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Fique satisfeito!

31 maio 2008

O conceito por trás do Get Satisfaction é o uso das próprias pessoas e eventualmente funcionários das empresas para suportar e discutir sobre os produtos e serviços de uma marca. No fundo é um grande fórum aberto para se discutir idéias (logo logo não terá mais acento) – ideias – problemas, dúvidas, etc. Ok. Aí vc me pergunta: o que é que tem de especial alí? Resposta: o Overhead – um monitor do twitter – e a interface pra lá de amigável. Pessoas com menos conhecimento de como as ferramentas 2.0 funcionam tem a chance de ler e responder facilmente o que a comunidade está falando. Detalhe: por interface amigável me refiro também ao fato de o site não ser inundado de propagandas…


Quem devia liderar a revolução da comunicação nas empresas?

13 março 2008

academeblogs.jpgJornalistas, Agências de propaganda e marketing ou as próprias empresas?

Na maioria dos eventos relacionados a web 2.0, blogs vs. mídia ou comunidades virtuais e que se preocupam com a temática corporativa ou impactos na forma de se fazer negócios, sempre temos blogueiros dando dicas e opinando, jornalistas debatendo o tema, profissionais de comunicação dando o tom da conversa e raramente empresas apresentando casos concretos ou ajudando construir conhecimento no assunto discutido.

Acho isso muito sério. Entendo que leva algum tempo para que as empresas absorvam idéias revolucionárias ou novas formas de gestão que acadêmicos ou especialistas no assunto desenvolvem, mas no caso específico da comunicação com o cliente na nova era da web 2.0, a teoria se desenvolve principalmente na prática. Afinal de contas é errando que se aprende. E é por conta de poucos visionários que se arriscaram que muitas das invenções da humanidade deram certo.

As empresas deveriam assumir a linha de frente nessas discussões. Elas são as maiores interessadas e não deveriam estar sentadas assistindo o debate de partes que podem não ter o ponto de vista para captar o que se passa dentro das organizações. Uma empresa no meio e a figura muda de sentido.

O maior problema no entanto é a falta de conhecimento ou o analfabetismo digital que os míopes líderes empresariais possuem. Porém, mesmo cego, estar imerso na batalha é simplesmente melhor que não lutar. Os blogs podem continuar brigando com a mídia por espaço, mas quando esses dois forem falar de empresas, as empresas devem estar no meio.


Mais literatura! Melhor para as empresas…

6 março 2008

capablogscorporativos-modismooutendencia.jpgNa próxima quinta, dia 13/03, a blogueira Carolina Frazon Terra, pesquisadora na temática das novas tecnologias de comunicação, coordenadora de comunicação corporativa do site de e-commerce MercadoLivre e professora do curso de relações públicas e publicidade e propaganda da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) vai lançar seu livro sobre Blogs Corporativos.

A Fnac e a Difusão Editora promovem o lançamento do livro BLOGS Corporativos: modismo ou tendência?, de Carolina Frazon Terra. A autora fará sessão de autógrafos desta obra que discorre sobre um canal promissor de comunicação direta e mais informal das organizações modernas com os seus públicos de relacionamento, o Blog Corporativo.

A autora realizou uma pesquisa com oito executivos que mantém blogs corporativos e entendeu o que estes têm em comum. Ser um canal interativo com o mundo digital, permitindo uma comunicação de mão dupla (bidirecional) e troca de idéias com os internautas foram os pontos mais citados pelos executivos de grandes, médias e pequenas organizações.

Parabéns Carolina e sucesso! É sempre bom ver que os blogs corporativos estão sendo cada vez mais levados a sério e sendo articulados por cada vez mais e mais profissionais.


Brand Management é outra coisa

5 julho 2007

Muito linda toda essa movimentação migratória para dentro do Second Life, toda marca que se preza está botando um pé lá dentro. Como? Do jeito que sempre fez: Propaganda e exibição da marca e seus produtos. Um belo show-room e só.

Aí eu paro e penso. O que isso tem de diferente do que já é feito no mundo real?

Não vi nenhuma empresa falar que vai, pelo Second Life, estabelecer um canal de customer service inovador ou mesmo criar um ambiente inovador e que produza interação. Ninguém quer se expor demais ou dar algo realmente palpável para potenciais e atuais clientes.

A onda de blogs corporativos foi bem mais tímida que a do Second Life. Lógico. Second Life é muito mais revolucionário, porém o blog é muito mais desafiador. O blog demanda mais tempo, cuidado e transparência!

As empresas, menos aquelas que nem sabem o que é um blog corporativo, têm medo de blogar, têm pavor de se tornarem transparentes. Parece que existe uma premissa de que é proibido ou pecado tratar bem um cliente, dar-lhe atenção e bônus.

LUCRO! – A palavra de ordem das empresas é hoje alcançada por esforços cegos de CORTE NOS CUSTOS. E nós, clientes TOMAMOS. Esse paradigma deve mudar, ninguém trabalha hoje (por preguiça?) para aumentar a PRODUTIVIDADE, ou mesmo a EFICIÊNCIA, ou quem sabe até mesmo trabalhar para INOVAR. O está acontecendo?

Se entregar para comunidades virtuais, confiar o desenvolvimento de produtos aos clientes, ser viral. A BusinessWeek dessa semana estava falando disso quando contou a história da juventude que mudou de vez o way of life nos negócios.

Uma resistência ao 2.0 sem nexo e que fez com que a onda Second Life e esses eventos cheio de gringos tenham peso significativo, mas que podem desviar o caminho. Falando nisso, o John Batelle vai estar num desses eventos, parece coisa de primeiro mundo, mas gente, nós estamos atrasados!

(c) Business Week

Imagem da BusinessWeek.


O papel da comunicação corporativa com o mercado no contexto da web 2.0

12 março 2007

Eu fiz este post no meu blog Serendipidade.com na semana passada. Como muitos leitores daqui não devem ler meu outro blog, eu repito o post aqui porque simplesmente vale a pena.

Minha intenção é esclarecer o que é comunicação nos tempos de web 2.0, e tentar trazer a discussão para o lado dos negócios. Mais especificamente o Marketing.

O pré-requisito para que o meu post faça sentido é ler o post do Fabio Seixas sobre o mundo de confusão em que se encontram as empresas no momento de querer fazer um Mkt 2.0: “…é que ninguém sabe ao certo como adaptar a comunicação de marketing para os atuais movimentos comportamentais que a Internet vem proporcionando…

Serendipidade - Comunicação web 2.0

Na figura número 1 temos dois sujeitos se comunicando. Entenda os sujeitos como grupos ou comunidades de pessoas e a seta de duplo sentido como uma rede social.

- No contexto de negócios o conteúdo da seta são discussões sobre o seu produto ou serviço.
- No contexto da web 2.0 a seta (o veículo) é um Orkut, MySpace ou qualquer outra ferramenta de criação de comunidades ou grupos de discussão.

Perceba que a internet e as ferramentas 2.0 são catalizadores dessa conversação (instantâneo, sem distâncias e sem distinções).

Serendipidade - Comunicação web 2.0

Outro modo de comunicação mostrado na figura 2 é o de uma instituição (empresa, departamento, governo, etc.) se comunicando com o(s) grupos ou comunidades existentes.

- No contexto de negócios o conteúdo da seta são comunicações formais de serviço/suporte ao cliente, press-releases, aparições na imprensa de forma geral, propagandas, etc. Um cenário fortemente monodirecional.
- No contexto web 2.0 a seta poderia ser substituida por um blog. Uma ferramenta informal que humaniza a instituição e recebe feedbacks de forma instantânea. Mais uma vez a internet tem um forte papel de facilitadora.

Serendipidade - Comunicação web 2.0

Voltando ao contexto da figura 1, onde tínhamos dois clientes conversando, o conteúdo daquela seta de comunicação é importante. Por dois motivos: Porque contém uma informação que ajudaria a empresa responder melhor as expectativas e porque a empresa pode querer que a informação contenha dados positivos a seu favor. Olhe a figura 3.

- No contexto de negócios as empresas querem sempre saber dados do mercado para se adaptarem com prontidão e, ao mesmo tempo, jogar suas mensagens nos clientes sem buscar o compromisso de uma propaganda boca-a-boca.
- No contexto 2.0 as duas vias melhoraram um pouco mais. Não basta escutar o cliente, é necessário saber o que um cliente conta para o outro. Daí a importância de se monitorar fóruns ou blogs. Por outro lado, se tornou crucial o inserimento de uma idéia que busca despertar as conversas em torno do seu produto. Junte a idéia e um veículo apropriado que sua marca será assunto.

Serendipidade - Comunicação web 2.0

Segundo o post do Fabio, as empresas “…devem SER a rede social e não somente TER uma rede social com a sua marca…”. Vimos nas 3 figuras anteriores que mais do que ser ou ter, a empresa deve saber interagir corretamente com o universo 2.0. Eu passei a vocês as chaves dessa interação, cada uma com seus frutos e dificuldades.

Na figura 4 apresento o conceito da empresa SENDO uma rede social.

- No contexto de negócios seria dizer que o desejo de aproximar dois clientes pode ser benéfico para seus negócios. Intermediar a conversa entre dois clientes aproveitando idéias e sugestões é um exemplo da vantagem de ser uma rede – você escuta tudo.
- No contexto 2.0 o poder na mão do cliente aumentou, chegando até a casos extremos de companhias que fomentam redes para obter idéias de novos produtos (crowdsourcing). A empresa está no centro da rede e a sustenta.

Esqueci algo? Quem sabe duas empresas se comunicando (B2B)? O cliente intermediando duas empresas? Triangulação entre clientes, governos e empresas? Cooperação entre mais diferentes partes?

Conforme disse algumas palavras atrás, as chaves de interação estão na mesa. Use-as a seu favor.


Voltando ao ROI do Blog

5 fevereiro 2007

Comentei há 2 semanas sobre o paper da Forrester sobre o retorno do investimento de um blog. Conforme prometi, vou dar uma figura geral da idéia do artigo.

Eu já havia comentado o assunto em alguns posts e também na entrevista que concedi à revista Webdesign. O conceito da Forrester não fugiu muito da idéia central de medir os benefícios versus riscos.

Levantar o valor gerado pelo blog, ou seja, economias em propaganda, agências, marketing com base no número de visitas e calcular a porcentagem descontando o custo do blog mais possíveis riscos. Junte tudo isso e especule cenários prováveis.

Não deu pra imaginar como fazer? Então tente o vídeo deste sujeito, o dono de uma empresa de métricas em blogs. O vídeo tem uns 20 minutos e possui conceitos semelhantes a este acima e um pouco mais.


12 razões de porque as empresas não blogam

6 novembro 2006

1 – Você não entende porque você necessitaria de um blog corporativo. Nem o seu Presidente.

Há várias razões para você considerar um blog corporativo. Vocês conhecem a importância do Google nos seus negócios? Blogar = Se posicionar bem ferramentas de busca. Diga isso ao seu presidente.

2 – Você é o presidente. E você não irá permitir seus funcionários blogarem.

Porque não? Você precisa de uma política e normas de uso sobre blogs. Devem existir limites, mas forçar seus funcionários a não blogar pode ser demais, até porque muitos deles já devem estar blogando por fora da empresa.

3 – Você acha arriscado deixar seus empregados escreverem seus posts.

Se você estabelecer o assunto, a idéia do conteúdo, as regras básicas, seus empregados serão capazes de se sair bem. Se algum deles não segue as regras, mais cedo ou mais tarde ele iria ser um ex-funcionário de qualquer maneira. Encontre um blogueiro principal e passe a moderar os posts por amostragem. Lance o blog internamente por 1 mês ou 2 antes de abrir para público.

Se você vai contar detalhes da empresa que merecem ser conhecidos pelo mercado, deixe alguém mais próximo da tarefa fazer os posts, passar toda a tarefa para departamentos ou agências de comunicação pode deixar o post menos interessante.

4 – Sua agência de RP acha o blog uma má escolha.

Faça algumas perguntas a eles: Pergunte como o Google funciona, pergunte sobre RSS, peça dicas de como escrever textos, pergunte como blogar pode ser ruim tendo tudo isso em mente. Verifique se sua agência realmente tem conhecimento sobre blogs antes de acatar a decisão.

5 – Você mencionou sua intenção para o pessoal de IT. Agora está na agenda de futuros desenvolvimentos.

Quando pensamos em internet, é melhor confiar nos profissionais de marketing ou de gestão. Eles são quem dão as regras e o objetivo do blog.

6 – Você não sabe ainda quem irá contribuir no blog, ou o que você irá abordar nele.

Não adianta assumir toda a responsabilidade, você precisa dividir a tarefa com alguem que possa se dedicar mais tempo. Blog é um investimento em RP e posicionamento (no mercado e em ferramentas de busca), eles dá visibilidade à empresa, solidifica uma comunidade, humaniza a empresa. Lembre-se que nem todo blog corporativo precisa ser sobre seus negócios (veja meu livro).

7 – Você não consegue ver os benefícios sejam lá quais forem. Deve ser uma completa perda de tempo.

Sempre existem exceções. O blog pode não ser perfeito para todas companhias.

8 – Você não vê nenhum retorno ao investimento.

O blog deve ser visto sob o ponto de vista das conseqüências. Quanto vale ter clientes satisfeitos e falando bem da sua empresa ao longo de páginas e páginas na internet? Como uma maior fidelização de clientes ou aumento na participação por propaganda boca-a-boca pode não ser um tipo de retorno? Nem tudo é retorno financeiro.

Mas ele existe, porque as conseqüências citadas acima certamente irão afetar positivamente suas receitas.

Que tal olhar o retorno sobre riscos?

Se os clientes que vão interagir com a empresa ajudarem desenvolver novos produtos e serviços, eles serão seus principais consumidores e agentes de marketing.

9 – Você não tem idéia de como montar um blog.

É muito fácil. Você pode hospedar em um servidor web alugado (usando WordPress, MovableType), or hospedar em serviços próprios para isso (usando Typepad, Blogger).

10 – Você acha que o blog é só uma moda passageira.

Claro que é, você tem toda a razão…

11 – Você considera que o que funciona nos Estados Unidos não irá funcionar aqui, pois lá eles possuem um ambiente completamente diferente.

Não importa o local do seu mercado, a internet está cada vez mais presente e cada vez com mais usuários, posicionar-se bem nesta infinidade de possibilidades é essencial (e o blog ajuda bastante). Além disso, usuários estão, com a ajuda da internet, mais exigentes e antecipados, você não pode ficar fora dessa. Dê visibilidade para sua empresa.

12 – Você acha que blogar não vai dar certo para seu tipo de negócios.

Você pode estar certo. Mas ao menos tente saber os benefícios antes de atirar esta moeda. Lembre-se que você não precisa falar exclusivamente sobre o que você faz ou vende, ninguém quer saber se você comprou uma impressora nova que faz um barulho irritante. Eles (sua audiência) se importa com coisas que eles mesmos querem ler, querem saber mais sobre assuntos que circundam seu métier.

Fonte: e-consultancy e algumas poucas das muitas idéias presentes no meu livro.


O blog nas propagandas

19 outubro 2006

toyota-blog_thumb.jpgEsse é um poster publicitário da Toyota no aeroporto de Newark em New Jersey.

“1.200.000

Pessoas que postam em blogs diariamente.

Árvores no [estado do] Maine [nos EUA].

Toyotas construídas nos EUA no ano passado.”

Relevante, não?!

Fonte: Mauro Lupi


Riscos que os blogs podem criar nas empresas

6 julho 2006

308401_falling_off_a_cliff.jpgO primeiro passo para criar um blog corporativo é definir seu objetivo e planejá-lo bem e detalhado para cobrir todos os riscos que o blog pode introduzir nos seus negócios.

  • Riscos de Segurança – Vazamento de informações confidenciais da empresa, divulgação de material de propriedade intelectual. Muitas empresas barram acesso a blogs para evitar que funcionários façam comentários acidentais, e outras têm medo de disponibilizar blogs de funcionários com a mesma preocupação.
  • Riscos de Controle – Se uma empresa não monitorar adequadamente o uso de blogs e amarrar uma política de uso eficiente, ela estará sujeita a posts de má qualidade ou comprometedores. Cada post é um registro e conseqüentemente uma prova caso o mesmo provoque problemas para a empresa.
  • Riscos de Spam – Uma empresa que possui um blog está sujeita à invasão de spams ou propagandas indesejadas nos comentários e trackbacks. É aconselhado o uso de ferramentas (scripts) de blogs mais conhecidos e com fucionalidades de combate ao spam reconhecidos e eficientes.
  • Riscos Legais – Posts ou comentários que violam direitos autorais, invadem a privacidade (postar e-mails por exemplo) ou difamam terceiros. Mais uma vez a política e normas de uso de blogs e a sua relação com a empresa devem estar cobrindo este aspecto. É importante obter a assinatura dos funcionários sobre a política uma vez que já esteja estabelecida. Também é interessante treinar seus funcionários mais ligados ao blog.
  • Riscos de Produtividade – O acesso a blogs dentro da empresa pode gerar problemas de produtividade. O mesmo se aplica a empresas que possuem blogs que são escritos por funcionários. Algumas empresas barram o acesso a blogs – prática ruim porque os blogs também contém informações interessantes dependendo da área e departamento da empresa – e, dentre as empresas que blogam, a política deve gerir a freqüência de uso e publicação de posts para controlar o tempo de forma mais precisa. Contratar um blogueiro pode ser interessante.
  • Riscos Regulatórios - Dependendo da área de atuação da empresa, posts ou comentários desavisados podem prejudicar a empresa perante regras regulatórias de órgãos governamentais ou legislativos. É importante revisar as políticas de uso para cobrir aspectos regulatórios.
  • Riscos de Reclamações – Independentemente se a sua empresa bloga ou não, todos estão sujeitos a reclamações de clientes em outros blogs e websites existentes. A empresa deve estar de olho na blogosfera procurando comentários que possam prejudicar caso alguma ação não seja tomada à tempo.


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