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	<title>Blog do livro Blog Corporativo &#187; social commerce</title>
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	<description>Aprenda como melhorar o relacionamento com seus clientes e fortalecer a imagem da sua empresa</description>
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		<title>Clipping :: InformationWeek &#8211; Redes sociais: você ouviu falar em s-business?</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 19:59:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Cipriani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Corporativo]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Redes sociais: você ouviu falar em s-business?</strong></p>
<p><small>05/01/2010</small></p>
<p><em>Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business</em></p>
<p>Se alguém disser que as redes sociais vieram pra ficar, não acredite. O verbo ficar talvez não seja o mais adequado para as novas plataformas de relacionamento e troca de informações. Isto porque elas já começam a ser pensadas para objetivos maiores e mais complexos dos negócios das empresas, muito além das ações de promoção e propaganda. Talvez, o mais adequado seja dizer que as redes sociais vieram para abalar.</p>
<p>&#8220;O poder das pessoas reunidas em comunidades, trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de hoje&#8221;, defende o professor de marketing e de arena digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner. Ele é um defensor do s-commerce (social commerce). O termo pode ser traduzido por uma extensão do que se convencionou chamar de e-commerce, só que agora turbinado com as redes sociais.</p>
<p>Um exemplo recente é o Nike Plus, um tênis feito para quem gosta de praticar corrida. O calçado traz um chip embutido que recolhe dados sobre a atividade esportiva, armazena tudo em um iPod e envia as informações para o site da comunidade que tem mais de um milhão de corredores ao redor do mundo. Também divulga as listas de música (playlists). O iPod conectado ao tênis percebe, por meio de um sensor, o ritmo da corrida e pode sugerir uma trilha sonora. Há listas pra tudo. Músicas pra animar na subida, pra relaxar ao ar livre, rock pesado pra queimar mais calorias etc.</p>
<p>A mania das playlists favorece a loja virtual de música da Apple, a iTunes. Do lado da Nike, o entusiasmo da comunidade incentiva pessoas a calçarem o tênis e a correr. &#8220;Isto é apenas o começo de um s-commerce. Outras oportunidades poderiam sair da interação destas empresas com seus consumidores&#8221;, argumenta Tafner. As possibilidades são muitas: CDs específicos para cada tipo de corrida, lançamentos exclusivos de artistas, shows, entre outros.</p>
<p>A etapa futura do s-commerce depende de as empresas entenderem o que os consumidores gostariam de comprar. Elas precisam saber lidar com o manancial de informações da comunidade e integrar isso em seus processos. Detectar qual opinião ou comportamento tem chance de se tornar uma nova estratégia de negócios é outro braço do social business. &#8220;Já temos condições de evoluir no CRM social&#8221;, defende o gerente de estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fabio Cipriani.</p>
<p>A integração do CRM com as redes sociais também tem dominado fóruns de discussões sobre o novo modelo de negócios. Certas de que o cenário é promissor, empresas como Oracle, SAP, Salesforce, Microsoft e uma dezena de startups já desenvolvem produtos específicos para este fim. &#8220;Já conhecemos o potencial disto nas ações de marketing. O próximo passo é levar esta interação para outros processos de negócio&#8221;, propõe Cipriani.</p>
<p>No CRM social, a gestão do cliente se transforma na gestão da relação cliente-empresa; tudo é pensado como uma estratégia horizontal que leva ao lucro. Qualquer processo que envolva o cliente e tenha este objetivo final pode ser apoiado por uma rede social. &#8220;Quem trabalha com dados transacionais passará a lidar com dados conversasionais&#8221;, explica o consultor, com o apoio de um neologismo para lá de apropriado.</p>
<p>Inovação social</p>
<p>Porém, o suprassumo do s-business &#8211; a inovação aberta &#8211; ainda é pouco conhecido. São teorias que expostas primeiramente em 2003 no livro Open Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from Technology, do professor da Universidade de Berkeley, Henry Chesbrough. A ideia é simples, mas a prática é complexa. O termo opõe-se ao conhecido modelo de inovação fechada, que conta com laboratórios isolados e técnicos caros. Em substituição, seriam usados clientes, parceiros de negócio e quem mais estiver disposto a colaborar para aprimorar o negócio. &#8220;As redes sociais têm o papel importante de fazer a ponte entre a necessidade de inovação da empresa e as comunidades dispostas a colaborar&#8221;, comenta o professor de inovação da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda.</p>
<p>Já existem exemplos. O Fiat Mio foi construído com ideias enviadas por milhares de pessoas ao redor do mundo por meio do portal http://www.fiatmio.cc. A cafeteria Starbucks mantém o site My Starbucks Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do McDonald&#8221;s. Há outros casos, e todos devidamente apoiados por uma rede social aberta ou privada. &#8220;São grandes empresas, mas a inovação aberta é perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo&#8221;, acrescenta Arruda.</p>
<p>Basta um pouco de pesquisa e algumas conversas para ver que o &#8220;s&#8221; está realmente migrando para dentro do negócio. É bem provável que ele seja mais uma evolução do que uma revolução. Porém, não há como esquecer que, quando o conceito de e-business surgiu, ele também não foi compreendido na sua totalidade. Hoje, não há empresa que não tenha ao menos um processo e-alguma-coisa. E, juntando estes casos e opiniões aqui e ali, é bem provável que estejamos migrando para o s-alguma-coisa netse exato momento. Sua empresa está preparada?</p>
<p><strong>Autor: Gilberto Pavoni Junior<br />
Fonte: InformationWeek<br />
</strong></p>
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