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    Reflexões sobre o Café Aberje

    8 dezembro 2009

    Depois que estive no Café Aberje em Campinas no último dia 27 de novembro não tive a oportunidade de refletir e trazer minhas conclusões com base no debate que ocorreu logo após as apresentações do Marcelo Coutinho e a minha. O Rodrigo Cogo também fez uma bela cobertura do evento.

    As simpáticas Mariana e Licia da CPFL me informaram que no total passaram mais de 150 pessoas pela audiência, que por sinal se demonstrou muito participativa. Também é ótimo contar com ferramentas como o Twitter para enviar ao moderador sugestões de perguntas. Tudo muito dinâmico.

    Sem alongar demais, seguem as conclusões:

    • Mídias sociais online partem de algo que ainda não é de domínio humano;
    • Sendo assim, as reações a eventos novos são imprevisíveis, estamos todos aprendendo;
    • Uma empresa não deve se abrir escancaradamente, existem regras do jogo e estratégia competitiva sempre;
    • Muita gente ainda não sabe como mensurar resultados do uso das mídias sociais;
    • E muitas delas sequer sabem se mensurar é a forma mais correta de monitorar a performance;
    • Executivos entendem melhor de mídias sociais online quando tem filhos adolescentes (essa é do Marcelo);
    • Schumpeter era um cara pra frente do seu tempo…

    Grande abraço a todos que participaram!


    Em desenvolvimento…

    24 novembro 2009

    Hoje que este blog completa a marca de exatamente 1 mês sem post, venho contar a vocês as últimas peripécias do desenvolvimento de um livro de estratégia em mídias sociais.

    • No último dia 7 participei do Intercon 2009. Fui lá muito pelo networking mas fui brindado com palestras interessantes e ricas em conteúdo, ganhei conhecimento. Porém pouco se falou de mundo corporativo. O “livreiro” Juliano Spyer me ajudou muito na conexão com hubs importantes do cenário: Manoel Lemos, Bruno Medeiros, Michael Nicklas, entre outros. Começo a botar um pouco de Brasil no conteúdo.
    • Dois dias antes fui conversar com a Thiane Loureiro lá na Edelman, onde tivemos uma agradável conversa sobre a nossa percepção das marcas como pessoas como nós mesmos e variantes do mesmo tema. Enriquecedor e uma boa dose de conteúdo no futuro capítulo 3: “O novo consumidor social”.
    • Ao mesmo tempo iniciei um bate papo com Ed Moran que está escrevendo um livro sobre o humano 1.0 a ser lançado na primavera Americana em 2010 sob o título provisório de “A empresa hiper-social”.
    • Andei fazendo algumas palestras e conhecendo mais gente, principalmente executivos de empresas que dividem comigo suas percepções atuais. Tá tudo no meu caderninho.
    • No próximo passo estarei no Café Aberje nesta sexta-feira (27/11). Realizado pela Aberje e CPFL em Campinas, o tema será Redes Sociais e dividirei o debate com Marcelo Coutinho, Caio Túlio Costa e Sergio Amadeu.

    Taí, espero não estar devendo nada. Mas pior que estou. Próximo post será sobre a evolução do blog corporativo no Brasil, pra fazer par aos meus posts dos anos anteriores (e que venceu em setembro).


    Clipping :: InformationWeek – REDES SOCIAIS: Dor de cabeça ou oportunidade?

    28 setembro 2009

    REDES SOCIAIS: Dor de cabeça ou oportunidade?

    01/09/2009

    O DEPARTAMENTO DE MARKETING DAS EMPRESAS JÁ DESCOBRIU COMO UTILIZAR A INTERAÇÃO E A TROCA DE CONHECIMENTO PROPORCIONADA POR FERRAMENTAS COMO FACEBOOK, ORKUT, WIKIPEDIA, BLOGS E TWITTER EM SUAS ESTRATÉGIAS. AGORA, É A VEZ DA TI COMEÇAR A TER CONTATO COM ESTAS NOVIDADES

    Vida dura a do chief executive officer (CIO). Parece que toda mudança que ocorre no mundo dos negócios passa pela sua mesa. Antes da década de 90, este executivo era o típico técnico enclausurado em um ambiente cheio de máquinas e ar condicionado. Nos últimos anos, esse quadro mudou drasticamente. Todo CIO moderno é um agente de mudanças e parceiro importante do negócio. Por suas mãos passam decisões gerenciais e orçamentárias e ele tem assento cativo nas salas onde são estabelecidas as estratégias da empresa. Parabéns a eles, que conseguiram se moldar às mudanças do ambiente de mercado.

    Mas não aplaudam muito. Outra mudança está a caminho e o CIO terá um papel importante — de novo. A nova onda do mundo informatizado e conectado é língua das multidões. As mídias sociais são expoentes em termos de inovação tecnológica e já seduzem empresas pelo mundo afora. Mais da metade da lista da Fortune 500 está desencravando novos meios de se comunicar com stakeholders e consumidores por meio de redes sociais, segundo recente levantamento da empresa de relações públicas Burson- Marsteller. Tudo é feito em sites como o Facebook, Twitter, Youtube, além de wikis e blogs variados. Quem investiu nisto teve aumento de 18% nas vendas nos últimos 12 meses, aponta estudo da Wetpaint e Altimeter Group.

    Números fantásticos e que se repetem quase toda a semana no noticiário especializado. O problema é que tudo isso ainda está muito ligado ao marketing. Mas como fica o CIO fora da pirotecnia deste departamento? Assustado, dizem especialistas na área. Imagine um gestor de tecnologia tendo de lidar com um ambiente heterogêneo cheio de trocas de mensagens instantâneas e em várias direções. Informações entrando e saindo da organização diretamente dos funcionários, centenas de links externos sendo abertos e tudo tendo de caber em um desktop, um netbook ou um smartphone com a mesma qualidade.

    Parece um prato cheio para problemas com segurança, vazamento de informação privilegiada e perda de produtividade. Não é por acaso que o número de empresas que passaram a bloquear sites como Orkut, MySpace, Facebook e Twitter aumentou 20% em um ano. O levantamento da ScanSafe aponta que o cerceamento é feito por medo de ataques de malwares e de queda da produtividade dos funcionários.

    Parece uma visão meio paranóica de tudo, contudo é a realidade para o CIO e uma característica do departamento de TI. Diferentemente do marketing, a área de tecnologia tem de lidar com padrões, homologações e processos verticais e documentados. Tem de evitar ao máximo o risco, enquanto quem trabalha com marca e comportamento de consumo pode fazer do risco uma estratégia. Mesmo assim, as ferramentas de mídia social estão no foco dos CIOs. É impossível encontrar um que não esteja “brincando” com a novidade. “O marketing não é o fim para as mídias sociais, é só o começo da brincadeira”, aponta o gerente de estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fábio Cipriani, autor do livro Blog Corporativo. Para ele, há muitas oportunidades a serem exploradas com essas ferramentas. “As empresas precisam tratar estrategicamente a vontade das pessoas de quererem se conectar.”

    E parece mesmo impossível frear o ímpeto dos funcionários em se manterem conectados. Empresas que bloqueiam o Twitter costumam se ver às voltas com o Yammer (www.yammer.com) , site que funciona independentemente da infraestrutura da companhia, basta ter o endereço eletrônico corporativo para se cadastrar e encontrar seus pares pelo mundo afora. Não apenas isto: quem barrou o uso do Yammer, teve de lidar com o SocialCast  (www.socialcast.com) e outras plataformas que oferecem serviço semelhante.

    “As empresas não detém mais o controle das informações como antigamente”, enfatiza Mauro Segura, líder de marketing e comunicação da IBM Brasil, que possui uma política de redes sociais desde 2005. Dos 400 mil funcionários em todo o mundo, 80 mil são usuários de blogs (internos ou externos). Números mais impressionantes são os dos wikis: existem 15 mil diferentes na IBM. Alguns são estratégicos e fechados a um grupo, já outros, mais abertos. Cerca de 370 mil funcionários, bem próximo da totalidade da empresa, utilizam wikis. Para o executivo da IBM, o papel do CIO nesta revolução é entender que o cenário de negócios está mudando e, provavelmente, a visão sobre o controle da infraestrutura terá de se adaptar a isso. “A segurança passa a ter um papel mais cultural, que necessita de educação e treinamento.” Segundo ele, dificilmente as iniciativas de redes sociais vão nascer no departamento de TI. Elas virão de outras áreas, como marketing, vendas, comunicação e RH. “Mas cabe ao CIO trabalhar a parte tecnológica das ferramentas”, comenta

    Autor: Gilberto Pavoni Junior
    Fonte: InformationWeek

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    Reações do webinar sobre mídias sociais no relacionamento com clientes

    19 setembro 2009

    No último dia 17 apresentei um webinar sobre CRM Social para uma audiência de mais de 900 profissionais do mundo todo, sendo maior concentração nos Estados Unidos e divididos em empresas de todos os portes, porém com maioria predominante da indústria de bens de consumo. Os slides estão disponíveis no SlideShare (abaixo).

    Ao longo da apresentação lançamos 5 questões de múltipla escolha com o objetivo de mapear o quanto o assunto mídias sociais já está arraigado no dia-a-dia das empresas. E tivemos algumas surpresas (os resultados ainda não estão nos slides, em breve disponibilizo uma versão com os resultados também).

    • A maioria das empresas diz possuir uma estratégia para mídias sociais, porém poucas possuem uma ferramenta de mídias sociais implementada internamente, o que demonstra que grande parte das empresas ainda só “escutam” o que é falado sobre ela no mundo online.
    • Facebook é a ferramenta mais utilizada pelos profissionais, Twitter ficou apenas com 3% das respostas.
    • Quando perguntamos se os concorrentes já estavam utilizando mídias sociais, metade dos profissionais sabiam os movimentos dos competidores e metade não. Dos que sabiam, tivemos um empate entre sim e não.
    • A maior barreira impedindo o uso de mídias sociais pelas empresas é desconhecida. Ou seja, existe uma idéia de que existem benefícios, mas não se sabe os desafios a serem enfrentados. Mais uma vez a grande falta de informação de que tanto falamos aqui no blog.

    No final me perguntaram como o custo do uso das mídias sociais poderia ser baixo se na web temos uma alta fragmentação com milhares de websites. A resposta é que sua estratégia deve definir em quais nichos sociais os seus consumidores se encontram ou qual deles tem pessoas que irão gerar valor nas interações que sua empresa participa, com isso, você irá focar seus esforços somente naquilo que gera resultado, deixando o custo controlado. Entender as mídias sociais e mapear os perfis de usuários (segmentação) são os primeiros passos.


    Clipping :: Revista CIO – O líder de TI vai ser desafiado pela web 2.0, alerta especialista

    8 maio 2009

    O líder de TI vai ser desafiado pela web 2.0, alerta especialista

    17/04/2009

    Para Fabio Cipriani, consultor-sênior da Deloitte e autor do livro “Blog Corporativo”, os CIOs devem dominar as mídias sociais. Tal conhecimento poderá ser usado em ações corporativas ou mesmo para networking pessoal. Não importa quem é a área responsável pelo projeto, no momento do desenvolvimento e implementação de uma rede social, o CIO será chamado para dar consultoria ao projeto e, nessa ocasião, deverá dominar o assunto e conhecer as ferramentas.” Assim, Fabio Cipriani, consultor sênior da Deloitte para o setor de TMT (tecnologia, mídia e telecomunicação) e autor do livro “Blog Corporativo”, classifica a participação dos líderes de TI nas iniciativas empresariais de colaboração.

    Por isso, segundo o especialista, mesmo que a área específica do CIO não pretenda adotar projetos de web 2.0, o executivo deve ter os conhecimentos necessários para gerenciar esse modelo de aplicação. “Esse conhecimento, no entanto, só é conseguido por meio da experiência real de utilização das ferramentas colaborativas”, afirma Cipriani.

    Ele explica que, para tanto, os líderes de TI devem criar perfis pessoais em redes como o Twitter, Facebook e LinkedIn. Além disso, precisam acessar e participar de discussões em blogs, fóruns e comunidades. “Tudo isso é necessário para que o gestor entre realmente no mundo das mídias sociais e consiga adaptá-las ao negócio”, diz o consultor.

    Essas tarefas, contudo, devem ser gerenciadas fora do ambiente de trabalho, uma vez que podem ser ótimas ferramentas para o desenvolvimento de networking profissional e criação de novas oportunidades e desafios na carreira.

    Fonte: Revista CIO

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    O papel do líder de TI no contexto das mídias sociais

    8 maio 2009

    Mês passado eu concedi uma entrevista à Revista CIO falando um pouco da forma de entender essa revolução das mídias sociais e qual o papel que esses CIOs/Líderes de TI possuem nas iniciativas de implementação de redes sociais nas empresas. Ainda não consegui a revista, mas hoje recebi o clipping da matéria e aqui vai um pequeno trecho (veja o conteúdo completo aqui):

    [...] Por isso, segundo o especialista, mesmo que a área específica do CIO não pretenda adotar projetos de web 2.0, o executivo deve ter os conhecimentos necessários para gerenciar esse modelo de aplicação. “Esse conhecimento, no entanto, só é conseguido por meio da experiência real de utilização das ferramentas colaborativas”, afirma Cipriani.

    Ele explica que, para tanto, os líderes de TI devem criar perfis pessoais em redes como o Twitter, Facebook e LinkedIn. Além disso, precisam acessar e participar de discussões em blogs, fóruns e comunidades. “Tudo isso é necessário para que o gestor entre realmente no mundo das mídias sociais e consiga adaptá-las ao negócio”, diz o consultor.[...]

    Hoje topei com um post do George Colony, Chairman e CEO da Forrester, entitulado “Como CEOs podem entender tecnologias sociais?”. Entre outras palavras, Colony falou que não há outra forma de entender as mídias sociais senão usando-a.

    [...] Social [Media] é como sexo. É divertido falar e ler a respeito, mas você não pode compreendê-lo completamente ao menos que você o faça.[...]

    Falamos a mesma coisa mas com apelos diferentes. Bom saber que estamos alinhados pois os profissionais de mídia social devem falar a mesma língua nesse mar de desentendimento. Só assim se gera mais resultado e se educa mais e mais pessoas nessa área.

    Tem algo que falei e que não foi publicado. Vou repetir aqui para completar o conteúdo da reportagem.

    Além de entender as novas tecnologias (no caso tudo sobre mídia social), o CIO também precisa garantir que as ferramentas selecionadas estão alinhadas com e suportam as necessidades de negócio (efetividade) e a gestão do portifolio de TI (menor custo mantendo mesma efetividade).


    Quantidade ou Qualidade?

    13 abril 2009

    Um dos assuntos mais inúteis em se tratando de mídias sociais é a velha e surrada conversa sobre quantidade de conexões versus qualidade das mesmas. Enquanto que a primeira aumenta suas chances de ser ouvido, aumenta o número de conexões mais efetivamente com o tempo e pode refletir sua reputação, notoriedade ou fama, a outra também pode refletir seu valor, sua capacidade de se conectar e gerar oportunidades e trazer mais resultados positivos das interações com suas conexões segundo seus objetivos.

    Releia a última sentença. Inverta os benefícios de cada uma e você terá, de novo, uma frase verdadeira.

    Essa discussão é perda de tempo. Se você está usando blogs ou Twitter para se comunicar com o mercado, seja hospitaleiro, responsivo e, principalmente, mantenha o foco no objetivo.

    Quantidade tem mais apelação porque é explícita e simples de mensurar. Se seu objetivo for puramente número de leitores/conexões, é bom rever sua estratégia social porque ele pode significar zero em retorno para seus negócios.

    Para refletir


    Twitter para empresas

    3 fevereiro 2009

    Repassando a dica do Juliano recebida do Radfahrer.

    É o Yammer.

    Com base no domínio da sua empresa no seu email (após o @), esse Twitter diferente apresenta, de forma restrita, outras pessoas da mesma empresa que também estão usando a ferramenta. Assim você segue e pode ser seguido por pessoas de dentro da sua própria organização.

    Fácil, rápido e passando por cima de ferramentas de comunicação velhas e ineficientes de muitas companhias por ai.


    Fim dos blogs? Ahhh… conta outra…

    1 dezembro 2008

    Hype Cycle 2008O cara da Wired escreveu um artigo e todo mundo ficou especulando: “Oh! É o fim dos blogs?

    Como algo que existe aos milhares pode desaparecer? Pior, como dizer que o Twitter vai substituir os blogs se a maior parte dos links divulgados por ele são links para posts de blogs ou artigos?

    Aí eu vejo o Pavoni nos apresentado o Hype Cycle de Softwares Sociais da Gartner (figura). Foi bom porque nessa concepção o “fim dos blogs”, o seu resultado final, é ser adotado com perfeição por todos interessados e alinhado com o “Platô da produtividade”. Isso não me parece nada com “ser exterminado da rede”, está mais para “olha como esse treco traz resultado!”.

    Depois o e-marketer solta essa: mais de 2/3 dos marketeiros americanos usam blogs como ferramenta de marketing e muitos blogueiros adoram falar sobre marcas nos seus blogs. Não é bom?

    Agora que entendemos o fim dos blogs, vamos partir pra outra polêmica.

    Durante o chat no portal Nós da Comunicação, Paulo Teixeira perguntou minha opinião sobre uma pesquisa da Forrester que estudou origens de venda nas empresas. Ele diz que o blog ficou com 0% – i.e. nenhuma contribuição para as vendas. Eu respondi que a pesquisa estava errada, mas na verdade as empresas que responderam é que estão erradas.

    Compare os 2/3 de marketeiros que usam blogs como ferramenta de marketing e o resultado da pesquisa da Forrester. O que você conclui?

    Eu concluo que das duas uma: ou os marketeiros usam o blog por modismo cego, ou eles sabem que o blog traz resultado mas não sabem mensurar os retornos adequadamente. Sou mais a segunda opção.

    Espero que os “is” estejam bem “pingados” agora.


    Qual departamento faz o blog corporativo?

    26 novembro 2008

    Vi a pergunta acima no meu leitor de feeds que aponta para o Twitter e todas as menções às palavras “blog corporativo”.

    Resposta:

    Não é um departamento, é uma pessoa. Um ou mais blogueiros. E blogueiro é alguem que tem afinidade com a blogosfera, escreve, lê e responde comentários e estabelece um diálogo. Departamentos não fazem isso. Estão muito ocupados no ciclo gestão e busca por resultados. Departamentos no máximo suportam o blogueiro com sugestões e direcionamento.

    Será que agora fica claro porque o blog humaniza a empresa?

    Se nessa altura alguém perguntar: ok Fábio, é uma pessoa, então pode ser um jornalista, certo? Resposta: Sim, pode ser um jornalista, mas só se ele for um blogueiro.


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