos e já tem 40 prontos para a conversão digital.</p>
<p>Ainda não se sabe se esse novo formato poderá provocar uma revolução similar a que aconteceu com a música há alguns anos, levando a uma queda vertiginosa nas vendas de CDs. Dados da Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD) revelam que as comercializações totais de CDs e DVDs em 2002 eram de R$ 726 milhões, caindo para R$ 312,5 milhões em 2007. Já o total das vendas digitais passou de R$ 8,5 milhões em 2006 para R$ 24,2 milhões no ano seguinte.</p>
<p>Mas esse início já é suficiente para deixar parte do setor pouco à vontade e cheio de mistérios com essa tecnologia. Quem não quer correr o risco de ver seu modelo de negócios afundar, corre para enxergar no e-book um propulsor de novas oportunidades.</p>
<p>A Câmara Brasileira do Livro (CBL) criou uma comissão para debater os impactos do livro digital e algumas necessidades de regulamentações. Para a presidente da entidade, Rosely Boschini, essa é uma tendência irreversível. “Mais do que uma preocupação, o e-book deve ser visto como oportunidade de ampliar o universo do público leitor e desenvolver uma nova vertente de negócios”, sugere.</p>
<p>Ela lembra que, durante a Feira do Livro de Frankfurt 2009, o maior evento do mercado editorial mundial, esse já era um tema recorrente. Dos 7.373 expositores, 5% já incluíam esses dispositivos em seus estandes. Em 2008, o livro digital movimentou cerca de US$ 100 milhões nos Estados Unidos, onde mais de 80 editoras já atuam no segmento. Na Alemanha, foram 65 mil unidades comercializadas no primeiro semestre deste ano. Já a Consumer Electronics Show, que aconteceu no início do ano em Las Vegas, teve pela primeira vez uma seção dedicada aos e-readers. Cerca de 20 fabricantes apresentaram seus dispositivos.</p>
<p>Rosely explica que a convivência de processos tão diferentes é uma realidade em todos os setores de atividade. E não seria diferente para o mercado editorial. “Saber explorar o imenso potencial aberto pela convergência significa multiplicar as possibilidades mercadológicas, criar novas alternativas e atender de maneira mais eficaz à demanda”, acrescenta.</p>
<p>O livro em formato digital existe há alguns anos e geralmente está disponível em sites, no formato pdf ou html. Para o gerente de consultoria empresarial da Deloitte, Fábio Cipriani, o diferencial agora é a oferta de dispositivos que permitem a leitura desses arquivos com maior mobilidade, como laptops e smartphones.</p>
<p>“O Kindle veio para popularizar os leitores de livros digitais, que estão mais compactos e modernos”, observa. Para o especialista, o impacto do e-book é real, mas não deverá ser tão avassalador porque a música é mais popular no País do que o livro.</p>
<p>Pesquisador diz que livro tradicional vai acabar<br />
Para o doutor em Ciência da Comunicação pela Universidade Federal de São Paulo (USP) José Antônio Rosa, o livro tradicional está com os seus dias contados. Autor de mais de 30 livros nas áreas de gestão e comunicação, o pesquisador observa que prova disso é que o Brasil vende menos livros hoje do que há dez anos.</p>
<p>Contribui com essa realidade a concorrência com a televisão, revistas e jornais. Além disso, os índices de analfabetismo funcional &#8211; pessoas que não conseguem ler textos longos &#8211; só crescem em todos os países. Conta também o fato de os indivíduos possuírem hoje, com a internet, infinitas novas alternativas para buscarem informações. “O livro em papel está no fim do seu ciclo de vida”, diz, taxativo, acrescendo que, como produto, ele não tem mais o custo e a agilidade compatíveis com os tempos modernos.</p>
<p>Para tentar minimizar esses efeitos, as editoras investem nos best-sellers. Além disso, há uma explosão de lançamentos acompanhada de uma redução nas tiragens. Só na área de Administração, cerca de 300 livros são lançados por mês no Brasil.</p>
<p>A Câmara Brasileira do Livro revela que, em 2008, o mercado editorial faturou R$ 3,3 bilhões. Foram publicados 51.129 títulos (mais 19,52% em relação a 2007) e produzidos 340.274.195 exemplares (menos 3,17% na comparação com o ano anterior). Rosa explica que todo esse movimento será potencializado agora com o livro digital. Mesmo com o ser humano nem sempre recebendo bem mudanças radicais, não há como as editoras e autores fugirem dessa realidade. “O declínio das vendas dos livros de papel será mais rápido agora que as mídias alternativas começam a mostrar a sua cara”, aposta.</p>
<p>Para o professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e coordenador do Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Ciberculturas (Cencib), Eugênio Trivinho, apesar das quedas nas vendas, o livro mantém a sua força cultural. E assim permanecerá. “O livro pode mudar de suporte, mas vai sobreviver”, assegura. A expectativa é que essas mudanças provocadas pela chegada do livro eletrônico provoquem um rearranjo não só no modelo de negócios das editoras, mas no próprio comportamento das pessoas em relação à leitura.</p>
<p>Substituir o hábito de folhear as páginas de um livro pelo down-load de capítulos pode parecer inimaginável para boa parte dos amantes da leitura. Entretanto, há uma nova geração surgindo e completamente adaptada aos meios digitais. Isso não significa, porém, que a tecnologia criará o hábito da leitura. “Mesmo os jovens mais imersos na tecnologia não formarão o hábito se não tiverem incentivo da família e da escola”, afirma Trivinho.</p>
<p>eBookStore quer chegar a 300 mil títulos<br />
ookStore brasileira, espera alcançar a meta de ter 300 mil títulos nacionais em catálogo até 2012 e um milhão em cinco anos. O portal www.gatosabido.com.br fechou uma parceria com a COLL-ER, uma das maiores livrarias virtual inglesas, e quer crescer nesse mercado.</p>
<p>Com o objetivo de ser um canal de distribuição de e-books, a GatoSabido oferece títulos de editoras nacionais e internacionais, além de autores independentes. O portal disponibiliza sofisticados mecanismos de busca que ajudam o leitor a fazer o download de pequenos trechos das obras para depois decidir pela compra, além de poder obter informações detalhadas dos livros, como resenhas, editoriais e vídeos.</p>
<p>O formato de arquivo que o portal irá utilizar possibilitará ao leitor aumentar e alterar o tipo de fonte. O usuário pode gravar suas páginas com os Bookmarks, utilizar a função de procurar no texto, além de dispor da maior biblioteca de títulos nacionais. A GatoSabido também oferece o seu próprio leitor digital, o COOL-ER, o primeiro e-reader do Brasil, com preço sugerido de R$ 750,00.</p>
<p>Tecnologia incentiva a criação de modelos mais sofisticados<br />
O publicitário e escritor Rudiran Messias, 31 anos, foi um dos primeiros brasileiros a comprar o Kindle Internacional. Amante das novas tecnologias e com uma biblioteca particular em casa, ele fez questão de unir as duas paixões tão logo ficou sabendo que a Amazon passaria a comercializar o e-reader também para o Brasil, através do seu site.</p>
<p>Para ele, porém, os e-books jamais vão substituir os livros de papel na sua totalidade, e sim estimular a sua evolução. Ele aposta que os livros pocket americanos, impressos em papel jornal de baixa qualidade que amarelam com o tempo, sumam do mercado. “Se é para comprar um livro assim, é melhor ter a versão digital”, diz. Por outro lado, devem ganhar espaço as obras com uma maior qualidade de papel e impressão, como os livros pop-up &#8211; com ilustrações que se desdobram e se montam em três dimensões.</p>
<p>Messias também acredita que leitores como o Kindle, no futuro, devem substituir os livros didáticos. Um aparelho destes armazena de 1.500 a 3.500 livros-texto, com acesso a enciclopédia e internet e possibilidade de atualizações de conteúdo instantâneas. “Mesmo não representando o fim do livro impresso, o advento dos e-books representa um impacto importante no mercado editorial, e as editoras que não souberem acompanhar este movimento poderão perder uma fatia considerável de seu público”, projeta.</p>
<p>Autor de livros como Tabus, Perversões e Outras Catarses e tendo publicado contos em antologias como 101 que Contam e 30 Contos Imperdíveis, Messias aposta que os e-readers são ainda uma ferramenta capaz de fazer com que os autores ganhem mais autonomia.</p>
<p>Para quem tem conhecimentos básicos de programação html, formatar um livro no Kindle é relativamente fácil. E, uma vez publicado, é possível que o autor tenha o controle total das unidades vendidas. “O royalties são transferidos direto para a conta. É tudo transparente e perfeito para jovens autores americanos”, diz. Para os brasileiros, isso se complica um pouco porque é preciso ter uma conta bancária americana vinculada ao perfil de autor/editor da Amazon.</p>
<p>Zahar avança e negocia contratos com autores brasileiros e estrangeiros<br />
A Editora Jorge Zahar está andando na frente do mercado brasileiro e já possui uma política clara com relação ao livro digital: onde a maioria das editoras vê riscos, a Zahar enxerga oportunidades. Depois de pesquisar a fundo esse tema nos últimos dois anos, iniciou em 2009 a renegociação dos contratos com autores brasileiros e estrangeiros.</p>
<p>Dos 1,2 mil títulos disponíveis, 400 estão com os direitos liberados para publicação da versão digital e 40 prontos para a conversão. Até março, a meta é disponibilizar pelo menos 200 na internet. “Este é um mundo novo que se abre e do qual queremos participar”, diz a diretora-executiva da editora, Mariana Zahar.</p>
<p>As adaptações dos contratos firmados com os autores são necessárias porque, com a conversão do papel para o digital, os custos acabam sendo alterados. De acordo com Mariana, o retorno dos autores brasileiros está sendo bastante positivo, assim como o dos americanos, mais enraizados na cultura do livro digital. Já na França a dificuldade é maior.</p>
<p>A executiva acredita ainda que o e-book é uma saída para o combate à pirataria, prática que existe desde os anos 1980, principalmente nas escolas e universidades, com as cópias de capítulos de livros. “Fala-se como se esse problema fosse começar agora, com o mundo digital. Mas isso nos acompanha há 30 anos.” O preço dos livros eletrônicos é 30% menor do que o de capa do livro impresso. Assim, a expectativa é que as pessoas sejam estimuladas a comprar essas versões em vez de fazer cópias ilegais.</p>
<p>Kindle baixa uma obra em 60 segundos<br />
O Kindle Internacional chegou ao Brasil no final do ano passado, com a decisão da Amazon de permitir a comercialização do produto através do seu site para mais de 100 países. Hoje, um usuário brasileiro interessado no produto pagará cerca de US$ 279. Acrescido do frete e do imposto de importação, o dispositivo sai por cerca de R$ 1 mil.</p>
<p>Com capacidade para armazenar 1,5 mil livros, o e-reader permite aos usuários acesso via internet sem fio aos títulos comercializados no site da Amazon. A alta velocidade de download através da rede 3G &#8211; um livro em até 60 segundos &#8211; e a opção para que os textos sejam lidos para o usuário são as outras atrações do leitor. É possível escolher entre a voz feminina e a masculina e até a velocidade da leitura.</p>
<p>No final do ano passado, depois das vendas de Natal, a Amazon anunciou que, pela primeira vez, as vendas dos livros digitais superaram as dos livros físicos.</p>
<p><strong>Autor: Patricia Knebel<br />
Fonte: Jornal do Comércio (RS)</strong></p>
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		<title>O papel do líder de TI no contexto das mídias sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 15:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Cipriani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Mês passado eu concedi uma entrevista à <a href="http://cio.uol.com.br/" target="_blank">Revista CIO</a> falando um pouco da forma de entender essa revolução das mídias sociais e qual o papel que esses CIOs/Líderes de TI possuem nas iniciativas de implementação de redes sociais nas empresas. Ainda não consegui a revista, mas hoje recebi o clipping da matéria e aqui vai um pequeno trecho (veja o conteúdo completo <a href="http://www.blogcorporativo.net/midia/clipping-revista-cio-o-lider-de-ti-vai-ser-desafiado-pela-web-20-alerta-especialista/" target="_self">aqui</a>):</p>
<blockquote><p>[...] Por isso, segundo o especialista, mesmo que a área específica do CIO não pretenda adotar projetos de web 2.0, o executivo deve ter os conhecimentos necessários para gerenciar esse modelo de aplicação. “Esse conhecimento, no entanto, só é conseguido por meio da experiência real de utilização das ferramentas colaborativas”, afirma Cipriani.</p>
<p>Ele explica que, para tanto, os líderes de TI devem criar perfis pessoais em redes como o Twitter, Facebook e LinkedIn. Além disso, precisam acessar e participar de discussões em blogs, fóruns e comunidades. “Tudo isso é necessário para que o gestor entre realmente no mundo das mídias sociais e consiga adaptá-las ao negócio”, diz o consultor.[...]</p></blockquote>
<p>Hoje topei com <a href="http://blogs.forrester.com/colony/2009/05/how-can-the-ceo-understand-social-technologies.html" target="_blank">um post</a> do George Colony, Chairman e CEO da <a href="http://www.forrester.com">Forrester</a>, entitulado &#8220;Como CEOs podem entender tecnologias sociais?&#8221;. Entre outras palavras, Colony falou que não há outra forma de entender as mídias sociais senão usando-a.</p>
<blockquote><p>[...] Social [Media] é como sexo. É divertido falar e ler a respeito, mas você não pode compreendê-lo completamente ao menos que você o faça.[...]</p></blockquote>
<p>Falamos a mesma coisa mas com apelos diferentes. Bom saber que estamos alinhados pois <strong>os profissionais de mídia social devem falar a mesma língua nesse mar de desentendimento</strong>. Só assim se gera mais resultado e se educa mais e mais pessoas nessa área.</p>
<p>Tem algo que falei e que não foi publicado. Vou repetir aqui para completar o conteúdo da reportagem.</p>
<p>Além de entender as novas tecnologias (no caso tudo sobre mídia social), o CIO também precisa <strong>garantir que as ferramentas selecionadas estão alinhadas com e suportam as necessidades de negócio (efetividade) e a gestão do portifolio de TI (menor custo mantendo mesma efetividade)</strong>.</p>

	<br /><br/>Tags: <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/ceo/" title="ceo" rel="tag">ceo</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/ceos/" title="ceos" rel="tag">ceos</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/cio/" title="CIO" rel="tag">CIO</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/cios/" title="CIOs" rel="tag">CIOs</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/clipping/" title="clipping" rel="tag">clipping</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/custo/" title="custo" rel="tag">custo</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/executivo/" title="executivo" rel="tag">executivo</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/facebook/" title="facebook" rel="tag">facebook</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/forrester/" title="Forrester" rel="tag">Forrester</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/gestao/" title="gestão" rel="tag">gestão</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/midias-sociais/" title="mídias sociais" rel="tag">mídias sociais</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/novas-tecnologias/" title="novas tecnologias" rel="tag">novas tecnologias</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/revolucao/" title="revolução" rel="tag">revolução</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/tecnologia/" title="tecnologia" rel="tag">tecnologia</a>, <a href="http://www.blogcorporativo.net/tag/twitter/" title="twitter" rel="tag">twitter</a><br />

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